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terça-feira, 28 de abril de 2026

Genealogia dos primeiros Rodrigues Farias na família Ferreira Duarte em Ipu/CE

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Segundo estudos genealógicos que envolve às famílias Rodrigues Farias e Ferreira Duarte, engloba principalmente a cidade de Ipu no estado do Ceará. Neste artigo, lhes apresento quem são os descendentes da prole de Eugênia Ferreira Duarte.

Eugênia, também conhecida como Eugênia Álvares Ferreira, se casou com Antônio Ferreira da Rocha, ele sendo filho de João de Farias Leite I e Izabel Vaz da Silveira. Desse matrimônio tiveram 10 filhos. São eles:

1. Isabel Rodrigues de Farias, nascida aproximadamente em 1805 e se casou com Joaquim Pedro da Cruz, ele sendo filho de Francisco Pedro da Cruz e Anna Constância Ferreira Xavier. Desse matrimônio tiveram 11 filhos. São eles:

1.1. Geraldo, nascido aproximadamente em 1834.

1.2. Joaquim Porfírio dos Passos (ver), nascido em 1836 em Ipueiras/CE e em 1ª núpcia se casou com Francisca Ferreira Passos, ela sendo filha de Francisco de Freitas Furtado e Rosa Ferreira Passos. Desse matrimônio tiveram 01 filho.

Joaquim em 2ª núpcia se casou com Izabel Marianna de Souza, ela sendo filha de Felis de Sousa Soares e Anna Joaquina de Farias. Desse matrimônio tiveram 06 filhos.

1.3. Antônio Alves Pequeno, nascido aproximadamente em 1840 e se casou com Teresa Ferreira de Oliveira, ela sendo filha de Raimundo Ferreira Santiago e Damiana Alves Ferreira.

1.4. Eugênia Alves de Farias, nascida em 1841 em Ipu/CE e se casou com Marcolino José de Brito, ele sendo filho de Fidelis José Brito e Silvana Theodora de Sá. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

1.5. Francisca Cruz, nascida em 1842 em Ipu/CE.

1.6. Laurentino Rodrigues de Farias, nascido aproximadamente em 1856 e se casou com Petronilla Ximenes de Farias, ela sendo filha do Capitão José Ximenes de Aragão e Ana Joaquina de Farias. Desse matrimônio tiveram 09 filhos.


Imagem 1 - Ancestralidade do Capitão José Ximenes de Aragão

Fonte: FamilySearch - Árvore genealógica do Capitão José Ximenes de Aragão (2020)



Imagem 2 - Ancestralidade da Ana Joaquina de Farias

Fonte: FamilySearch - Árvore genealógica da Ana Joaquina de Farias (2020)


1.7. Luíza Rodrigues de Farias, nascida aproximadamente em 1859 e se casou com Joaquim Mendes da Costa, ele sendo filho de Júlio Cordeiro da Cruz e Joanna Antônia de Souza. Desse matrimônio tiveram 08 filhos.

1.8. Ana Rodrigues de Farias, nascida aproximadamente em 1860 e se casou com Luís Alves Ferreira, ele sendo filho de Ignácio Alves Ferreira e Rosa Maria Ferreira. Desse matrimônio tiveram 12 filhos.

1.9. Adelina Rodrigues de Farias

1.10. Francisco Passos de Farias

1.11. Maria Alves Ferreira, se casou com Antônio Alves Ferreira, ele sendo filho de Ignácio Alves Ferreira e Rosa Maria Ferreira. Desse matrimônio tiveram 01 filha.


2. Ana Rodrigues de Farias, nascida aproximadamente em 1838 e se casou com Joaquim José Soares, ele sendo filho de João Soares Barbosa e Quitéria Ferreira de Oliveira.

3. Capitão Sebastião Ferreira de Santiago, se casou com Maria Izabel de Oliveira. Desse matrimônio tiveram 07 filhos. São eles:

3.1. Jovino Santiago

3.2. Elliziário Santiago

3.3. Luísa Santiago

3.4. Antonino Santiago

3.5. Sinésio Santiago

3.6. Purcina Santiago

3.7. Eulália Santiago


4. Anna Ferreira Duarte, se casou com Antônio das Mercês Santiago. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. São eles:

4.1. Simplício Augusto Ferreira Santiago, nascido aproximadamente em 1815 e se casou com Bernardina Alves Ferreira, ela sendo filha de Antônio Ferreira da Rocha e Eugênia Ferreira Duarte. Desse matrimônio tiveram 05 filhos.

