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sábado, 25 de abril de 2026

Genealogia de Francisco Ribeiro Bessa de 1801 a 1850

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Um oferecimento da Rubble Assessoria de Investimentos

Tudo iniciou com o artigo publicado aqui neste blog em 12 de novembro de 2024 com a apresentação em parte do estudo da genealogia da família Bessa de Portugal para a região Nordeste do Brasil. Uma das raízes destacadas neste artigo vem do matrimônio entre Francisco Ribeiro Bessa e Catarina Barbalho, ela sendo filha de João Soares de Avellar e Isabel de Vasconcelos.

Dessa maneira daremos continuidade a partir da descendência dos bisnetos deles. 


Filhos da Izabel Maria de Nazaré e do Coronel Manoel Felippe Pereira de Castello Branco:

1.1.3.1.4.1. Alexandrina Castello Branco, se casou com Antônio Gaspar da Silveira, ele sendo filho de Gaspar Nogueira de Lucena e Rosa Francisca da Silveira Vasconcelos. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. São eles:

1.1.3.1.4.1.1. Isabel Carlota da Silveira, nascida aproximadamente em 1839 e se casou com Targino José de Góis, ele sendo filho de Antônio de Gois Nogueira e Cosma Barbalho. Desse matrimônio tiveram 17 filhos.


Figura 1 - Ancestralidade de Antônio de Gois Nogueira

Fonte: FamilySearch - Antônio de Gois Nogueira (2022)



1.1.3.1.4.1.2. Raimunda Branca da Silveira

1.1.3.1.4.1.3. José Nogueira Castello Branco


1.1.3.1.4.2. Coronel Pedro José Pereira Castelo Branco, nascido aproximadamente em 1818 e se casou com Thereza Antônia de Castello Branco, ela sendo filha do Doutor Manoel Soares da Silva Bezerra e Maria Thereza de Albuquerque Lima. Desse matrimônio tiveram 07 filhas. São elas:

1.1.3.1.4.2.1. Anna Maria Castelo Branco, nascida em 1841 em Tauá/CE e se casou com João Correa Lima. Desse matrimônio tiveram 07 filhos.

1.1.3.1.4.2.2. Antônia Maria Castelo Branco, nascida aproximadamente em 1850.

1.1.3.1.4.2.3. Leonarda Maria Castelo Branco

1.1.3.1.4.2.4. Raimunda Castello Branco

1.1.3.1.4.2.5. Teresa Castelo Branco

1.1.3.1.4.2.6. Izabel Maria de Nazareth

1.1.3.1.4.2.7. Izabel Nazareth de Castelo Branco


1.1.3.1.4.3. João Pereira Castello Branco, nascido aproximadamente em 1822 e se casou com Maria Oliveira Castelo Branco, ela sendo filha de Narcizo Álvares de Souza e Anna Izabel da Conceição. Desse matrimônio tiveram 12 filhos. São eles:

1.1.3.1.4.3.1. Anna Isabel Castelo Branco, nascida aproximadamente em 1837 e se casou com Belizário Barroso de Sousa. Desse matrimônio tiveram 03 filhos.

1.1.3.1.4.3.2. Maria de Oliveira Castello Branco, nascida aproximadamente em 1845 e se casou com Francisco Antônio de Oliveira Sobrinho, ele sendo filho de Manoel Antônio de Oliveira e Francisca Leopoldina. Desse matrimônio tiveram 01 filha.

1.1.3.1.4.3.3. Manoel Castello Branco, nascido aproximadamente em 1848.

1.1.3.1.4.3.4. Isabel Maria de Castello Branco

1.1.3.1.4.3.5. Raymundo Pereira Castello Branco

1.1.3.1.4.3.6. Luísa Castello Branco

1.1.3.1.4.3.7. Amélia Castello Branco

1.1.3.1.4.3.8. José Pereira Castello Branco

1.1.3.1.4.3.9. Alfredo Barros Castello Branco

1.1.3.1.4.3.10. Josefa Castello Branco

1.1.3.1.4.3.11. João Pereira Castello Branco Filho

1.1.3.1.4.3.12. Virgínia Castello Branco


1.1.3.1.4.4. Anna Isabel Castello Branco, nascida aproximadamente em 1823 e em 1ª núpcia se casou com Francisco Antônio da Silveira. Desse matrimônio tiveram 05 filhos. São eles:

1.1.3.1.4.4.1. Anna, nascida em 1848 em Baturité/CE.

1.1.3.1.4.4.2. Maria da Silveira, nascida aproximadamente em 1850.

1.1.3.1.4.4.3. Manoel

1.1.3.1.4.4.4. João da Silveira Castelo Branco

1.1.3.1.4.4.5. José da Silveira Castelo Branco

Anna Isabel em 2ª núpcia se casou com Luiz Manoel de Sousa Pinheiro. Desse matrimônio tiveram 01 filho. 


1.1.3.1.4.5. José Pereira Castello Branco, nascido aproximadamente em 1824 e se casou com Luíza Pereira, ela sendo filha de Francisco Alves de Carvalho. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. São eles:

1.1.3.1.4.5.1. José Castello Branco, nascido em 1836 em Russas/CE.

1.1.3.1.4.5.2. Francisco Castello Branco, nascido em 1837 em Russas/CE.

1.1.3.1.4.5.3. Francisca Castello Branco, nascida em 1839 em Russas/CE.


1.1.3.1.4.6. Venâncio Pereira Castello Branco, nascido aproximadamente em 1825 e em 1ª núpcia se casou com Izabel Maria de Nazareth, ela sendo filha do Coronel Pedro José Pereira Castelo Branco e Thereza Antônia de Castelo Branco. Desse matrimônio tiveram 08 filhos. São eles:

1.1.3.1.4.6.1. Maria, nascida em 1839 em Baturité/CE.

1.1.3.1.4.6.2. Antônio Pereira da Silveira Castello Branco, nascido em 1842 em Baturité/CE e se casou com Izabel Maria.

1.1.3.1.4.6.3. Francisca Izabel Castello Branco, nascida em 1844 em Baturité/CE e se casou com Antônio Pereira de Queirós, ele sendo filho de Antônio Pereira de Queiroz e Isabel Maria do Carmo. Desse matrimônio tiveram 12 filhos. 


