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segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

Família Carvalho de Nova Russas

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Primeiramente, para compreendermos o presente será necessário retroceder para o século XVIII com o objetivo de inserir você no contexto familiar do tema proposto.

família Carvalho de Nova Russas/CE, se deu início entre o matrimônio de Pedro José de Carvalho (José Capuxú) e Maria Madalena Chaves ou Maria Madalena do Nascimento (Maria Acauã), segundo registros antigos encontrados.

Desse matrimônio, nasceram muitos filhos que herdaram o sobrenome Carvalho.

Não sabemos se todos da família Carvalho de Nova Russas/CE é conhecida popularmente como descendente da família Capuxú, que se originou na Serra dos Côcos. A Serra dos Côcos, localizada na região norte do estado, é o berço dos Capuxús,  família que se destacou pela  maneira inusitada de se alimentar no meio rural naquela época. 

Os Capuxús eram conhecidos como grandes agricultores, e ao longo das gerações consolidaram a sua influência na região através da agricultura e da pecuária. Com o passar do tempo, membros da família Capuxú foram ocupando regiões vizinhas ao Engenho dos Capuxús, para os atuais municípios de Croatá, Ipueiras, Ararendá, Ipaporanga, Crateús e Nova Russas.   A influência da família Carvalho se manifesta não apenas nas práticas agrícolas e no manejo da terra, mas também nos valores transmitidos de geração em geração. Hoje, muitos descendentes da família Carvalho ocupam cargos importantes em diversas áreas, como  comércio,  política e  educação, mas sem nunca perderem a ligação com as suas origens.  

Além disso, a história dos Capuxús, ou seja, da família Carvalho é caracterizada por uma forte ligação com o folclore e as tradições culturais cearenses. Os feriados religiosos, a festa da cavalgada e os costumes locais fazem parte do cotidiano destas famílias, reforçando a identidade cultural que atravessa gerações. 

Desta forma, a família Carvalho de Nova Russas, os Capuxús da Serra dos Côcos, continua sendo um pilar da comunidade, preservando suas raízes e ao mesmo tempo avançando para novas frentes, mantendo vivo o legado de seus antepassados. .

Existe um exemplar intitulado de "Maria Acauã" que conta narrativas de como se procedeu o romance, a fuga e o apelido familiar Capuxú que ainda gera grande repercussão até os dias de hoje. Dessa maneira, segundo este exemplar, o casal saiu fugido de Pernambuco, mata a dentro e veio fixar residência na Serra dos Côcos no Ceará.

Ademais, um estudo genealógico iniciado por Aluísio Raimundo do Nascimento, Edson Carlos Freitas Alves, Eugênio Pacelly Alves do Nascimento e Kelvin Ferreira de Carvalho, a família Carvalho não foi originada em Nova Russas, antiga Fazenda Curtume, mas sim no povoado Engenho dos Capuxús, atualmente o distrito de Nova Fátima, pertencente ao município de Ipueiras no Ceará.

 

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Na narrativa "Maria Acauã", é possível se deparar com a narrativa sobre os desafios que Pedro José de Carvalho e Maria Madalena Chaves passaram até chegarem na Serra dos Côcos.

 

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Na imagem acima, estão relacionados parte dos filhos documentalmente encontrados entre Pedro José e Maria Madalena, mas acreditamos que possam haver mais.

Desse matrimônio contraíram 08 filhos. São eles:

1 Ana Maria de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1820 em Ipueiras/CE e se casou com Manoel Antônio de Oliveira, ele sendo filho legítimo de Antônio da Cruz de Oliveira e Rita Maria. Desse matrimônio contraíram 01 filha. É ela:

1.1 Antônia Maria de Oliveira,  nasceu em 1842 em Ipueiras/CE.

 

2 Joaquim Pedro de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1825 em Tamboril/CE e se casou com Margarida Francisca de Carvalho, ela sendo filha legítima de Vicente José de Carvalho e Francisca Maria de Oliveira. Desse matrimônio contraíram 10 filhos. São eles:

2.1 Ana Francisca de Carvalho, nasceu em 1846 em Ipueiras/CE e se casou com Antônio José de Carvalho, ele sendo filho legítimo de Manoel Leonardo de Carvalho e Maria da Conceição Lima. Desse matrimônio contraíram 09 filhos.

