A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados - Lei nº 13.709/2018) é a legislação brasileira que regula o tratamento de dados pessoais, estabelecendo diretrizes para empresas e organizações sobre coleta, armazenamento, uso e compartilhamento dessas informações.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Entre a história e a genealogia

 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPpaeFGeQag-A8OVb2tGlaSK8bs0NOFOgrpr0GTVKRHPWqsdK8dH4MwVS8UDmWiUP_LZDEhJ6wfxrn_RPNHh_hhaS0MF6tar0FgbIl5V3OB3_LKM9Qo4sc9-3XhoPuK75qA5JYm3_VpGARiBTt_K8u24d1Gbqxnu_0D7rmzsUP1bk38fdiTMQNVfvmYfc/s320/Slide245.JPG


Oferecimento da empresa JE Mercadinho

Nas sociedades modernas, os mortos ocupam um papel ativo na formação de identidades coletivas e na organização política dos vivos. Memórias funerárias, linhagens e narrativas sobre antepassados estruturam pertencimentos e legitimam disputas simbólicas, moldando aquilo que se entende como nação, família e tradição (Detienne, 2010). Como observa a literatura antropológica, a relação entre vivos e mortos ultrapassa o campo religioso, atravessando dimensões políticas, territoriais e genealógicas (Verdery, 1999; Sanjurjo, 2013).

Nesse contexto, a memória dos mortos não se limita à preservação de biografias completas. Muitas vezes, o que se constrói é uma seleção narrativa baseada em episódios marcantes, frases atribuídas ou mortes exemplares. A ideia europeia de herói, centrada na união entre vida, palavra e ação, pressupõe uma biografia consistente (Cubitt & Warren, 2000). Contudo, no sertão nordestino, há casos em que a centralidade da morte — e não da vida — torna-se o eixo da individualização. Isso desloca o foco da biografia para aquilo que alguns estudos chamam de “thanatografia”, ou seja, a narrativa estruturada pela morte (Rassool, 2004; Marschall, 2008).

A história de Antônio da Costa Araújo, conhecido como Totonho do Marmeleiro, ilustra esse fenômeno. Diferente de heróis clássicos, sua relevância não deriva de feitos amplamente documentados, mas da memória coletiva construída por descendentes e moradores do sertão pernambucano. Nesse caso, a ausência de informações biográficas não impede sua elevação à condição de ancestral simbólico; ao contrário, reforça sua singularidade como tronco genealógico (Ferraz, Araújo & Araújo, 2015).

No meio rural, a noção de biografia costuma ser breve e seletiva, muitas vezes condensada em relatos de poucas páginas. Trabalhos historiográficos regionais, como os de Wilson (1974, 1978), demonstram que narrativas sertanejas privilegiam personagens cujas ações moldam identidades familiares e regionais. Nessas tradições, metáforas vegetais — tronco, ramos, seiva — expressam a ideia de sangue como elemento definidor de pertencimento. Assim, genealogia e história se tornam praticamente sinônimos, reforçando vínculos entre memória familiar e identidade coletiva.

A individualização de antepassados também se relaciona à política local. Estudos sobre o sertão de Pernambuco mostram que famílias estruturam sua presença pública a partir da memória dos mortos, criando ciclos em que genealogia legitima candidaturas e, simultaneamente, a política fortalece linhagens (Villela, 2009; 2015). Esse processo envolve mecanismos de inclusão e exclusão: certos ancestrais são celebrados, enquanto outros permanecem esquecidos, definindo quem pode reivindicar pertencimento ou prestígio.

Entretanto, o caso de Totonho apresenta uma variação relevante. Diferente de troncos familiares associados diretamente à vida política, sua consolidação como ancestral ocorreu por meio de rituais de memória, especialmente celebrações religiosas anuais no sertão. A missa dedicada ao vaqueiro — iniciada com poucos participantes — transformou gradualmente um personagem quase desconhecido em figura agregadora de descendentes dispersos. Esse movimento demonstra como práticas comemorativas podem gerar novas centralidades genealógicas, independentemente de cargos públicos ou disputas eleitorais.

A trajetória memorial de Totonho também revela como narrativas familiares se constroem por transmissão oral. A redescoberta do personagem partiu de relatos de vaqueiros e parentes, posteriormente ampliados por pesquisas genealógicas e publicações familiares. Com o tempo, livros, encontros e celebrações passaram a reunir descendentes espalhados por diversas regiões, reforçando a ideia de tronco comum e ampliando a rede de pertencimento (Ferraz, Araújo & Araújo, 2015).

Nesse processo, a morte assume função estruturante. A história atribuída ao vaqueiro — morto sozinho na caatinga, acompanhado apenas de seu cavalo e cão — tornou-se o principal elemento de sua notoriedade. A narrativa enfatiza abandono e resistência, elementos que facilitam a identificação coletiva e a construção de memória afetiva. Como destacam Cubitt e Warren (2000, apud Jones, 2007), reputações heroicas podem emergir mesmo quando a documentação é escassa, desde que existam valores exemplares associados à figura lembrada.