Figura 2 - Ancestralidade de Antônio Pereira de Queiroz

Fonte: FamilySearch - Antônio Pereira de Queiroz (2021)



1.1.3.1.4.6.4. Maria, nascida em 1847 em Baturité/CE.

1.1.3.1.4.6.5. Jozefa Izabel de Castello Branco, nascida aproximadamente em 1848.

1.1.3.1.4.6.6. Manoel Antônio da Silveira Castello Branco, nascido aproximadamente em 1849.

1.1.3.1.4.6.7. José Castello Branco

1.1.3.1.4.6.8. Maria Izabel de da Silveira Castello Branco


1.1.3.1.4.7. Maria Castelo Branco, nascida aproximadamente em 1826.

1.1.3.1.4.8. Bernardina Castello Branco, nascida aproximadamente em 1828.

1.1.3.1.4.9. Manuel Felipe Castelo Branco, se casou com Cândida Getrudes, ela sendo filha do Alferes Antônio Cândido. Desse matrimônio tiveram 02 filhos. São eles:

1.1.3.1.4.9.1. Antônio Castello Branco, nascido em 1844 em Real Monte-Mor/CE.

1.1.3.1.4.9.2. Tertuliano Augusto Castello Branco, nascido aproximadamente em 1847.


1.1.3.1.4.10. Francisco Pereira Castelo Branco

1.1.3.1.4.11.  Isabel Castelo Branco


Filho da Rosa Francisca da Silveira Vasconcelos e Gaspar Nogueira de Lucena:

1.1.3.1.5.1. Antônio Gaspar da Silveira, se casou com Alexandrina Castello Branco, ela sendo filha de Manoel Felippe Pereira Castello Branco e Izabel Maria de Nazaré. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. 


Filhos do Marçal Gomes da Silveira e Izabel Maria de Mello:

1.1.3.2.11.1. José Raimundo da Silveira Neto, nascido em 1841 em Baturité/CE e se casou com Maria da Silveira Neto. Desse matrimônio tiveram 01 filha.

1.1.3.2.11.2. Francisca da Silveira Garcia, nascida aproximadamente em 1842 e se casou com Antônio Hygino Queiroz, ele sendo filho de Joaquim Antônio da Cunha e Isabel Francisca de Jesus. Desse matrimônio tiveram 01 filho.

1.1.3.2.11.3. Francisco Marçal da Silveira Garcia, nascido aproximadamente em 1843.

1.1.3.2.11.4. Maria Gomes da Silveira, nascida aproximadamente em 1844.

1.1.3.2.11.5. Marçal, nascido em 1846 em Baturité/CE.

1.1.3.2.11.6. Maria Josefina da Silveira, nascida aproximadamente em 1847.

1.1.3.2.11.7. Felícia Olímpia da Silveira, nascida aproximadamente em 1852.

1.1.3.2.11.8. Francisca Leopoldina da Silveira, nascida em 1854 em Baturité/CE e se casou com Liberato Pereira de Aguiar, ele sendo filho de Francisco José Pereira Aguiar e Martha Maria Gonçalves Aguiar. Desse matrimônio tiveram 12 filhos.

1.1.3.2.11.9. João Gomes da Silva, nascido em 1857 em Baturité/CE.

1.1.3.2.11.10. Luíza Gomes da Silveira, nascida em 1860 em Baturité/CE.


Filho da Maria Santana da Silveira e Camilo Henrique da Silveira Borges Távora:

1.1.3.8.1.1. João Franklin da Silveira Távora, nascido aproximadamente em 1842 e em 1ª núpcia se casou com  Alexandrina Guilhermina Teixeira. Desse matrimônio tiveram 03 filhos.

João Franklin em 2ª núpcia com Leopoldina da Conceição Martins, ela sendo filha de José Luiz Martins e Anna Lúcia Diniz Martins. Desse matrimônio tiveram 01 filho.


Filhos do Silvestre Gomes da Silveira e Antônia de Sousa Nogueira:

1.1.3.11.1. Jozé Gomes da Silveira, nascido em 1799 em Aquiraz/CE.

1.1.3.11.2. Maria Gomes da Silveira, nascida em 1806 em Baturité/CE.


Filhos do José Raimundo da Silveira e Mariana Renovata de Vasconcelos:

1.1.3.12.1. Silvério Gomes da Silveira, G385-8JC

1.1.3.12.2. Mariana Altino da Silveira, 

1.1.3.12.3. Marçal Gomes da Silveira, 

1.1.3.12.4. Francisco Antônio da Silveira, 


Filhos do Sebastião Ribeiro de Vasconcelos e Damazia Cabral Mello:

1.1.5.1.1. Ignácio Ribeiro de Vasconcelos, nascido aproximadamente em 1797 e se casou com Anna Francisca de Jesus, ela sendo filha de José Soares Leitão e Manoela Francisca de Jesus. Desse matrimônio tiveram 01 filha. É ela:

1.1.5.1.1.1. Joanna, nascida aproximadamente em 1818.


1.1.5.1.2. Maria, nascida aproximadamente em 1798.

1.1.5.1.3. Francisca Gomes de Castro, nascida aproximadamente em 1798 e se casou com João Francisco da Silva. Desse matrimônio tiveram 01 filha. É ela:

1.1.5.1.3.1. Izabel, nascida em 1820 em Quixeramobim/CE.


1.1.5.1.4. Manoel, nascido aproximadamente em 1805.

1.1.5.1.5. Izabel Ribeiro de Vasconcellos, nascida aproximadamente em 1810.

1.1.5.1.6. Josefa Ribeiro de Vasconcelos, nascida aproximadamente em 1815 e se casou com Ignácio Gomes Parente.

1.1.5.1.7. Antônia Ribeiro de Vasconcelos, se casou com Manoel da Costa Lima. Desse matrimônio tiveram 01 filha. É ela:

1.1.5.1.7.1. Sabina Ribeiro de Vasconcelos, se casou com José Mathias Gomes, ele sendo filho de Mathias Gomes de Andrade e Francisca Maria de Jesus.


1.1.5.1.8. Thomaz Soares de Aquino, se casou com Thereza Maria de Jesus, ela sendo filha de Izabel da Cruz. Desse matrimônio tiveram 02 filhos. São eles:

1.1.5.1.8.1. João Francisco Gonçalves, nascido em 1844 em São João do Cariri/PB e se casou com Emília Maria da Conceição, ela sendo filha de Gabriel Xavier da Costa e Vicência Thereza de Lima. Desse matrimônio tiveram 05 filhos.

1.1.5.1.8.2. Sebastião Soares Aquino


Filhos da Thereza de Jesus Vasconcellos e Joaquim da Silva Lira:

1.2.1.1.1. Maria Francisca de Jesus, nascida aproximadamente em 1796 e se casou com Antônio Garcia de Sá Barroso, ele sendo filho de Teresa de Jesus. Desse matrimônio tiveram 11 filhos. São eles:

1.2.1.1.1.1. Theresa Garcia de Jesus, nascida aproximadamente em 1815.

1.2.1.1.1.2. José Garcia de Sá Barroso, nascido em 1818 em Seridó/RN.

1.2.1.1.1.3. Anna Garcia de Jesus, nascida em 1819 em Seridó/RN.

1.2.1.1.1.4. Francisco Garcia, nascido aproximadamente em 1820.

1.2.1.1.1.5. Bernardino Garcia, nascido em 1821 em Caicó/RN.

1.2.1.1.1.6. Maria Garcia de Jesus, nascida em 1826 em Seridó/RN.

1.2.1.1.1.7. André Garcia da Silva, nascido em 1831 em Seridó/RN e se casou com Maria Joaquina da Conceição, ela sendo filha de Francisco Corrêa de Medeiros e Antônia Francelina de Morais. Desse matrimônio tiveram 10 filhos.

1.2.1.1.1.8. Miguel Garcia, nascido em 1832 em Caicó/RN.

1.2.1.1.1.9. Antônio Garcia, nascido em 1834 em Seridó/RN.

1.2.1.1.1.10. Josefa Garcia, nascida em 1836 em Seridó/RN.

1.2.1.1.1.11. Silvina Garcia, nascida em 1837 em Seridó/RN.


1.2.1.1.2. Anna Maria de Jesus, nascida aproximadamente em 1797.

1.2.1.1.3. Josefa Maria de Jesus, nascida aproximadamente em 1799 e se casou com João da Silva Carvalho, ele sendo filho de Francisco da Silva de Carvalho e Antônia de Torres. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. São eles:

1.2.1.1.3.1. Manoel, nascido aproximadamente em 1818.

1.2.1.1.3.2. Antônio da Silva, nascido aproximadamente em 1819.

1.2.1.1.3.3. Anna, nascida aproximadamente em 1820.


1.2.1.1.4. José Vicente Ferreira, nascido aproximadamente em 1803 e se casou com Angélica Maria da Conceição, ela sendo filha de José Gomes de Souza e Anna Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 09 filhos. São eles:

1.2.1.1.4.1. José Antônio da Silva, nascido aproximadamente em 1832 e em 1ª núpcia se casou com Damiana Francisca de Morais, ela sendo filha de Afonso de Albuquerque Silva e Joaquina Francisca de Morais.

José Antônio em 2ª núpcia se casou com Antônia Rita Leopoldina, ela sendo filha de Antônio Cardoso Batalha Junior e Úrsula Carneiro de Albuquerque. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

1.2.1.1.4.2. Joaquim José da Silva, nascido aproximadamente em 1834 e se casou com Joanna Maria da Conceição, ela sendo filha de Antônio Cardoso Batalha Júnior e Úrsula Carneiro de Albuquerque.

1.2.1.1.4.3. Francisco Targino da Silva, nascido aproximadamente em 1835 e se casou com Guilhermina Maria da Conceição, ela sendo filha de Manoel Gomes da Silva e Mariana de Torres. Desse matrimônio tiveram 01 filha.

1.2.1.1.4.4. Francisco Ferreira, nascido aproximadamente em 1837.

1.2.1.1.4.5. Manoel Vicente de Maria, nascido aproximadamente em 1837 e se casou com Rosaria Maria da Guia, ela sendo filha de Antônio Cardoso Batalha Júnior e Úrsula Carneiro de Albuquerque. Desse matrimônio tiveram 01 filha.

1.2.1.1.4.6. Antônio José da Silva, nascido aproximadamente em 1838 e se casou com Josefa Maria da Guia, ela sendo filha de José Domingues da Silva e Mariana de Torres de Oliveira. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

1.2.1.1.4.7. Belarmina Maria da Conceição Ferreira, se casou com Joaquim Soares da Silva, ele sendo filho de José Soares da Silva e Rosalina Maria da Conceição.