2.2 Pedro de Carvalho, nasceu em 1848 em Ipueiras/CE.

2.3 Manoel Joaquim de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1850 em Tamboril/CE e se casou com Cosma Maria de Sousa, ela sendo filha legítima de Gonçalo Pinto de Carvalho e Maria Francisca de Carvalho. Desse matrimônio contraíram 01 filha.

2.4 Cosme Francisco de Carvalho, nasceu em 1851 em Tamboril/CE e se casou com Maria Francisca de Carvalho, ela sendo filha legítima de Gonçalo Pinto de Carvalho e Maria Francisca de Carvalho. Desse matrimônio contraíram 02 filhas.

2.5 Isabel Maria de Carvalho, nasceu em 1853 em Tamboril/CE e se casou com Manoel Gonçalves de Carvalho, ele sendo filho legítimo de Gonçalo Pinto de Carvalho e Maria Francisca de Carvalho. Desse matrimônio contraíram 04 filhos.

2.6 Vicente José de Carvalho, nasceu em 1854 em Tamboril/CE e se casou com Anastácia Bezerra de Carvalho, ela sendo filha legítima de Gonçalo Pinto de Carvalho e Joaquina Bezerra de Menezes. Desse matrimônio contraíram 12 filhos.

2.7 Antônio Joaquim de Carvalho, nasceu em 1860 em Ipueiras/CE e se casou com Maria Francisca de Barros, ela sendo filha legítima de Antônio Joaquim de Barros e Florência Maria de Carvalho. Desse matrimônio contraíram 07 filhos.

2.8 João Carvalho, nasceu em 1864 em Tamboril/CE.

2.9 Joaquina Maria de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1865 no Ceará e se casou com Gonçalo Pinto de Carvalho Filho, ele sendo filho legítimo de Gonçalo Pinto de Carvalho e Maria Francisca de Carvalho. Desse matrimônio contraíram 06 filhos.

2.10 João Emygidio de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1869 em Tamboril/CE e se casou com Maria de Carvalho, ela sendo filha legítima de Pedro José de Carvalho e Cosma Maria de Carvalho. Desse matrimônio contraíram 08 filhos.

 

3 Manoela Maria de Carvalho, nasceu em 1826 em Ipueiras/CE.


4 Florência Maria de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1831 em Crateús/CE.

 

5 Salviana Maria de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1832 em Tamboril/CE  e se casou com Theodozio Bezerra Galvão, ele sendo filho legítimo de Joaquim de Barros Galvão e Francisca Maria da Rocha. Desse matrimônio contraíram 02 filhas. São elas:

5.1 Isabel Bezerra Galvão, nasceu aproximadamente em 1855 em Tamboril/CE.

5.2 Maria Bezerra de Carvalho, nasceu em 1871 em Tamboril/CE  e se casou com José Conguê, ele sendo filho legítimo de Antônio Raimundo Salgueiro e Maria Joaquina de Barros. Desse matrimônio contraíram 12 filhos.


6 Ignácio José de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1836 em Tamboril/CE e se casou com Anna Francisca de Barros, ela sendo filha legítima de Joaquim de Barros Galvão e Francisca Maria da Rocha. Desse matrimônio contraíram 15 filhos. São eles:

6.1 Manoel Inácio de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1857 em Tamboril/CE  e se casou com Francisca Maria de Carvalho, ela sendo filha legítima de Antônio Pedro de Carvalho e Maria Ferreira de Oliveira. 

6.2 Francisca Maria de Carvalho, nasceu em 1859 em Ipueiras/CE  e se casou com Pedro Pinto de Carvalho, ele sendo filho legítimo de Manoel Pinto de Carvalho e Carolina Maria de Carvalho. Desse matrimônio contraíram 16 filhos. 

6.3 Maria Hermogenes de Carvalho, nasceu em 1861 em Ipueiras/CE  e se casou com João Marinho de Carvalho, ele sendo filho legítimo de João Marinho de Albuquerque e Luzia Alves Ferreira. Desse matrimônio contraíram 07 filhos. 

6.4 Filomena Maria de Carvalho, nasceu em 1862 em Tamboril/CE  e se casou com João Pinto de Carvalho, ele sendo filho legítimo de Manoel Pinto de Carvalho e Carolina Maria de Carvalho. Desse matrimônio contraíram 07 filhos. 