4.2. Raimunda, nascida aproximadamente em 1846.

4.3. João Antônio Ferreira


5. Bernardina Alves Ferreira, se casou com Simplício Augusto Ferreira Santiago, ele sendo filho de Antônio das Mercês Santiago e Anna Ferreira Duarte. Desse matrimônio tiveram 05 filhos. São eles:

5.1. Anna Alves Ferreira Santiago, nascida aproximadamente em 1839 e se casou com Raimundo Alves da Costa, ele sendo filho de Vito Alves da Costa e Sebastiana de Barros. Desse matrimônio tiveram 03 filhos.

5.2. Eugênia Alves Santiago, nascida aproximadamente em 1839 e se casou com Benedicto de Deus Pires Ferreira, ele sendo filho de João de Deus Pires Ferreira Filho e Joanna Bandeira de Mello. Desse matrimônio tiveram 09 filhos.


Imagem 3 - Ancestralidade de João de Deus Pires Ferreira Filho

Fonte: FamilySearch - Árvore genealógica de João de Deus Pires Ferreira Filho (2025)



Imagem 4 - Ancestralidade de Joanna Bandeira de Mello

Fonte: FamilySearch - Árvore genealógica de Joaquim Porfírio de Farias (2025)


5.3. Levindo Alves Ferreira Santiago, nascido em 1844 em Pastos Bons/MA e em 1ª núpcia se casou com Benta Ribeiro de Sousa.

Levindo em 2ª núpcia se casou com Joaquina Rosaria Campos. Desse matrimônio tiveram 08 filhos.

5.4. Rosendo Alves Ferreira Santiago, nascido aproximadamente em 1846.

5.5. Ramiro Alves Ferreira Santiago, nascido aproximadamente em 1850.


6. Cosme Ferreira Duarte, se casou com Luzia Francisca dos Santos. Desse matrimônio tiveram 06 filhos. São eles:

6.1. Genebra, nascida aproximadamente em 1828.

6.2. Domingos, nascido aproximadamente em 1839.

6.3. Rita, nascida aproximadamente em 1843.

6.4. Feliz Ferreira Camello

6.5. Francisco Ferreira Camello

6.6. Victorino Ferreira Camello


7. Francisca Alves Ferreira, se casou com João Antônio Ferreira, ele sendo filho de Antônio das Mercês de Santiago e Anna Ferreira Duarte.

8. Francisca Ferreira Duarte, se casou com Lourenço Gomes Nobre, ele sendo filho de João de Farias Leite I e Izabel Vaz da Silveira. Desse matrimônio tiveram 14 filhos. São eles:

8.1. José Rodrigues de Farias, nascido aproximadamente em 1810 e se casou com Joana Alves Feitosa Salles, ela sendo filha do Coronel Diogo Lopes de Araújo Sales e Maria José de Araújo Salles. Desse matrimônio tiveram 10 filhos. 


Imagem 5 - Ancestralidade de Joana Alves Feitosa Salles


Fonte: FamilySearch - Árvore genealógica do Coronel Diogo Lopes de Araújo Sales (2025)


8.2. Eduardo Rodrigues de Farias, nascido aproximadamente em 1830 e se casou com Emerenciana dos Prazeres. Desse matrimônio tiveram 06 filhos. 

8.3. Guilhermina Ferreira Duarte, nascida em 1837 em Ipu/CE e se casou com João Rodrigues de Farias, ele sendo filho de Francisco Gomes Nobre e Jacinta Ribeiro Marinho. Desse matrimônio tiveram 10 filhos. 

8.4. Joanna, nascida em 1846 em Ipu/CE.

8.5. Vicência Rodrigues de Farias, nascida aproximadamente em 1850 e se casou com Antonino Rodrigues de Farias. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. 

8.6. Antônio Rodrigues de Farias, se casou com Rita Francisca de Souza, ela sendo filha de Bernardo Pereira Souto e Francisca de Souza e Oliveira. Desse matrimônio tiveram 07 filhos. 

8.7. Isabel Ferreira Duarte, se casou com Manoel Rodrigues de Farias, ele sendo filho de Francisco Gomes Nobre e Jacinta Ribeiro Marinho. Desse matrimônio tiveram 05 filhos. 