1.2.1.1.4.8. Mariana Joaquina de Jesus, se casou com Joaquim Félix Ferreira. Desse matrimônio tiveram 01 filho.

1.2.1.1.4.9. Vitória Maria da Conceição, se casou com Vicente Ferreira de Vasconcellos, ele sendo filho de Mathias Soares da Costa e Ana Isabel de Padilha.


1.2.1.1.5. Ignácia Francisca Xavier

1.2.1.1.6. Maria Joaquina da Silva

1.2.1.1.7. Afonso de Albuquerque da Silva

1.2.1.1.8. Mariana de Torres de Oliveira

1.2.1.1.9. Cosma Maria da Conceição

1.2.1.1.10. Victória Maria da Conceição

1.2.1.1.11. Joaquim Lira

1.2.1.1.12. Agostinho da Silva Lira

1.2.1.1.13. Antônio Xavier Cavalcante


Filho da Antônia Barbosa de Albuquerque e Manoel Francisco de Padilha:

1.2.1.2.1. Francisco Antônio de Albuquerque


Filhos do José Soares de Albuquerque e Isabel Pereira da Cunha:

1.2.1.3.1. Anna

1.2.1.3.2. Maria Francisca de Jesus

1.2.1.3.3. Anna

1.2.1.3.4. Manoel Soares de Vasconcellos

1.2.1.3.5. Antônio Soares de Albuquerque

1.2.1.3.6. Joaquim do Ó de Albuquerque

1.2.1.3.7. Joanna Pereira de Albuquerque


Durante a leitura das linhagens apresentadas proponho analisar um movimento contínuo de deslocamento entre diferentes regiões do Nordeste, articulado por vínculos familiares e pela busca de inserção social. A presença de sobrenomes como Castello Branco, Silveira, Vasconcelos e Barroso em localidades distintas indica que os descendentes não permaneceram restritos a um único núcleo, mas expandiram suas redes por áreas como sertão cearense, região do Jaguaribe, Baturité e zonas do Rio Grande do Norte e Paraíba. Esse espalhamento sugere que a mobilidade estava associada tanto à ocupação de novas terras quanto à consolidação de alianças matrimoniais.

Os casamentos registrados entre famílias de diferentes localidades funcionaram como eixo de conexão territorial. Ao unir grupos oriundos de espaços distintos, essas alianças criaram pontes que facilitaram a circulação de indivíduos e a formação de novos núcleos familiares. Observa-se que descendentes de um mesmo tronco aparecem em regiões diversas, o que indica deslocamentos planejados ou condicionados por oportunidades econômicas e sociais. A repetição de determinados sobrenomes em diferentes pontos reforça a ideia de continuidade, ainda que adaptada a novos contextos.

Outro elemento relevante é a formação de famílias numerosas, frequentemente associada à ocupação de áreas rurais. A presença de múltiplos filhos ampliava as possibilidades de migração interna, uma vez que parte da descendência permanecia na localidade de origem enquanto outros membros buscavam estabelecer-se em novos espaços. Esse padrão contribuiu para a disseminação das linhagens, permitindo que os vínculos de parentesco se estendessem por diferentes territórios ao longo das gerações.

A circulação entre regiões também evidencia a integração entre áreas do Ceará e estados vizinhos. Registros de indivíduos ligados ao Seridó, ao Cariri e a núcleos do interior paraibano demonstram que as fronteiras administrativas não impediram a mobilidade. Ao contrário, as conexões familiares favoreceram a construção de redes que ultrapassavam limites geográficos, mantendo relações de parentesco ativas mesmo à distância.

Esse conjunto de evidências aponta para um processo migratório marcado pela adaptação e pela continuidade. Os descendentes dessas linhagens não apenas se deslocaram, mas reconstruíram suas bases sociais em novos ambientes, preservando nomes e relações que garantiam reconhecimento e pertencimento. A genealogia, nesse contexto, permite identificar não apenas quem foram esses indivíduos, mas como suas trajetórias contribuíram para a formação de diferentes comunidades no Nordeste.


Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Eugênio Pacelly Alves



Referências bibliográficas:

_________Antônio Pereira de Queiroz. Ancestralidade de Antônio Pereira de Queiroz2021. Imagem colorida. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/pedigree/GZD3-QXS)<. Acesso em 06 de janeiro de 2024.

_________Antônio de Góis Nogueira. Ancestralidade de Antônio de Góis Nogueira2022. Imagem colorida. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/G4RJ-M3H)<. Acesso em 28 de outubro de 2024.

Antônia Barbosa de Albuquerque. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/GWHB-YSJ)<. Acesso em 29 de outubro de 2024.

Francisco Ribeiro Bessa. Disponível em: >(Francisco Ribeiro Bessa (1675–Falecido) • Pessoa • Árvore familiar)<. Acesso em 29 de outubro de 2024.

Izabel Maria de Nazaré. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/G9DV-F6S)<. Acesso em 28 de outubro de 2024.

José Raimundo da Silveira. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/G385-7FN)<. Acesso em 28 de outubro de 2024.

José Soares de Albuquerque. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/G3JF-FND)<. Acesso em 29 de outubro de 2024.

Marçal Gomes da Silveira. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/MLVW-XKQ)<. Acesso em 29 de outubro de 2024.

Maria de Santana da Silveira. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/K2VZ-V46)<. Acesso em 28 de outubro de 2024.

Rosa Francisca da Silveira Vasconcelos. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/GBK7-1WZ)<. Acesso em 29 de outubro de 2024.