A celebração anual em sua homenagem consolidou uma forma específica de memória sertaneja: a exaltação pública de mortos não necessariamente vinculados a elites políticas. Esse tipo de ritual atua como mecanismo de coesão familiar e reafirmação indenitária, articulando religião, genealogia e história local. Ao mesmo tempo, demonstra que a construção de famílias não depende apenas de laços biológicos, mas também de práticas simbólicas que renovam continuamente a memória coletiva (Villela & Marques, 2016).

Assim, a história de Totonho do Marmeleiro evidencia uma dinâmica peculiar: a transformação de um ancestral quase anônimo em tronco genealógico por meio da memória ritualizada. Nesse caso, a força da narrativa não reside em feitos documentados, mas na capacidade de mobilizar descendentes e reorganizar pertencimentos. O exemplo confirma que, no sertão, a genealogia é menos um registro estático e mais um processo vivo, no qual mortos e vivos se coproduzem continuamente como história, identidade e família.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.


 


Texto adaptado por Patrício Holanda


 

Referências bibliográficas:

Cubitt, Geoffrey & Warren, Allen. (2000). Heroic reputations and exemplary lives Manchester: Manchester University Press.

Detienne, Marcel. (2010). L’identité national, une enigme Paris: Gallimard.

Ferraz, Gilson; Araújo, Maria Amelia & Araújo, Magno. (2015). Antonio da Costa Araújo (Totonho do Marmeleiro). Sua história e seus descendentes Floresta: [s.n].

Marschall, Sabine. (2008). Pointing to the dead: victims, martyrs and public memory in South Africa. South African Historical Journal, 60/1.

Petrovic-Steger, Maja. (2011). Anathomizing conflict. In: Lambert, Helen & McDonald, Maarion (orgs.). Social bodies Oxford: Berghan Books.

Rassool, Ciraj. (2004). The individual, auto-biography and history in South Africa Tese de Doutorado. University of the Western Cape.

Sanjurjo, Liliana. (2013). Sangue, identidade e verdade: memórias sobre o passado ditatorial argentino Tese de Doutorado. PPGAS/Universidade Estadual de Campinas.

Verdery, Katherine. (1999). Political lives of dead bodies New York: Columbia University Press.

Villela, Jorge Mattar. (2015). Os vivos, os mortos e a política no Sertão de Pernambuco. Revista de História, 173.

Villela, Jorge Mattar. (2009). Família como grupo? Política como agrupamento?. Revista de Antropologia, 52/1.

Villela, Jorge Mattar. (2004). O povo em armas. Violência e política no sertão de Pernambuco Rio de Janeiro: Relume Dumará .

Villela, Jorge Mattar & Marques, Ana Claudia. (2016). Le sang et la politique. Anthropologica, 58/2.

Wilson, Luis. (1978). Roteiro de grandes e velhos sertanejos 3 v. Recife: Cepe.

Wilson, Luis. (1974). Vila Bela, os Pereiras e outras histórias Recife: Editora Universitária.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Catálogo de Batismos em Angicos/RN de 1834 a 1843

 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDc4IJ-YMcr9_aHRqwdnQMd1YJtr_A5gVdGv8Whp2a_4e4JZJ4elfE0sQr-WrTq4Mec2aNNuGlHTwNI0VUFtwqh8XVPjR5qbsjlLaY8KVkjSdCIPueut1-wJ09bn6aVzHcNzM75boOuO7FnZfzjyGSp6xHReGuzCuaMEUQLS7jUwu-klTc67nTwtGsaf0/s320/Slide244.JPG


Oferecimento da empresa JE Mercadinho

Esse texto revela nomes em registros históricos valiosos no FamilySearch que possibilitarão a consulta dos nomes de filhos e pais antes de encarar transcrições de registros de batismos. Para ter acesso as imagens, clique aqui para acessar o livro de batismos.