6.5 Anastácio Barros Galvão, nasceu em 1864 em Tamboril/CE  e se casou em 1ª núpcia com Ana Joaquina da Conceição, ela sendo filha legítima de Vicente Ribeiro de Carvalho e Joaquina Francisca de Barros e em 2ª núpcia com Maria Joaquina de Barros, ela sendo filha legítima de Vicente Ribeiro de Carvalho e Joaquina Francisca de Barros. Desse matrimônio contraíram 05 filhos.

6.6 Pedro Inácio de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1866 em Tamboril/CE.

6.7 Clarinda Maria de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1868 em Tamboril/CE e se casou com José de Barros Galvão Filho, ele sendo filho legítimo de José de Barros Galvão e Vicência Ferreira da Rocha.

6.8 José Inácio de Carvalho, nasceu em 1869 em Tamboril/CE  e se casou com Maria Teixeira de Carvalho, ela sendo filha legítima de Manoel Pinto de Carvalho e Carolina Maria de Carvalho. Desse matrimônio contraíram 06 filhos.

6.9 Pedro de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1870.

6.10 Inácio José de Carvalho Filho, nasceu em 1871 em Tamboril/CE  e se casou com Carolina Maria de Carvalho, ela sendo filha legítima de Anastácio José de Carvalho e Maria Francisca de Carvalho. Desse matrimônio contraíram 05 filhos.

6.11 Maria Francisca de Carvalho, nasceu em 1872 em Tamboril/CE e se casou com Lourenço José do Nascimento, ele sendo filho legítimo de João José do Nascimento e Josefa Maria de Barros. Desse matrimônio contraíram 01 filha.

6.12 Antônio José de Carvalho, nasceu em 1878 em Ipueiras/CE.

6.13 Luiz José de Carvalho, nasceu em 1880 em Tamboril/CE.

6.14 Benedita Maria de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1888 em Tamboril/CE e se casou com José Valentim de Carvalho, ele sendo filho legítimo de João Pinto de Carvalho e Filomena Maria de Carvalho. Desse matrimônio contraíram 02 filhos.

6.15 Carolina Maria de Carvalho


7 Anastácio José de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1837 em Tamboril/CE e se casou com Maria Francisca de Carvalho, ela sendo filha legítima de Manoel Pinto de Carvalho e Carolina Maria de Carvalho. Desse matrimônio contraíram 15 filhos. São eles:

7.1 Jerônimo José de Carvalho, nasceu em 1876 em Tamboril/CE.

7.2 Carolina Maria de Carvalho, nasceu em 1878 em Tamboril/CE e se casou com Inácio José de Carvalho Filho, ele sendo filho legítimo de Ignácio José de Carvalho e Anna Francisca de Barros. Desse matrimônio contraíram 06 filhos.

7.3 José Francisco de Carvalho, nasceu em 1881 em Tamboril/CE.

7.4 Luiz Gonzaga de Carvalho, nasceu em 1882 em Tamboril/CE e se casou com Maria Sinhá de Carvalho, ela sendo filha legítima de Vicente José de Carvalho e Anastácia Bezerra de Carvalho. Desse matrimônio contraíram 03 filhos. 

7.5 Anna Francisca de Carvalho, nasceu em 1883 em Tamboril/CE.

7.6 José Antônio de Carvalho, nasceu em 1884 em Tamboril/CE.

7.7 Francisco José de Carvalho, nasceu em 1887 em Tamboril/CE.

7.8 Luiz Pinto de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1887 em Tamboril/CE.

7.9 Joaquim José de Carvalho, nasceu em 1888 em Tamboril/CE.

7.10 Custódio José de Carvalho, nasceu em 1891 em Tamboril/CE.

7.11 Maria Senhora de Carvalho, nasceu em 1892 em Tamboril/CE e se casou com Francisco José de Moura, ele sendo filho legítimo de Florêncio José de Carvalho e Ignácia Maria de Moura. Desse matrimônio contraíram 01 filha.