Sebastião Ribeiro de Vasconcelos. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/GGLQ-845)<. Acesso em 29 de outubro de 2024.

Silvestre Gomes da Silveira. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/GSQL-8NJ)<. Acesso em 28 de outubro de 2024.

Thereza de Jesus Vasconcellos. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/G38K-N62)<. Acesso em 29 de outubro de 2024.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Algumas famílias de Morada Nova/CE: Origem, genealogia e formação social no sertão cearense

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A organização social no sertão cearense esteve vinculada à ocupação de terras e à formação de grupos familiares que estruturavam a vida econômica e política. No território que corresponde a Morada Nova, a presença de fazendas voltadas à criação de gado favoreceu o surgimento de núcleos familiares interligados por vínculos de parentesco e cooperação. Registros institucionais indicam que a formação local ocorreu a partir da fixação de colonizadores em áreas estratégicas, consolidando relações sociais duradouras (CPSMR, s.d.).

A dinâmica dessas famílias não se limitava à convivência doméstica. Estudos sobre o sertão apontam que alianças matrimoniais, compadrio e transmissão de patrimônio eram mecanismos essenciais para garantir continuidade social. Nesse sentido, observa-se que “as relações de parentesco articulavam o acesso à terra e à autoridade local”, evidenciando a centralidade da família na estrutura social (RIBEIRO, 2022, p. 87). A citação direta demonstra como os vínculos familiares ultrapassavam o âmbito privado, inserindo-se em estratégias mais amplas de poder.

Fontes genealógicas reforçam essa interpretação ao destacar a mobilidade de famílias entre regiões como Baturité e o Vale do Jaguaribe. A dispersão de linhagens é descrita como processo contínuo de adaptação, no qual grupos buscavam novas áreas para estabelecer suas atividades (FAMÍLIAS DE BATURITÉ, 2017). De forma indireta, compreende-se que essas movimentações contribuíram para a formação de redes extensas de parentesco, conectando diferentes localidades do interior cearense.

A constituição histórica de Morada Nova também é abordada em narrativas que apontam a influência de grupos fundadores na organização do espaço local. Segundo síntese histórica, a ocupação ocorreu por meio da instalação de propriedades rurais e da posterior consolidação de um núcleo urbano vinculado ao comércio regional (MORADA NOVA CH, 2012). Em paralelo, estudos sobre os fundadores do Ceará destacam que a distribuição de terras e o estabelecimento de famílias influentes foram decisivos para a configuração social do sertão (CEARÁ EM FOTOS, 2016).

A compreensão dessas relações pode ser ampliada por meio da citação da citação. Ribeiro (2022), ao dialogar com estudos sobre elites coloniais, registra que “a hierarquia social se estrutura pela concentração de recursos e pelo controle de redes de influência” (apud RIBEIRO, 2022, p. 54). Esse recurso evidencia que o poder local estava associado à capacidade das famílias de manter posições estratégicas ao longo das gerações.

A análise dos registros históricos e genealógicos permite observar que a formação de Morada Nova não pode ser dissociada da atuação dessas famílias, responsáveis por estabelecer bases econômicas, sociais e culturais. A articulação entre mobilidade territorial, alianças e controle de recursos evidencia um padrão recorrente na ocupação do sertão cearense, no qual o parentesco desempenha papel estruturante (RIBEIRO, 2022; CPSMR, s.d.; FAMÍLIAS DE BATURITÉ, 2017).

Do ponto de vista de quem vos escreve, o conjunto dessas fontes revela que a história local não se sustenta apenas em eventos isolados, mas na permanência de estruturas familiares que atravessam gerações. A repetição de estratégias como casamentos entre grupos influentes, manutenção de propriedades e participação em espaços de decisão sugere continuidade de práticas sociais que moldaram o território. Ao considerar as evidências apresentadas, percebe-se que a família atua como eixo organizador da vida no sertão, reunindo dimensões econômicas, simbólicas e políticas. Esse entendimento amplia a leitura sobre Morada Nova, deslocando o foco de narrativas pontuais para uma perspectiva que valoriza a construção coletiva ao longo do tempo.


Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Rhayra Brasileiro Gondim



Referências bibliográficas:

Capítulo I – Síntese da história de Morada NovaDisponível em: >(Capítulo I – Síntese da história de Morada Nova (Moradanovach))<. Acesso em 28 de outubro de 2024.

FAMÍLIA CASTELO BRANCO - Pascoal Correia VieiraDisponível em: >(FAMÍLIA CASTELO BRANCO - Pascoal Correia Vieira (Famílias de Baturité))<. Acesso em 28 de outubro de 2024.

MORADA NOVADisponível em: >(MORADA NOVA (CPSMR))<. Acesso em 28 de outubro de 2024.

Os fundadores do Ceará - Parte II. Disponível em: >(Os Fundadores do Ceará - Parte II (Ceará em Fotos))<. Acesso em 28 de outubro de 2024.

RIBEIRO, Áurea Regina de Araújo. “CONVIVER E SOBREVIVER: FAMÍLIA E PODER NOS SERTÕES DO SIARÁ (BANABUIÚ, SÉC XVIII).” 2022. 183f. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2022. Disponível em: >(Dissertação Mestrado em História (UFC))<. Acesso em 28 de outubro de 2024.

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Casa Branca do Engenho Velho

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A história da Casa Branca do Engenho Velho, situada em Salvador, ocupa posição central nos estudos sobre ancestralidade afro-brasileira e genealogia cultural. Reconhecida como um dos mais antigos terreiros de candomblé do país, sua trajetória está diretamente ligada à preservação de identidades familiares, tradições religiosas e redes de pertencimento que atravessam gerações.