Imagem 5

1. Joanna, filha de Manuel Amâncio da Silva e Rita Caetana dos Prazeres.

2. Leandro, filho de Luciano Alves dos Reis e Bernardina de Lima


Imagem 7

3. Rosa, filha de Miguel Ribeiro da Cunha e Benta Maria da Conceição

4. Domingos, filho de Anna Maria da Conceição

5. Jozé, filho de Maria Francisca

6. Joaquim, filho de João Francisco e Manoella Maria da Conceição

7. Umbelina, filha de Severino Francisco dos Santos e Bernardina Antônia Bittencourt


Imagem 8

8. Alexandrina, filha de Gonçallo Garcia de Brito e Rita Francisca da Encarnação

9. Martinho, filho de Manuel Francisco Garcia e Maria Victorina

10. João, filho de Manoel Ferreira Gomes e Raimunda Maria da Conceição

11. Camillo, filho de Joaquim Jozé Carneiro e Plácida Maria da Conceição


Imagem 9

12. Rosa, filha de Catharina, escrava de Soterio da Silva

13. Miguel, filho de Antônio Bezerra e Maria Francisca

14. Domingos, filho de Maria da Conceição

15. Francisco, filho de Joaquim Alves de Moreira e Theresa Maria de Jesus

16. Manoel, filho de Maria Jozé

17. Bento, filho de Margarida, escrava de Francisco Fernandes de Carvalho.


Imagem 10

18. Balbina, filha de Luísa, escrava de João da Silveira Borges

19. Manoel, filho de João Baptista do Nascimento e Antônia Maria da Conceição

20. Manoel, filho de Rafael Velloso Lares e Rosa Maria da Hora

21. Antônio, filho de Vicente Gomes da Silva e Joaquina Maria da Conceição

22. Joaquim, filho de Amâncio Jozé de Araújo e Jozefa Maria da Conceição


Imagem 11

23. Izabel, filha de Manoel do Rêgo Leite e Catharina Maria de Jesus

24. Maria, filha de Manoel Belarmino de Medeiros e Quitéria Joaquina da Conceição

25. Vicência, filha de Estevão José Barbosa e Maria Francisca do Nascimento

26. Hizidoria, filha de Margarida Ferreira de Lima

27. Maria, filha de Vicente Ferrer e Anna Maria da Conceição

28. Manoel, filho de Manoel Faustino de Morais e Anna Maria da Conceição



Texto de Eugênio Pacelly Alves



Referência bibliográfica:

Registros de Batismos: Angicos, outubro de 1834 a julho de 1843. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:3Q9M-CS2Q-VSC4-5?view=explore&groupId=M94Q-445&lang=pt)<. Acesso em 09 de março de 2025.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Memórias às margens do velho Chico: Famílias e legados da Ilha do Ferro

 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1L9sbwPYgiT5hQDI-cs3j9Me5jIB62Yj1mt6CtABKs3YT-XZB9dOP6E2ARmdszxTP4FC7cIfFntuHLUyVSP1nYZ5SZRjnJqklixTcOojjjwCM6sOUY9X7-bFv9qzFWpS8Sp4V_jpJ51V4zJnsVudIJFYo1rktx7JKYWV9ox4wEw5MS-i6aFmbkmfNtYg/s320/Slide241.JPG

Oferecimento da empresa JE Mercadinho

A Ilha do Ferro se localiza nas margens do Rio São Francisco, no estado de Alagoas. Com casas coloridas e pessoas sorridentes, é a moradia de diversos grandes artesãos, que criam um mundo imaginário através das esculturas em madeira de seres fantásticos e bordados das mais variadas cores. Ali se encontram a tradição e a renovação que transmitem a criatividade de um povo imerso em sua própria cultura e que gera vida através dos fazeres manuais. Cada casa, um artesão; cada artesão, uma potência de expressão artística.

A magia da Ilha do Ferro já se inicia em seu nome, afinal não é uma ilha, como muitos pensam. E não faltam teorias sobre o porquê de “ilha” e o porquê de “ferro”. Uma delas conta que o povoado às vezes fica isolado em época de chuva, já que os rios que o contornam enchem, separando pela água esse território. Outros falam que a origem vem da ilha que fica em frente ao povoado, no meio do rio, e que antes se chamava Ilha do Ferro, porém mudou de nome para Ilha dos Anjos depois do naufrágio de um barco com diversas crianças — um acidente que, apesar de muito antigo, permanece vívido na história da região.

Há também a versão de que “Ferro” vem do nome de uma família de fazendeiros que eram donos da região. Outros dizem que existe muito metal nas terras que compõem o lugar. Entre tantas teorias, a certeza é que a imaginação e o mistério guiam a vida de seus moradores.

Mas, se não há consenso sobre a origem do nome, a origem dos trabalhos em madeira é conhecida. O mestre Fernando Rodrigues dos Santos foi o primeiro artesão que deu maior visibilidade ao povoado. Hoje já falecido, seus filhos e tantos outros artistas continuam seu legado. Sua prática foi herdada de seu pai, que fazia tamancos de madeira e outras peças; assim, Fernando foi introduzido ao entalhe e começou a produzir na oficina da família. Já mais velho, iniciou a produção de móveis de madeira que o tornaram reconhecido tanto no Brasil quanto fora dele.

Sua forte influência no povoado inspirou outros artesãos, que seguiram seus passos e se engajaram na produção artística e na fabricação de móveis, consolidando a identidade criativa que hoje marca a Ilha do Ferro.

Fernando Rodrigues dos Santos, conhecido como Seu Madruga, foi um artesão que começou a trabalhar com madeira aos 15 anos. Produzia bancos, embarcações, bonecos e tamancos, demonstrando habilidade e criatividade no entalhe. Mesmo sem saber ler ou escrever, guardava um precioso registro da memória local: um livro manuscrito onde reunia acontecimentos marcantes dos últimos 60 anos na região. Além de artesão, era poeta e exímio contador de causos.