7.12 Ester Carvalho, nasceu aproximadamente em 1892 em Tamboril/CE.

7.13 Anastácio Bezerra de Carvalho, nasceu em 1893 em Tamboril/CE.

7.14 Celso Pinto de Carvalho, nasceu em 1894 em Tamboril/CE.

7.15 Gonçalo Carvalho, nasceu em 1897 em Tamboril/CE.


8 José Pedro de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1840 em Tamboril/CE e se casou com Ana Maria da Silva, ela sendo filha legítima de José da Rocha Bezerra e Bernardina de Sena Leal. Desse matrimônio contraíram 07 filhos. São eles:

8.1 Pedro José de Carvalho Ibiapina, nasceu em 1866 em Tamboril/CE e se casou com Ana Francisca de Carvalho. Desse matrimônio contraíram 01 filho. 

8.2 Joaquim José de Carvalho, nasceu em 1869 em Tamboril/CE.

8.3 Maria Madalena do Nascimento,

8.4 João Batista de Carvalho, nasceu aproximadamente em 1874 em Tamboril/CE e se casou com Maria Brasilina da Conceição, ela sendo filha legítima de José Bernardino da Rocha e Brasilina Maria Carolina. Desse matrimônio contraíram 06 filhos. 

8.5 Raimundo Francisco de Paula, nasceu em 1877 em Tamboril/CE e se casou. Desse matrimônio contraiu 01 filho. 

8.6 José Pedro de Carvalho, nasceu em 1879 em Tamboril/CE e se casou com Joana Licina de Carvalho, ela sendo filha legítima de Francisco Pinto de Carvalho e Ana Francisca de Melo. Desse matrimônio contraíram 11 filhos. 

8.7 Francisco José de Carvalho, nasceu em 1882 em Tamboril/CE e se casou com Maria Licina de Mello.

 

Variáveis de sobrenomes que é descendente da família Carvalho e que poderão ser do mesmo clã familiar, são aqueles com sobrenomes: Araújo, Carvalho Chaves, Bezerra do Nascimento, Freitas, Ferreira de Carvalho, Ribeiro Chaves, Ferreira Chaves, Ferreira Ferro, Lustosa, Cunha, Gonçalves de Carvalho, Ferreira Marinho, Marinho de Carvalho, Nascimento e etc.

 

Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Eugênio Pacelly Alves



Referências bibliográficas:

Maria Acauã. Disponível em: >(Maria Acauã, por Edson Carlos Alves e Eugênio Pacelly Alves - Clube de Autores)<. Acesso em 20 de janeiro de 2024.

 Maria Madalena Chaves. Disponível em: >(Maria Madalena Chaves (1804–Falecida) • Pessoa • Árvore familiar (familysearch.org))<. Acesso em 21 de janeiro de 2024.

Pedro José de Carvalho. Disponível em: >(Pedro José de Carvalho (1794–1841) • Pessoa • Árvore familiar (familysearch.org))<. Acesso em 21 de janeiro de 2024. 

sábado, 27 de janeiro de 2024

Raízes históricas: Penedo, Alagoas e a trajetória da família Feitosa ao longo dos séculos

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[Atualizado em 30/04/2026]

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A colonização portuguesa do Brasil em 1500 por meio da expedição de Pedro Álvares Cabral teve profundas consequências na formação das cidades e na cultura local. Um exemplo é Penedo, que surgiu como núcleo urbano às margens do rio São Francisco, depois como referência na divisa sul da Capitania de Pernambuco.

ATUALIZAÇÃO (Atualização feita no dia 16 de março de 2025 às 07:00h): Na primeira versão desta pauta, o blog GuardaChuva Educação publicou que o Capitão João Álvares Cavalcanti era o mesmo João Álvares Feitosa. A informação atualizada de que o Capitão João Álvares Cavalcanti se tratava do mesmo Capitão João Álvares Feitosa foi atualizada no texto ainda na manhã deste dia (16) após contato por via whatsapp de um pesquisador genealógico autônomo por não encontrarmos a(s) fonte(s) que respaldavam a informação.

A localização estratégica do rio foi crucial para o desenvolvimento econômico da cidade. Embora o domínio português pela região Nordeste do Brasil fosse predominante, a presença de outras potências europeias como os holandeses e os franceses, também deixou a sua marca.

A ocupação portuguesa no território brasileiro estruturou-se a partir de interesses econômicos e estratégicos, especialmente em áreas próximas a cursos fluviais. Nesse contexto, a formação de núcleos urbanos às margens do rio São Francisco evidencia a relação entre geografia e expansão colonial, uma vez que tais espaços favoreciam circulação e defesa territorial. 