A formação desse espaço religioso remonta ao período em que populações africanas foram trazidas ao Brasil, estabelecendo práticas espirituais que se adaptaram às condições locais. Segundo análise histórica, o candomblé resulta da reorganização de crenças africanas em território brasileiro, mantendo vínculos com diferentes etnias e tradições (UOL EDUCAÇÃO, s.d.). Nesse sentido, a Casa Branca consolidou-se como um núcleo de resistência cultural, onde não apenas rituais eram preservados, mas também laços familiares e hierarquias ancestrais.

A relevância genealógica desse terreiro está na estrutura de transmissão de saberes e na organização das chamadas famílias de santo. De acordo com estudos especializados, essas famílias constituem linhagens espirituais que funcionam de maneira semelhante às genealogias consanguíneas, estabelecendo relações de parentesco simbólico (COMCAUSA, 2025). Em citação direta, destaca-se que a Casa Branca é considerada um dos principais marcos na formação do candomblé no Brasil (GELEDÉS, 2009), o que reforça sua importância histórica e cultural.

No campo urbano, a presença da Casa Branca também dialoga com a expansão da cidade de Salvador. Conforme levantamento acadêmico, a ocupação do Engenho Velho acompanhou transformações sociais e territoriais, integrando práticas religiosas ao desenvolvimento urbano (UFBA, 2005). Essa relação evidencia como espaços sagrados contribuíram para a organização comunitária e para a fixação de grupos familiares ao longo do tempo.

Um episódio significativo ligado à história dessas tradições envolve lideranças religiosas que ganharam projeção nacional. Entre elas, destaca-se a figura de Joãozinho da Goméia, cuja atuação ampliou a visibilidade do candomblé no Brasil. Conforme registro acadêmico, sua trajetória evidencia a circulação de saberes entre diferentes terreiros e a consolidação de redes religiosas que ultrapassaram limites regionais (UNIGRANRIO, 2010). Esse movimento demonstra como lideranças influenciaram não apenas práticas espirituais, mas também a preservação de memórias coletivas.


Figura 1 - Casa Branca do Engenho Velho


Fonte: Comcausa - Casa Branca do Engenho Velho primeiro terreiro de Candomblé do Brasil (2025)


Essa resistência contribuiu para a manutenção de registros orais e simbólicos fundamentais para a reconstrução de histórias familiares.

Outro aspecto relevante é o reconhecimento institucional desse espaço como patrimônio cultural.

Tal reconhecimento amplia o acesso a informações históricas e fortalece iniciativas de pesquisa genealógica voltadas para populações afrodescendentes.

Em síntese, a Casa Branca do Engenho Velho ultrapassa a dimensão religiosa e se afirmar como um espaço de memória, identidade e continuidade. Ao reunir práticas espirituais, registros históricos e relações familiares, esse terreiro oferece um campo fértil para estudos genealógicos que buscam compreender as múltiplas formas de pertencimento no Brasil.

A Casa Branca do Engenho Velho não pode ser compreendida apenas como um espaço religioso: ela funciona como um arquivo vivo de experiências que escapam aos registros tradicionais. Em um país onde grande parte da população afrodescendente teve suas origens fragmentadas pela escravidão, terreiros como esse assumem papel decisivo na reconstrução de vínculos e trajetórias.

O texto evidencia que, ali, a noção de família ultrapassa o sangue. As chamadas “famílias de santo” organizam pertencimentos, hierarquias e heranças simbólicas que, na prática, cumprem função semelhante à genealogia clássica. Isso desloca o olhar do pesquisador: não se trata apenas de buscar documentos, mas de reconhecer sistemas próprios de transmissão de memória, sustentados por oralidade, ritual e convivência.

Outro ponto que merece atenção é a capacidade de adaptação dessas tradições. Mesmo diante de perseguições, o candomblé consolidou redes que conectam diferentes regiões e lideranças, como Joãozinho da Goméia, ampliando a circulação de saberes e fortalecendo identidades coletivas. Essa dinâmica mostra que a preservação cultural não ocorre de forma estática, mas em constante reinvenção.

Além disso, a inserção da Casa Branca no tecido urbano de Salvador revela como espaços sagrados também estruturam territórios. Eles não apenas resistem: organizam comunidades, fixam famílias e influenciam a ocupação da cidade.

Diante disso, ignorar esses espaços em estudos genealógicos significa manter uma visão incompleta da formação social brasileira. A Casa Branca demonstra que memória, pertencimento e ancestralidade também se constroem fora dos arquivos oficiais — e, muitas vezes, com maior profundidade.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto adaptado por Patrício Holanda



Referências bibliográficas:

_________Casa Branca do Engenho Velho. Casa Branca do Engenho Velho primeiro terreiro de Candomblé do Brasil2025. Imagem colorida. Disponível em: >(https://comcausa.org.br/casa-branca-do-engenho-velho-primeiro-terreiro-de-candomble-do-brasil/)<. Acesso em 06 de janeiro de 2026.

Casa Branca do Engenho Velho primeiro terreiro de Candomblé do BrasilDisponível em: >(Casa Branca do Engenho Velho primeiro terreiro de Candomblé do Brasil (Comcausa))<. Acesso em 07 de março de 2026.

Casa Branca do Engenho VelhoDisponível em: >(https://www.geledes.org.br/casa-branca-do-engenho-velho/)<. Acesso em 04 de março de 2026.

No aniversário de Salvador: Um terreiro denuncia risco de desabamentoDisponível em: >(https://noticias.uol.com.br/colunas/andre-santana/2023/03/31/no-aniversario-de-salvador-1-terreiro-denuncia-risco-de-desabamento.htm)<. Acesso em 04 de março de 2026.