Fernando também era conhecido como um verdadeiro “achador” de materiais, frutos de suas andanças pela caatinga e do contato com moradores da região. Entre suas descobertas mais valiosas estavam artefatos de grande significado histórico, como uma espada de madeira atribuída a um antigo quilombo e uma bengala que teria pertencido ao aristocrata Maneco de Antônio Vieira.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.

 


Texto de Patrício Holanda



Referências bibliográficas:

A arte e a magia da Ilha do Ferro - A terra do passado, do presente e do futuro. Disponível em: >(https://www.noticiaquente.com.br/site/post/a-arte-e-a-magia-da-ilha-do-ferro-a-terra-do-passado-do-presente-e-do-futuro/2292)<. Acesso em 09 de março de 2025.

Conheça mais sobre a Ilha do Ferro e sua potência artesanal. Disponível em: >(https://casacor.abril.com.br/pt-BR/noticias/viagens/conheca-mais-sobre-a-ilha-do-ferro-e-sua-potencia-artesanal)<. Acesso em 09 de março de 2025.

Seu Madruga - Fernando da Ilha do Ferro (Falecido). Disponível em: >(https://secult.al.gov.br/politicas-e-acoes/registro-do-patrimonio-vivo/mestres-do-rpv-al-por-ano-de-premiacao/ano-2007/592-seu-madruga-fernando-da-ilha-do-ferro-falecido)<. Acesso em 09 de março de 2025.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Origem do sobrenome Soriano e algumas genealogias na região Nordeste do Brasil

 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWgYg2MxMB8e3vwnUzU2RZTpRRJ4ovCuR3v-9ookoYZFEO_FJKBKoNShZrcalNxhoFlwWQ_DAu16UGkLV-ssq_9_WBalBh8cxh-tW9SkHuz5P3191O8qSx-EoNj6V8c6ROU8iACYD8N8dx-YeGuXaqfKM3_givs3wqb82uqDAvyVUoX65T-cxxgW7YUH0/s320/Slide237.JPG

Oferecimento da empresa JE Mercadinho
O sobrenome Soriano é bastante comum em diversas nações ao redor do mundo. Possui uma rica herança e significado em várias culturas e áreas. Neste texto, vamos investigar as raízes, a frequência e as variações do sobrenome Soriano em distintas regiões do mundo. Em espanhol, o nome Soriano tem sua origem na palavra "sorio", que se traduz como "azedo". Acredita-se que tenha surgido como um nome para designar alguém com um temperamento amargo ou azedo.

Manoel Marcolino Soriano teve aproximadamente 91 bisnetos que herdaram os sobrenomes: Soriano, Marculino, Dantas, Dantas da Silva, Dantas de Aquino, Sales Costa, Costa, Sobrinho e de fé.


Algumas genealogias na região Nordeste do Brasil

É um sobrenome usual que tem suas raízes na Espanha e na Itália. Aparece com destaque em muitas nações, com diferentes graus de presença e distribuição. O sobrenome Soriano mudou ao longo do tempo, apresentando várias versões e derivados que podem ser encontrados em diferentes locais.

Oferecemos este breve ensaio genealógico da prole Soriano no Rio Grande do Norte, tendo como ponto de partida, Manoel Marcolino Soriano que se casou com a potiguar Josefa Joaquina da Conceição, ela sendo filha de José Domingos de Castro e Anna Catharina Leite de Oliveira. Desse matrimônio tiveram 10 filhos, onde herdaram os sobrenomes: Soriano, Dantas e de fé.

Manoel Marcolino Soriano teve 40 netos que herdaram os sobrenomes: Rosa, Dantas, Soriano, de fé, Marcolino, Cabrinha, Silva, Costa, Lopes e Sobrinho.


Com a intenção de ampliar as pesquisas sobre mais ascendentes com sobrenome Soriano na região Nordeste do Brasil, seguem mais alguns dados relevantes:

Bahia: Gerolino Soriano, nascido em 1916 em Guanambi/BA e se casou com Luzia Rodrigues de Almeida, ela sendo filha Manuel Rodrigues de Almeida e Maria da Assumpção Amaral. Desse matrimônio tiveram 06 filhos.

Sergipe: 

Alagoas: Pedro Antônio Soriano, nascido aproximadamente em 1832 e se casou com Antônia Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 01 filho.

Pernambuco: Domingos Antônio Soriano, nascido aproximadamente em 1853 e se casou com Maria Pereira Salles, ela sendo filha de Francisco Pereira Salles e Eugênia Pereira da Fonseca. Desse matrimônio tiveram 08 filhos.

Paraíba: Expedito Marcolino Soriano, nascido em 1933 em Campina Grande/PB.

Rio Grande do Norte: Manuel Nunes Soriano, nascido aproximadamente em 1903 e se casou com Mafalda Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 01 filho.