Além disso, a presença de diferentes potências europeias no Nordeste contribuiu para a construção de um ambiente marcado por disputas e intercâmbios culturais. A arquitetura religiosa e civil passou a refletir essa diversidade, incorporando elementos associados ao barroco, cuja difusão esteve vinculada à ação da Igreja Católica. Conforme indicam estudos históricos, tais manifestações artísticas dialogavam com transformações religiosas e políticas ocorridas no período (INSTITUTO DO CEARÁ, 1929). Nesse sentido, a formação urbana não se restringiu à ocupação territorial, mas envolveu também processos simbólicos e culturais.

No que se refere à organização fundiária, o sistema de sesmarias desempenhou papel central na colonização. A concessão de terras incentivou o povoamento e estruturou relações de poder no interior da colônia. Segundo Chandler (1980), a distribuição de propriedades esteve associada à formação de grupos familiares influentes, responsáveis pela expansão das atividades agropecuárias. Tal dinâmica contribuiu para o surgimento de elites locais e para a interiorização da ocupação.

De acordo com a maioria dos pesquisadores, o primeiro Feitosa a estabelecer-se no Brasil foi o português João Alves Feitosa, que provavelmente chegou na primeira metade do século XVII. Ele se fixou na vila de Penedo, atualmente localizada no Estado de Alagoas, próximo ao Rio de São Francisco. 

Apesar da incerteza sobre quando João Alves Feitosa realmente chegou ao Brasil, o documento mais antigo mencionado pelos estudiosos sobre o tema é datado de 18 de maio de 1680. Nesse dia, ele recebeu uma concessão de terras, no Rio de São Francisco, de 40 léguas, que seriam divididas entre seus companheiros.

“Sesmaria de 40 léguas em quadra no Rio de São Francisco, donde se acha um riacho chamado Rio do Araripecico, correndo do dito rio para a parte do poente em continuação, fazendo pião no Cororopénico, e do mesmo rio abaixo até intestar com terras povoadas, concedida em 18 de maio de 1680 ao Capitão Antônio Velho Tinoco, Lourenço Álvares, Capitão João Álvares Feitosa, Agostinho Álvares, Duarte Lopes, Lourenço Cordeiro, Antônio Barbosa Pascoal Dias, Antônio da Caldeira, e João de Souza, e seus herdeiros, pelo Governador Ayres de Souza de Castro, sem foro ou pensão alguma, salvo o dízimo a Deus”.

Mais tarde, o Capitão João casou-se com Ana Gomes Vieira, ela sendo filha legítima de Manuel Martins Chaves e Maria da Cruz Portocarreiro. Supostamente em Penedo que nasceram por volta de 1682 o Coronel Francisco Alves Feitosa e seu irmão Lourenço Alves Feitosa.

Nesse cenário, a trajetória de indivíduos ligados à obtenção de terras ilustra o funcionamento desse sistema. Registros genealógicos indicam que determinados colonos receberam extensas áreas por meio de concessões oficiais, fato que reforça a articulação entre Estado e ocupação territorial (GENI, s.d.). Conforme apontado por esses documentos, a posse de terras favoreceu a fixação de famílias e a constituição de redes sociais duradouras.

Por fim, a análise desse processo revela que a formação territorial resultou da convergência entre fatores políticos, econômicos e geográficos. A ocupação não ocorreu de forma isolada, mas articulada a interesses da Coroa e à atuação de agentes locais. Assim, compreender essa dinâmica implica reconhecer a interação entre distribuição de terras, presença europeia e organização social, elementos que estruturaram a configuração histórica do espaço colonial.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.


Texto adaptado por Eugênio Pacelly Alves


 

Referências bibliográficas:

CHANDLER, Billy. J. Os Feitosas e o Sertão dos Inhamuns. Fortaleza, Universidade Federal do Ceará, 1980.

João Álvares Feitosa. Disponível em: >(João Álvares Feitosa (Geni))<. Acesso em 09 de março de 2025.

José Álvares Cavalcanti. Disponível em: >(José Álvares Cavalcanti (Geni))<. Acesso em 09 de março de 2025.

Para a história do Ceará. Disponível em: >(1929-1930-ParaaHistoriadoCeara.pdf (institutodoceara.org.br))<. Acesso em 19 de dezembro de 2023.

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Texto de Eugênio Pacelly Alves