OLIVEIRA, Rafael Soares de. Feitiço de Oxum: um estudo sobre o Ilê Axé Iyá Nassô Oká e suas relações em rede com outros terreiros2005. 1p. Tese (Doutorado) - Universidade Federal da Bahia, 2005. Disponível em: >(https://ppgcs.ufba.br/sites/ppgcs.ufba.br/files/feitico_de_oxum_um_estudo_sobre_o_ile_axe_iya_nasso_oka_e_suas_relacoes_em_rede_com_outros_terreiros.pdf)<. Acesso em 28 de outubro de 2025.

SILVA, Joselina da. O Negro Baiano Pai Joãozinho da Goméia: o candomblé de Duque de Caxias na mídia dos anos cinquenta: Revista Magistro - Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras e Ciências Humanas – UNIGRANRIO. Fortaleza: 2010, n°. 1. v. 1.

terça-feira, 21 de abril de 2026

Capitão Antônio Gomes Barreto: O patriarca da família Barreto na Ribeira do Jaguaribe/CE

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O sobrenome BARRETO significa “nascido/habitante em local caracterizado pela existência do barro”, sendo identificado como um dos mais antigos de Portugal, com linhagem que remonta a D. Arnaldo de Baião até Mem Nunes Velho, responsável pela adoção do apelido para sua descendência (LIMA, 2016). De forma indireta, estudos genealógicos apontam a continuidade dessa linhagem por meio de Gomes Mendes Barreto e sua união com D. Constança Pais (LIMA, 2016).

A chegada do nome ao Brasil ocorreu em Pernambuco, com João Paes Velho Barreto, descendente de Antônio Velho Barreto e Marianna Pereira da Silva, inserido em uma cadeia genealógica que remonta a Florentino Barreto (LIMA, 2016). Em citação direta, registra-se que “pertencia a uma nobilíssima família do Minho, Portugal”, reforçando a posição social de origem (LIMA, 2016, p. 1). Sua trajetória inclui estabelecimento familiar no território colonial e atuação como benfeitor religioso.

No Ceará, a consolidação do grupo relaciona-se ao deslocamento de seus membros pelo interior, especialmente pela Ribeira do Jaguaribe. De modo indireto, fontes indicam que a fixação ocorreu após passagens por Pernambuco e Rio Grande do Norte, com posterior instalação em áreas estratégicas do sertão (LIMA, 2016). Esse movimento favoreceu a formação de núcleos familiares duradouros.

A figura do Capitão Antônio Gomes Barreto Neto destaca-se como referência na estruturação da família na região. Sua ascendência inclui o Coronel sesmeiro Manoel Gomes Barreto, cuja atuação está documentada em registros oficiais. Segundo Torre do Tombo, consta que recebeu patente militar por ordem régia, conforme documento do “Registro Geral das Mercês” (TORRE DO TOMBO, séc. XVIII apud LIMA, 2016). Esse dado evidencia a inserção do grupo em estruturas administrativas e militares.

A trajetória do capitão também se relaciona à posse de terras e à atuação econômica. Documentos municipais indicam sua participação em contratos públicos para edificação de mercado, prática comum entre proprietários de recursos na época (PEREIRO, 2018). De forma indireta, estudos sobre famílias cearenses ressaltam que tais agentes desempenhavam papel relevante na organização das vilas (RIBEIRO, 2022).

A descendência de Antônio Gomes Barreto Neto demonstra a expansão da família em diferentes localidades, com ramificações em regiões como Crateús e Sobral. Registros eclesiásticos da freguesia do Riacho do Sangue confirmam a continuidade dos vínculos familiares e a permanência do sobrenome ao longo das gerações (REGISTROS ECLESIÁSTICOS, 1829).

Assim, a trajetória dos Barreto articula origem portuguesa, inserção no processo colonial e consolidação no sertão cearense. Conforme apontado em inventários históricos, a figura de Manoel Gomes Barreto aparece como patriarca de importantes ramos familiares, reforçando a relevância do grupo na formação social da região (VELHOS INVENTÁRIOS DO CEARÁ, 2024).



O patriarca da família Barreto de Jaguaribe/CE

O Capitão Antônio Gomes Barreto (nascido aproximadamente em 15/06/1802, na Freguesia do Riacho do Sangue – CE), filho do Coronel Manoel Gomes Barreto (nascido aproximadamente em 1771 – falecido aproximadamente em 1835) e de Anna Thereza de Jesus [Peixoto Távora], (nascida aproximadamente em 1773 – falecida aproximadamente em 1833). Neto paterno do Capitão Antônio Gomes Barreto (nascido aproximadamente em 1742 – falecido aproximadamente em 1818) e de Escolástica Maria de Mello (nascida aproximadamente em 1753 – falecida aproximadamente em1835). Neto materno de Antônio Fernandes da Silva Peixoto (nascido aproximadamente em 1740 – falecido aproximadamente em1779) e de Maria Manoela de Farias Ramos (nascida aproximadamente em1746 – falecida aproximadamente em1834).

Era trineto do Coronel Sesmeiro Manoel Gomes Barreto (nascido aproximadamente em 1702 –falecido aproximadamente em 1773), nascido em Coimbra, Portugal, falecendo na Fazenda Riacho, na Barra do Sitiá, Quixeramobim, Ceará (atual município de Banabuiú). Migrou para o Ceará, via Pernambuco e Rio Grande do Norte, instalando-se, inicialmente, em São Bernardo das Russas (atual Russas – CE), migrando para a Barra do Sitiá, onde casou-se com a viúva Maria Pessoa da Silva (nascida aproximadamente em 1705 – falecida aproximadamente em 1745). No ano de 1768, recebeu do Rei de Portugal D. José I a Carta Patente de Coronel do Regimento de Cavalaria Auxiliar das Vargens do Jaguaribe e Quixeramobim. (Fonte: Registro Geral das Mercês, liv. 21, f. 536, Torre do Tombo, Portugal).