Ceará: Otávio Gonçalves Soriano, nascido aproximadamente em 1916 e se casou com Luíza Gomes da Silva. Desse matrimônio tiveram 01 filha.

Piauí: 

Maranhão: Jener Soriano, nascido aproximadamente em 1880. É filho de Manuel Soriano Guilherme de Mello e Roberta Francisca Coelho Soriano.

 


Texto de Eugênio Pacelly Alves



Referências bibliográficas:

Sobrenome Soriano. Disponível em: >(https://sobrenome.info/sobrenome-soriano)<. Acesso em 09 de março de 2025.

Josefa Joaquina da Conceição. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/GPXW-DBH)<. Acesso em 04 de março de 2025.

Manoel Marcolino Soriano. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/GPXW-F2L)<. Acesso em 04 de março de 2025.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Saga Genealógica do Coronel Antônio da Rocha Pitta I

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiand7Q6hS2IS3fT3Fzit3iJzmy8B1GV6XL5HrEdTIHC4IqomF0Hm6JM51Pc_20TVTfdFCoESPxnkFfTncYRKQCrE-RhdnuWc7QZstU1DfsN3ouLhGlm-UvSg9wguIoGVKOkgHMBLLlAMy7gE45r9aVqRIZASZvwjlRI1MrneWwDjNQo_nI0WsBi6jKCuI/s320/Slide243.jpg

Oferecimento da empresa Mercadinho JE

Coronel Antônio da Rocha Pitta I, nascido aproximadamente em 1640 e em 1ª núpcia se casou com a baiana Aldonsa de La Penha Deusdará, ela sendo filha de Simão da Fonseca de Siqueira e Francisca de La Penha Deusdará. Desse matrimônio tiveram 07 filhos. São eles:

1. Francisca Xavier de La Penha Deusdará, se casou com João Homem Freire.

2. Maria Joanna Pitta Deusdará, se casou com Manoel Homem Freire de Figueiredo. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

3. Simão da Fonseca Pitta, se casou com Antônia da Fonseca Villas Boas. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

4. Coronel Luiz da Rocha Pitta Deusdará

5. Luíza da Rocha Pitta, se casou com Antônio Ferreira Braga. Desse matrimônio tiveram 10 filhos.

6. Brites da Rocha Pitta, se casou com o Desembargador João de Sá Sottomayor

7. Francisco da Rocha Pitta


Como a família Rocha Pita construiu um império no Nordeste colonial

Entre os proeminentes proprietários que alargaram as fronteiras da criação de gado no sertão nordestino, sobressai o Coronel Antônio da Rocha Pita. Apesar de não ter tomado parte na etapa inicial da colonização do Piauí, que ocorreu antes do relatório do padre Miguel de Carvalho e da fundação da primeira freguesia da capitania, sua atuação foi crucial para o desenvolvimento econômico da região a partir do início do século XVIII.

Antes de estabelecer-se no Piauí, Antônio da Rocha Pita adquiriu conhecimento e prestígio em diversas capitanias. Ele atuou na Bahia de Todos os Santos, em Sergipe Del Rei e no Rio Grande do Norte, sempre unindo esforços militares à expansão agropecuária. Essa trajetória lhe proporcionou influência política, riqueza econômica e reconhecimento por parte da coroa.

No Piauí, ele se uniu à poderosa Casa da Torre, tornando-se arrendatário de suas posses. No vale do rio Itaim, que na época fazia parte da vila da Mocha, montou cinco grandes propriedades: Maria Preta, Jenipapo, Tábua, Serra e Torta, todas de vasta extensão. Teve o suporte direto de seu filho Francisco da Rocha Pita na criação desses currais. Após seu falecimento, os bens foram transmitidos ao filho Simão da Fonseca Pita e, subsequentemente, ao neto Christóvão da Rocha Pita, residente na Bahia.

Francisco da Rocha Pita, seguindo o legado do pai, também estabeleceu três fazendas no mesmo vale — Canabrava, Canavieira e Tranqueira — que estavam igualmente atreladas à Casa da Torre através do pagamento de renta. Com a morte do fundador, essas propriedades foram herdadas por seu filho Christóvão, reforçando a centralização de bens nas mãos de um único descendente.

Outro neto, João da Rocha Pita, é mencionado como dono de três fazendas na freguesia de Nossa Senhora do Carmo da Piracuruca, adquiridas em leilão público. Embora oficialmente adquiridas, é provável que algumas dessas terras já fossem ocupadas pela família anteriormente. Assim, dois netos do coronel conseguiram controlar onze fazendas no Piauí, demonstrando a notável expansão territorial do clã.

A família não limitou sua presença ao Piauí. No vale do rio Canindé, Lourenço da Rocha Pita atuou como colonizador da fazenda Caraíbas. Após seu falecimento, a propriedade foi vendida, porém, permaneceu vinculada ao pagamento de rendas às instituições religiosas que gerenciavam as capelas da área. Esses registros mostram como os Rocha Pita teceram laços econômicos, religiosos e administrativos para sustentar suas posses.