8.8. Izabel Rodrigues de Farias, se casou com Lauriano Rodrigues de Mello. Desse matrimônio tiveram 03 filhos.

8.9. Jerônimo Rodrigues de Farias, em 1ª núpcia se casou com Joaquina Rodrigues das Flores. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. 

Jerônimo em 2ª núpcia se casou com Izabel Gonçalves Pereira, ela sendo filha de Estevão Gonçalves Pereira e Francisca Craveira Ferraz. Desse matrimônio tiveram 01 filho.


Imagem 6 - Ancestralidade de Izabel Gonçalves Pereira

Fonte: FamilySearch - Árvore genealógica de Estevão Gonçalves Pereira (2021)


8.10. João de Farias Leite, se casou com Esmeria de Souza e Oliveira, ela sendo filha de Antônio Rodrigues de Farias e Rita Francisca de Souza.

8.11. Lourenço Porfírio de Farias, se casou com Maria Rodrigues das Neves, ela sendo filha de João Rodrigues da Cunha e Antônia Fernandes das Neves. Desse matrimônio tiveram 01 filho.

8.12. Manuel Rodrigues de Farias, se casou com Maria de Paiva da Conceição. Desse matrimônio tiveram 03 filhos.

8.13. Sancho Porfírio de Farias, se casou com Casciana Rodrigues de Farias, ela sendo filha de Francisco Gomes Nobre e Jacinta Ribeiro Marinho. Desse matrimônio tiveram 03 filhos.

8.14. Sebastião Rodrigues de Mendonça, se casou com Cândida Ribeiro Marinho, ela sendo filha de Antônio Ribeiro Fialho Senior e Anna Rodrigues de Mendonça. Desse matrimônio tiveram 06 filhos.


9. Ignácio Alves Ferreira

10. Maria Ferreira Duarte, se casou com Ignácio Soares Sampaio. Desse matrimônio tiveram 02 filhos. São eles:

10.1. Eugênia Soares Duarte, se casou com Joaquim Barboza Ribeiro, ele sendo filho de Ignácio Barboza Ribeiro e Josefa Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 01 filho.

10.2. Joaquim Soares Barbosa, se casou com Ana Maria da Conceição, ela sendo filha de João Damasceno Ferreira e Maria Francisca de Jesus.


A leitura da descendência ligada a Eugênia Ferreira Duarte permite observar a formação de uma rede familiar ampla, articulada por casamentos sucessivos e pela permanência em núcleos específicos do interior cearense. Nesse sentido, a concentração dessas linhagens em áreas como Ipu evidencia um padrão recorrente de fixação territorial associado ao parentesco. Conforme apontado em estudos históricos, “a ocupação do território foi marcada pela formação de famílias que se expandiram e consolidaram suas raízes locais” (BLOG DO KLEBER TEIXEIRA, s.d.), o que reforça a ideia de continuidade dessas estruturas familiares.

Além disso, a repetição de alianças entre sobrenomes como Rodrigues de Farias, Ferreira Duarte e Santiago indica uma estratégia de manutenção de vínculos internos. Dessa forma, não se trata apenas de crescimento demográfico, mas de um modelo de organização social baseado na proximidade entre grupos aparentados. De modo indireto, percebe-se que essas conexões favoreceram a estabilidade das famílias, contribuindo para a consolidação de sua presença em diferentes localidades (O POVO, 2025). Assim, o parentesco assume função central na estruturação da sociedade local.

Por outro lado, a análise dessas linhagens revela também a mobilidade entre regiões próximas, ainda que mantendo um eixo territorial comum. Casamentos com indivíduos de áreas vizinhas demonstram que o deslocamento não implicava ruptura, mas sim ampliação das redes familiares. Nesse contexto, estudos reunidos sobre o Ceará indicam que “as estruturas familiares acompanharam o avanço territorial e consolidaram a presença humana nas novas áreas” (apud INSTITUTO DO CEARÁ, 1915). A citação da citação evidencia que o movimento dessas famílias esteve ligado à própria dinâmica de ocupação do interior.