O Capitão Antônio Gomes Barreto [Neto], casou-se com (1ª) Bernardina Francisca de Mello (nascido aproximadamente em 1800, em Aracati - CE e falecido aproximadamente em 1844, na Freguesia do Riacho do Sangue – CE), filha de Francisco de Mello Barreto (nascido aproximadamente em 1770, em Aracati – CE – falecido em 06/06/1849, em Aracati – CE) e de Maria Thereza de Jesus [Peixoto Távora], nascida aproximadamente em 1770, na Freguesia do Icó – CE). Neta paterna de João Carvalho (nascido aproximadamente em 1740) e de Thereza de Jesus (nascida aproximadamente em 1740). Neta materna de Antônio Fernandes da Silva Peixoto (nascido aproximadamente em 1740 – falecido aproximadamente em 1779) e de Maria Manoela de Farias Ramos (nascida aproximadamente em 1746 – falecida aproximadamente em1834).


Descendência

1. Miguel Antônio de Mello Barreto (nascido em 1831, falecido em 26/11/1874, em Crateús, Ceará) c/c Marianna Augusta de Vasconcellos (nascida em 1830 – falecida em 1919, em Sobral, Ceará) – com descendência - ramo dos Barretos de Cratéus e Sobral, Ceará;

2. Francisco Oel de Mello Barreto (nascido em 25/09/1832, em Aracati - CE – falecido em 19/05/1932, no Riacho do Sangue, Ceará) c/c Anna Simplícia das Neves ou Anna Izabel Barreto (nascida aproximadamente em 1832 – falecida em 13/07/1905, no Riacho do Sangue, Ceará). 

3. Tertulina de Mello Barreto (nascida em 1835) c/c José Fernandes da Silva (nascido em 1830). 

4. Thereza Maria de Jesus (nascido em 1836) 

5. Maria Thereza de Jesus [Barreto] (n. 1839) c/c Afro Pereira Cabuty (nascido em 1821 – falecido em 1889), filho de Manoel Alexandre de Vasconcellos e Catharina Maria de Jesus – com descendência – trisavós de quem vos escreve;

6. Dulcinéia de Mello Barreto

7. Maria Rosa de Almeida c/c Francisco Domingos da Silva - com descendência de 01 filho;

8. Verônica de Mello Barreto

O Capitão Antônio Gomes Barreto Neto casou-se (2ª) com Francisca de Vasconcellos (nascida em 1830). Desse matrimônio tiveram: 

9. Emiliano Gomes Barreto (nascido aproximadamente em 1857 – falecido em 1893) c/c Bernardina de Mello Barreto (nascida em 1856 – falecida em 1916), filha de Francisco Oel de Mello Barreto e Anna Simplícia das Neves.

10. Philadelfo Gomes Barreto (nascido em 1858 – falecido em 1908) c/c Emília Clara do Monte (nascida em 1866).

11. Protázio Gomes Barreto (nascido em 1859 – falecido em 1917) c/c Maria Rosa da Silva (nascida em 1864 – falecida em 1945), filha de Vicente Maciel dos Santos e Maria Francisca de Jesus - com descendência de 07 filhos;

12. Manoel Antônio Nunes c/c Maria Vicência da Conceição – descendência desconhecida.


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Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Sérgio Barreto



Referências bibliográficas:

Capitão Antônio Gomes Barreto. Disponível em: >(Capitão Antônio Gomes Barreto (FamilySearch))<. Acesso em 13 de março de 2026.

LIMA, F. A. de A. Famílias Cearenses 8 – Genealogia da Ribeira do Jaguaribe. Disponível em: >(https://familiascearenses.com.br/?view=article&amp;id=127)<. Acesso em 10 de janeiro de 2026.

LIMA, F. A. de A. Jaguaribe Mirim – famílias ancestrais e filhos ilustres. Disponível em (Jaguaribe Mirim - Famílias Ancestrais & Filhos Ilustres - Parte 01 (famíliascearenses.com.br). Acesso em 18 de fevereiro de 2026.

LIMA, F. A. de A. SIARÁ GRANDE: uma província portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil - genealogia luso-cearense – quatro volumes. Fortaleza: Expressão Gráfica e Editora, 2016. 2100p.

PEREIRO: Ceará Brasil. Correspondências da Câmara Municipal período de 1845-1916 / organizadora, Rosane Mabel. Fortaleza: INESP, 2018. 314 p.

REGISTROS ECLESIÁSTICOS DA FREGUESIA DO RIACHO DO SANGUE (1784– 1829).

REGISTRO GERAL DAS MERCÊS – ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO – PORTUGAL. Disponível em: >(https://digitarq.arquivos.pt/documentDetails/827b2beceac44a19acf67803637fb2f7)<. Acesso em 13 de março de 2026.

RIBEIRO, Áurea Regina de Araújo. Conviver e Sobreviver: família e poder nos sertões do Siará (Banabuiú, Séc. XVIII). 2022. 183f. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2022. Disponível em: >(Dissertação Mestrado em História (UFC))<. Acesso em 28 de outubro de 2024.

VELHOS INVENTÁRIOS DO CEARÁ: Manuel Gomes Barreto – o patriarca dos Gomes Barreto da Barra do Trussu. Disponível em: >(https://velhosinventariosce.wordpress.com/2024/08/04/manoel-gomes-barreto/)<. Acesso em 10 de janeiro de 2026.