Antônio da Rocha Pita nasceu na aldeia de Dantas, freguesia de São Pedro de Rubiães, concelho de Paredes de Coura, em Portugal. Vindo de uma família considerada nobre e influente, recebeu uma educação adequada à sua classe social. Em sua juventude, mudou-se para a Bahia, estabelecendo-se na freguesia de São Tiago do Iguape, no Recôncavo, onde começou suas atividades na agricultura de cana-de-açúcar e na criação de gado.

Ele se casou com Aldonsa de La Penha Deusdará, pertencente a uma tradicional família baiana envolvida na produção de açúcar. Essa união matrimonial aumentou seu capital social e econômico, reforçando a rede de relações que sustentaria sua expansão territorial. 

Em Sergipe, atuou em funções militares e foi promovido a Capitão de ordenanças por nomeação do Governador-geral Luís Gonçalves da Câmara Coutinho, validação que foi recebida do rei em 1692. A justificativa oficial ressaltava sua experiência e capacidade de liderança, evidências de sua participação anterior em atividades de proteção territorial. Documentos também mostram a presença de outros integrantes da família na capitania, o que sugere uma abordagem coletiva para a ocupação.

No ano de 1700, Antônio da Rocha Pita se dirigiu ao Rio Grande do Norte, acompanhando soldados, vaqueiros e uma grande quantidade de gado. Em um pouco mais de dois anos, ele estabeleceu 28 propriedades nos vales do Açu, Apodi e Panema. Essa rápida expansão, realizada com suporte militar, gerou conflitos com colonos que ocupavam as terras sem possuírem títulos formais. Houve embates, mortes e ações judiciais trazidas por proprietários locais, como o coronel Leonardo Bezerra Cavalcanti.

Diante do conflito, a Câmara de Natal buscou auxílio da Coroa. O Desembargador Cristóvão Soares Reimão foi enviado para mensurar e demarcar as terras, reconhecendo apenas uma parte das propriedades de Antônio da Rocha Pita. O Conselho Ultramarino estabeleceu limites padrão para as sesmarias e declarou as áreas excedentes como devolutas. Apesar disso, o coronel apelou à Casa de Suplicação, prolongando a disputa e mantendo a posse das fazendas até seu falecimento.

Depois, seus herdeiros pediram novas concessões, recebendo confirmação de algumas datas de terras. Em 1729, o Capitão-mor Domingos de Moraes Navarro informou ao rei que o coronel havia dominado grande parte do sertão potiguar por quase trinta anos, sustentando-se na força econômica e na influência política.

Antônio da Rocha Pita teve quatro filhos que sobreviveram, todos envolvidos na administração de terras e engenhos. Francisco da Rocha Pita operou engenhos na Bahia e expandiu seu patrimônio no Piauí através de seus filhos, entre eles Christóvão e João. Simão da Fonseca Pitta tornou-se arrematante de dízimos e proprietário de fazendas, enquanto Maria Joana Rocha Pita Deusdará formou laços familiares, por meio de casamento, com outra família de proprietários que tinha sesmarias no Rio Grande do Norte.

A trajetória da família revela uma estratégia bem definida: alianças matrimoniais, serviço militar, laços com grandes instituições fundiárias e exploração das brechas administrativas do sistema de sesmarias. Mesmo enfrentando litígios e contestações, os Rocha Pita conseguiram consolidar um vasto patrimônio territorial e uma forte influência política.

Assim, embora não tenham sido os pioneiros absolutos na ocupação do Piauí, desempenharam um papel crucial na expansão da pecuária e na formação de currais no sertão nordestino. Ao longo de três gerações, converteram oportunidades coloniais em um verdadeiro império rural, tornando-se uma das famílias mais ricas e influentes do Nordeste colonial.



Texto adaptado por Eugênio Pacelly Alves



Referências bibliográficas:

Aldonsa de La Penha Deusdará. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/L6ZH-1MR)<. Acesso em 09 de março de 2025.

Coronel Antônio da Rocha Pitta I. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/L6ZH-1SR)<. Acesso em 09 de março de 2025.

Coronel Antônio da Rocha Pita. Disponível em: >(https://www.portalentretextos.com.br/post/coronel-antonio-da-rocha-pita)<. Acesso em 09 de março de 2025.

Rocha Pita e as informações de Nestor dos Santos Lima. Disponível em: >(https://assunapontadalingua.blogspot.com/2014/04/ipanguacu.html)<. Acesso em 09 de março de 2025.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Memória sobre trilhos: A trajetória da ferrovia e da praça da estação em Fortaleza

 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0NcmpPGuqkwLLGXv1MMywpfDdTaePthiQvl1p0fz2fStMzCJ4zIhOEvZPy09R5GyhH2XSAPJPU4CcqVqOs17bE4NoAK_oIh7rg4WrKi2M6V5_XIwfUcHYJOnTCFUJVvpRbsODQYxvEQrjrrH-TaB3KLTh869qJa0R_fx92Uosh971gO0yUDA-3xJ1EE0/s320/Slide239.JPG

Oferecimento da empresa JE Mercadinho 

Depois que o antigo campo-santo foi desfeito, a área vizinha à atual Praça da Estação passou a abrigar a Estação João Felipe, originalmente conhecida como Estação Central.