Portanto, ao considerar o conjunto das informações, verifica-se que essas linhagens não apenas se multiplicaram, mas estruturaram relações duradouras que atravessaram gerações. A genealogia apresentada demonstra que a permanência em determinadas regiões, aliada à formação de alianças, contribuiu para a construção de uma base social sólida. Desse modo, a análise dessas famílias permite compreender como o território e o parentesco se entrelaçam, formando um quadro no qual identidade e continuidade se mantêm interligadas ao longo do tempo.


Ipu/CE:

A formação das famílias mais antigas do Ceará está diretamente ligada ao processo de ocupação do território, marcado pela presença de grupos oriundos de diferentes regiões e pela interação com populações indígenas. Registros históricos sobre o interior cearense indicam que áreas como o atual município de Ipu foram inicialmente habitadas por povos originários, cuja presença antecede a chegada de colonizadores europeus (INSTITUTO DO CEARÁ, 1915). Esse dado demonstra que a constituição das primeiras famílias ocorreu em um cenário de contato cultural e adaptação territorial.

Com a interiorização, famílias passaram a se fixar em regiões estratégicas, organizando núcleos produtivos e sociais. A expansão para áreas serranas e vales favoreceu o surgimento de comunidades estruturadas em torno da agricultura e da pecuária. Conforme descrito em estudos históricos locais, o povoamento de Ipu ocorreu a partir da fixação de grupos familiares que estabeleceram vínculos duradouros com a terra e com a organização social emergente (BLOG DO KLEBER TEIXEIRA, s.d.). De forma indireta, compreende-se que essas famílias desempenharam papel essencial na consolidação das primeiras estruturas comunitárias.

A presença de linhagens antigas pode ser identificada por meio da repetição de sobrenomes e pela continuidade de relações familiares ao longo das gerações. A formação dessas redes evidencia que o parentesco funcionava como elemento de coesão social. Nesse sentido, destaca-se que “a ocupação do território foi marcada pela formação de famílias que se expandiram e consolidaram suas raízes locais” (BLOG DO KLEBER TEIXEIRA, s.d.). A citação direta reforça a importância dos vínculos familiares na construção da sociedade regional.

Além disso, a configuração das famílias cearenses antigas está relacionada à adaptação ao ambiente natural. Regiões como Ipu, conhecidas por suas características geográficas específicas, favoreceram a permanência de grupos que desenvolveram atividades econômicas compatíveis com o meio. Reportagens sobre o patrimônio cultural local indicam que a herança dessas famílias permanece associada à paisagem e às tradições transmitidas ao longo do tempo (O POVO, 2025). Esse aspecto revela a integração entre família, território e cultura.

A análise desses processos pode ser ampliada por meio da citação da citação. Estudos históricos reunidos em pesquisas sobre o Ceará indicam que a formação das famílias esteve vinculada à ocupação progressiva do interior e à organização de núcleos sociais estáveis, sendo mencionado que “as estruturas familiares acompanharam o avanço territorial e consolidaram a presença humana nas novas áreas” (apud INSTITUTO DO CEARÁ, 1915). Esse recurso evidencia que a genealogia regional está conectada a movimentos mais amplos de colonização e adaptação.

Outro ponto relevante refere-se à permanência dessas famílias ao longo do tempo. A continuidade de determinados grupos em regiões específicas demonstra a capacidade de adaptação às transformações sociais e econômicas. De forma indireta, observa-se que a manutenção de tradições e vínculos familiares contribuiu para a preservação de identidades locais, mesmo diante de mudanças estruturais (O POVO, 2025). Esse fenômeno reforça a importância da genealogia como ferramenta para compreender a história social do estado.

A constituição das famílias mais antigas do Ceará, portanto, pode ser entendida como resultado da interação entre diferentes fatores, incluindo ocupação territorial, adaptação ao ambiente e formação de redes de parentesco. A análise das fontes evidencia que essas linhagens desempenharam papel central na organização da sociedade, contribuindo para a formação de comunidades que se mantiveram ao longo das gerações.


Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Natália Cardoso




Referências bibliográficas:

_________Ana Joaquina de Farias. Ancestralidade de Joaquim Porfírio de Farias2020. Imagem colorida. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/GQZH-WFF)<. Acesso em 06 de janeiro de 2026.

_________Capitão José Ximenes de Aragão. Ancestralidade do Capitão José Ximenes de Aragão2020. Imagem colorida. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/9JSF-814)<. Acesso em 06 de janeiro de 2026.

_________Coronel Diogo Lopes de Araújo. Ancestralidade da Joana Alves Feitosa de Salles2025. Imagem colorida. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/G757-97D)<. Acesso em 08 de janeiro de 2026.

_________Estevão Gonçalves Pereira. Ancestralidade de Izabel Gonçalves Pereira2021. Imagem colorida. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/pedigree/landscape/GHC1-75N)<. Acesso em 08 de janeiro de 2026.

_________Joanna Bandeira de Mello. Joanna Bandeira de Mello2025. Imagem colorida. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/L1HG-SRG)<. Acesso em 06 de janeiro de 2026.

_________João de Deus Pires Ferreira Filho. João de Deus Pires Ferreira Filho2025. Imagem colorida. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/L1HL-5MP)<. Acesso em 06 de janeiro de 2026.

A origem do Ipu GrandeDisponível em: >(A origem do Ipu Grande (Blog do Kleber Teixeira))<. Acesso em 06 de março de 2026.

Ana Rodrigues de Farias. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/G4F3-FRF)<. Acesso em 06 de março de 2026.

Antônio Ferreira da Rocha. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/G2DM-QQ3)<. Acesso em 06 de março de 2026.

Eugênia Ferreira Duarte. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/GNLR-Z3W)<. Acesso em 06 de março de 2026.

Ipu: herança natural e literária cearenseDisponível em: >(Ipu: herança natural e literária cearense (OPovo))<. Acesso em 06 de março de 2026.

Um pouco de Chronica do IpuDisponível em: >(Um pouco de Chronica do Ipu (Instituto do Ceará))<. Acesso em 06 de março de 2026.

sábado, 25 de abril de 2026

Genealogia de Francisco Ribeiro Bessa de 1801 a 1850

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Um oferecimento da Rubble Assessoria de Investimentos

Tudo iniciou com o artigo publicado aqui neste blog em 12 de novembro de 2024 com a apresentação em parte do estudo da genealogia da família Bessa de Portugal para a região Nordeste do Brasil. Uma das raízes destacadas neste artigo vem do matrimônio entre Francisco Ribeiro Bessa e Catarina Barbalho, ela sendo filha de João Soares de Avellar e Isabel de Vasconcelos.

Dessa maneira daremos continuidade a partir da descendência dos bisnetos deles. 


Filhos da Izabel Maria de Nazaré e do Coronel Manoel Felippe Pereira de Castello Branco:

1.1.3.1.4.1. Alexandrina Castello Branco, se casou com Antônio Gaspar da Silveira, ele sendo filho de Gaspar Nogueira de Lucena e Rosa Francisca da Silveira Vasconcelos. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. São eles:

1.1.3.1.4.1.1. Isabel Carlota da Silveira, nascida aproximadamente em 1839 e se casou com Targino José de Góis, ele sendo filho de Antônio de Gois Nogueira e Cosma Barbalho. Desse matrimônio tiveram 17 filhos.


Figura 1 - Ancestralidade de Antônio de Gois Nogueira

Fonte: FamilySearch - Antônio de Gois Nogueira (2022)



1.1.3.1.4.1.2. Raimunda Branca da Silveira

1.1.3.1.4.1.3. José Nogueira Castello Branco


1.1.3.1.4.2. Coronel Pedro José Pereira Castelo Branco, nascido aproximadamente em 1818 e se casou com Thereza Antônia de Castello Branco, ela sendo filha do Doutor Manoel Soares da Silva Bezerra e Maria Thereza de Albuquerque Lima. Desse matrimônio tiveram 07 filhas. São elas:

1.1.3.1.4.2.1. Anna Maria Castelo Branco, nascida em 1841 em Tauá/CE e se casou com João Correa Lima. Desse matrimônio tiveram 07 filhos.

1.1.3.1.4.2.2. Antônia Maria Castelo Branco, nascida aproximadamente em 1850.

1.1.3.1.4.2.3. Leonarda Maria Castelo Branco

1.1.3.1.4.2.4. Raimunda Castello Branco

1.1.3.1.4.2.5. Teresa Castelo Branco

1.1.3.1.4.2.6. Izabel Maria de Nazareth

1.1.3.1.4.2.7. Izabel Nazareth de Castelo Branco


1.1.3.1.4.3. João Pereira Castello Branco, nascido aproximadamente em 1822 e se casou com Maria Oliveira Castelo Branco, ela sendo filha de Narcizo Álvares de Souza e Anna Izabel da Conceição. Desse matrimônio tiveram 12 filhos. São eles:

1.1.3.1.4.3.1. Anna Isabel Castelo Branco, nascida aproximadamente em 1837 e se casou com Belizário Barroso de Sousa. Desse matrimônio tiveram 03 filhos.