A memória ferroviária do Ceará se conecta diretamente a dois marcos do Centro de Fortaleza: a Praça Castro Carreira e a estação. Durante décadas, esses espaços funcionaram como polos complementares de circulação urbana, reunindo embarques, encontros e fluxos cotidianos que ajudaram a consolidar a identidade do entorno. Com o tempo, passaram a ser percebidos como uma mesma referência geográfica e simbólica, hoje associada à Praça da Estação.

Antes da urbanização do local, existia ali o cemitério São Casimiro, considerado o primeiro espaço funerário formal da cidade. Ele surgiu quando ainda predominava o costume de sepultamentos em igrejas, prática comum no período imperial. O cemitério foi implantado em área então periférica e posteriormente desativado, abrindo caminho para novas ocupações.

Com a expansão dos trilhos, a região recebeu a primeira ferrovia cearense, a Estrada de Ferro de Baturité. A implantação da linha coincidiu com a desativação do cemitério, e a retirada de suas estruturas permitiu a instalação de oficinas, depósitos e edifícios administrativos ligados à operação ferroviária. A área viria a integrar o complexo logístico que mais tarde seria vinculado à antiga rede ferroviária federal.

A estação foi oficialmente estruturada ainda no período imperial, durante o reinado de Dom Pedro II, reunindo funções operacionais e de transporte de passageiros em um mesmo conjunto arquitetônico. Ao longo do tempo, mudanças políticas e administrativas alteraram sua denominação, inclusive por ato presidencial na era de Getúlio Vargas, até chegar ao nome atual, consolidado em meados do século XX.

Reconhecida como patrimônio histórico, a estação passou por processos de proteção institucional e hoje está vinculada ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que acompanha sua preservação. O reconhecimento formal ocorreu em 1980, marco que consolidou a importância cultural do complexo ferroviário para a memória urbana da capital cearense.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto adaptado por Patrício Holanda



Referência bibliográfica:

Estação João Felipe e Praça da Estação: conheça a história do berço da ferrovia em Fortaleza. Disponível em: >(Estação João Felipe e Praça da Estação: conheça a história do berço da ferrovia em Fortaleza (METROFOR))<. Acesso em 12 de outubro de 2025.


terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Ramo Holanda Cavalcante e Barroso de Carvalho: Descendentes da prole Alves Feitosa dos Inhamuns

 https://blogger.themes.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguE-gCcne3tVQH6FscD1irpvPuEmd9a673bgVmmaXRSLnrArWe-qrO_zri9AeJ31PQx6P0IVF64_7I8YW-iOjeO0ZmLZ7edYhW1O5GSKrQL918II14ZbEt5CN9VhBxcLeM7KVZEUL6MmzY_y78-vCZBZYFNYLAK9XAL-jPmIityE26G0Z6AlsdO2jjG4g/s1119/Slide235.JPG


Oferecimento da empresa JE Mercadinho

Tudo iniciou com o artigo publicado aqui neste blog em 13 de maio de 2024 com a apresentação em parte do estudo da genealogia da família Alves Feitosa no Sertão dos Inhamuns no Ceará. A raiz destacada no FamilySearch vem do matrimônio entre o Coronel Francisco Alves do Nascimento e Catharina Macrina da Rocha Resende

Dessa maneira daremos continuidade a partir do matrimônio entre:

3.1.1.1. Alexandre de Holanda Cavalcante, nascido aproximadamente em 1780 no Piauí e se casou com Maria das Neves de Barros Bezerra, ela sendo filha de Manoel de Barros Bezerra e Anna de Moura Fé. Desse matrimônio tiveram 04 filhos. São eles: 

3.1.1.1.1. Manoel de Barros Cavalcanti, nascido aproximadamente em 1798 e se casou com Rosa Maria do Espírito Santo. Desse matrimônio tiveram 02 filhos. São eles: 

3.1.1.1.1.1. Joana Maria de Jesus, nascida aproximadamente em 1830 e se casou com Fortunato José da Cunha.

3.1.1.1.1.2. Victor de Barros Cavalcante, nascido aproximadamente em 1850 e se casou com Adelaide Maria da Conceição, ela sendo filha de Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 01 filho. 


3.1.1.1.2. Margarida, nascida aproximadamente em 1802.

3.1.1.1.3. Victor de Barros Cavalcanti, nascido aproximadamente em 1817.

3.1.1.1.4. Joaquina de Barros Cavalcante, nascida aproximadamente em 1820 e se casou com Vidal Corrêa Lima, ele sendo filho do Tenente Antônio Correia Lima e Clara Maria de Araújo. Desse matrimônio tiveram 01 filho. É ele:

3.1.1.1.4.1. Condestavel Corrêa Lima, nascido aproximadamente em 1833 e se casou com Raimunda Conrada da Silveira, ela sendo filha de Carlos Gomes da Silva e Francisca Francelina de Alencar. Desse matrimônio tiveram 07 filhos. 


3.1.1.2. Marcos de Holanda Cavalcante I, nascido aproximadamente em 1780 e se casou com Maria de Moura Fé, ela sendo filha de Leonardo de Moura Fé e Maria Borges Leal. Desse matrimônio tiveram 02 filhos. São eles:

3.1.1.2.1. Leonor de Holanda Cavalcanti, nascida aproximadamente em 1800 e se casou com Joaquim Barroso de CarvalhoDesse matrimônio tiveram 08 filhos. São eles:

3.1.1.2.1.1. Thomaz Barroso de Carvalho, nascido aproximadamente em 1810 e se casou com Joaquina Maria do Espírito Santo. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. São eles:

3.1.1.2.1.1.1. Antônia Barroso de Carvalho, nascida aproximadamente em 1840 e se casou com Manoel Ferreira Ponciano, ele sendo filho de Vicente Ferreira Ponciano e Joanna Maria de Moura. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. 

3.1.1.2.1.1.2. Maria Joaquina de Carvalho, se casou com Severiano Pereira Dias, ele sendo filho de Quintiliano Pereira da Silva e Ignácia Maria de Jesus. 

3.1.1.2.1.1.3. Victalino Barrozo Lyra, se casou com Carlota Gomes da Silva, ela sendo filha de Raimundo Gomes da Silva e Lucinda Ferreira da Silva. Desse matrimônio tiveram 01 filha.


3.1.1.2.1.2. Capitão Manoel Barroso de Carvalho

3.1.1.2.1.3. João Barroso de Carvalho, nascido aproximadamente em 1825 e se casou com Dorotéia Maria do Espírito Santo. Desse matrimônio tiveram 02 filhas. São elas:

3.1.1.2.1.3.1. Antônia Barroso de Moura, se casou com Elias Barroso de Carvalho, ele sendo filho de José Barroso de Moura.

3.1.1.2.1.3.2. Francisca Maria do Espírito Santo, se casou com Manoel Antônio de Macêdo, ele sendo filho de Francisco Antônio de Macêdo e Maria do Nascimento.


3.1.1.2.1.4. Justino Barroso de Carvalho, nascido aproximadamente em 1830 e se casou com Maria Joaquina dos Reis. Desse matrimônio tiveram 02 filhos. 

3.1.1.2.1.5. Ana Joaquina de Carvalho, se casou com Feliciano Pereira dos Santos, ele sendo filho de Manoel Pereira dos Santos e Ana Moura Fé.

3.1.1.2.1.6. José Barroso de Carvalho, nascido aproximadamente em 1835. Desse matrimônio teve 01 filho. 

3.1.1.2.1.7. Félix Barroso de Carvalho, nascido em 1836 em Picos/PI e se casou com Cypriana Maria de Jesus. Desse matrimônio tiveram 02 filhos. 

3.1.1.2.1.8. Raimundo Barroso de Carvalho


3.1.1.2.2. Marcos de Holanda Cavalcanti

 

3.1.1.3. Ana Rita de Holanda

3.1.1.4. Arnaud de Holanda Cavalcanti

3.1.1.5. José de Holanda Cavalcante






Texto de Eugênio Pacelly Alves



Referências bibliográficas:

Alexandre de Holanda Cavalcante. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/GZ5K-HHH)<. Acesso em 24 de agosto de 2024.

Cococi no Ceará e a família Alves FeitosaDisponível em: >(Cococi no Ceará e a família Alves Feitosa (GuardaChuva Educação))<. Acesso em 19 de setembro de 2024.

Descendentes da família Alves Feitosa de 1620 a 1700. Disponível em: >(Descendentes da família Alves Feitosa de 1620 a 1700 (GuardaChuva Educação))<. Acesso em 19 de setembro de 2024.

Feitosas do Sertão dos Inhamuns. Disponível em: >(Feitosas do Sertão dos Inhamuns (GuardaChuva Educação))<. Acesso em 19 de setembro de 2024.

Josefa Álvares Feitosa. Disponível em: >(Josefa Álvares Feitosa (FamilySearch))<. Acesso em 20 de agosto de 2024.

Maria das Neves de Barros Bezerra. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/GH9P-VWL)<. Acesso em 19 de agosto de 2024.

Primeiros descendentes da família Alves Feitosa de 1700 a 1800. Disponível em: >(Primeiros descendentes da família Alves Feitosa de 1700 a 1800 (GuardaChuva Educação))<. Acesso em 19 de setembro de 2024.