1.1.3.1.4.3.2. Maria de Oliveira Castello Branco, nascida aproximadamente em 1845 e se casou com Francisco Antônio de Oliveira Sobrinho, ele sendo filho de Manoel Antônio de Oliveira e Francisca Leopoldina. Desse matrimônio tiveram 01 filha.

1.1.3.1.4.3.3. Manoel Castello Branco, nascido aproximadamente em 1848.

1.1.3.1.4.3.4. Isabel Maria de Castello Branco

1.1.3.1.4.3.5. Raymundo Pereira Castello Branco

1.1.3.1.4.3.6. Luísa Castello Branco

1.1.3.1.4.3.7. Amélia Castello Branco

1.1.3.1.4.3.8. José Pereira Castello Branco

1.1.3.1.4.3.9. Alfredo Barros Castello Branco

1.1.3.1.4.3.10. Josefa Castello Branco

1.1.3.1.4.3.11. João Pereira Castello Branco Filho

1.1.3.1.4.3.12. Virgínia Castello Branco


1.1.3.1.4.4. Anna Isabel Castello Branco, nascida aproximadamente em 1823 e em 1ª núpcia se casou com Francisco Antônio da Silveira. Desse matrimônio tiveram 05 filhos. São eles:

1.1.3.1.4.4.1. Anna, nascida em 1848 em Baturité/CE.

1.1.3.1.4.4.2. Maria da Silveira, nascida aproximadamente em 1850.

1.1.3.1.4.4.3. Manoel

1.1.3.1.4.4.4. João da Silveira Castelo Branco

1.1.3.1.4.4.5. José da Silveira Castelo Branco

Anna Isabel em 2ª núpcia se casou com Luiz Manoel de Sousa Pinheiro. Desse matrimônio tiveram 01 filho. 


1.1.3.1.4.5. José Pereira Castello Branco, nascido aproximadamente em 1824 e se casou com Luíza Pereira, ela sendo filha de Francisco Alves de Carvalho. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. São eles:

1.1.3.1.4.5.1. José Castello Branco, nascido em 1836 em Russas/CE.

1.1.3.1.4.5.2. Francisco Castello Branco, nascido em 1837 em Russas/CE.

1.1.3.1.4.5.3. Francisca Castello Branco, nascida em 1839 em Russas/CE.


1.1.3.1.4.6. Venâncio Pereira Castello Branco, nascido aproximadamente em 1825 e em 1ª núpcia se casou com Izabel Maria de Nazareth, ela sendo filha do Coronel Pedro José Pereira Castelo Branco e Thereza Antônia de Castelo Branco. Desse matrimônio tiveram 08 filhos. São eles:

1.1.3.1.4.6.1. Maria, nascida em 1839 em Baturité/CE.

1.1.3.1.4.6.2. Antônio Pereira da Silveira Castello Branco, nascido em 1842 em Baturité/CE e se casou com Izabel Maria.

1.1.3.1.4.6.3. Francisca Izabel Castello Branco, nascida em 1844 em Baturité/CE e se casou com Antônio Pereira de Queirós, ele sendo filho de Antônio Pereira de Queiroz e Isabel Maria do Carmo. Desse matrimônio tiveram 12 filhos. 


Figura 2 - Ancestralidade de Antônio Pereira de Queiroz

Fonte: FamilySearch - Antônio Pereira de Queiroz (2021)



1.1.3.1.4.6.4. Maria, nascida em 1847 em Baturité/CE.

1.1.3.1.4.6.5. Jozefa Izabel de Castello Branco, nascida aproximadamente em 1848.

1.1.3.1.4.6.6. Manoel Antônio da Silveira Castello Branco, nascido aproximadamente em 1849.

1.1.3.1.4.6.7. José Castello Branco

1.1.3.1.4.6.8. Maria Izabel de da Silveira Castello Branco


1.1.3.1.4.7. Maria Castelo Branco, nascida aproximadamente em 1826.

1.1.3.1.4.8. Bernardina Castello Branco, nascida aproximadamente em 1828.

1.1.3.1.4.9. Manuel Felipe Castelo Branco, se casou com Cândida Getrudes, ela sendo filha do Alferes Antônio Cândido. Desse matrimônio tiveram 02 filhos. São eles:

1.1.3.1.4.9.1. Antônio Castello Branco, nascido em 1844 em Real Monte-Mor/CE.

1.1.3.1.4.9.2. Tertuliano Augusto Castello Branco, nascido aproximadamente em 1847.


1.1.3.1.4.10. Francisco Pereira Castelo Branco

1.1.3.1.4.11.  Isabel Castelo Branco


Filho da Rosa Francisca da Silveira Vasconcelos e Gaspar Nogueira de Lucena:

1.1.3.1.5.1. Antônio Gaspar da Silveira, se casou com Alexandrina Castello Branco, ela sendo filha de Manoel Felippe Pereira Castello Branco e Izabel Maria de Nazaré. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. 


Filhos do Marçal Gomes da Silveira e Izabel Maria de Mello:

1.1.3.2.11.1. José Raimundo da Silveira Neto, nascido em 1841 em Baturité/CE e se casou com Maria da Silveira Neto. Desse matrimônio tiveram 01 filha.

1.1.3.2.11.2. Francisca da Silveira Garcia, nascida aproximadamente em 1842 e se casou com Antônio Hygino Queiroz, ele sendo filho de Joaquim Antônio da Cunha e Isabel Francisca de Jesus. Desse matrimônio tiveram 01 filho.

1.1.3.2.11.3. Francisco Marçal da Silveira Garcia, nascido aproximadamente em 1843.

1.1.3.2.11.4. Maria Gomes da Silveira, nascida aproximadamente em 1844.

1.1.3.2.11.5. Marçal, nascido em 1846 em Baturité/CE.

1.1.3.2.11.6. Maria Josefina da Silveira, nascida aproximadamente em 1847.

1.1.3.2.11.7. Felícia Olímpia da Silveira, nascida aproximadamente em 1852.

1.1.3.2.11.8. Francisca Leopoldina da Silveira, nascida em 1854 em Baturité/CE e se casou com Liberato Pereira de Aguiar, ele sendo filho de Francisco José Pereira Aguiar e Martha Maria Gonçalves Aguiar. Desse matrimônio tiveram 12 filhos.

1.1.3.2.11.9. João Gomes da Silva, nascido em 1857 em Baturité/CE.

1.1.3.2.11.10. Luíza Gomes da Silveira, nascida em 1860 em Baturité/CE.


Filho da Maria Santana da Silveira e Camilo Henrique da Silveira Borges Távora:

1.1.3.8.1.1. João Franklin da Silveira Távora, nascido aproximadamente em 1842 e em 1ª núpcia se casou com  Alexandrina Guilhermina Teixeira. Desse matrimônio tiveram 03 filhos.

João Franklin em 2ª núpcia com Leopoldina da Conceição Martins, ela sendo filha de José Luiz Martins e Anna Lúcia Diniz Martins. Desse matrimônio tiveram 01 filho.


Filhos do Silvestre Gomes da Silveira e Antônia de Sousa Nogueira:

1.1.3.11.1. Jozé Gomes da Silveira, nascido em 1799 em Aquiraz/CE.

1.1.3.11.2. Maria Gomes da Silveira, nascida em 1806 em Baturité/CE.


Filhos do José Raimundo da Silveira e Mariana Renovata de Vasconcelos:

1.1.3.12.1. Silvério Gomes da Silveira, G385-8JC

1.1.3.12.2. Mariana Altino da Silveira, 

1.1.3.12.3. Marçal Gomes da Silveira, 

1.1.3.12.4. Francisco Antônio da Silveira, 


Filhos do Sebastião Ribeiro de Vasconcelos e Damazia Cabral Mello:

1.1.5.1.1. Ignácio Ribeiro de Vasconcelos, nascido aproximadamente em 1797 e se casou com Anna Francisca de Jesus, ela sendo filha de José Soares Leitão e Manoela Francisca de Jesus. Desse matrimônio tiveram 01 filha. É ela:

1.1.5.1.1.1. Joanna, nascida aproximadamente em 1818.


1.1.5.1.2. Maria, nascida aproximadamente em 1798.

1.1.5.1.3. Francisca Gomes de Castro, nascida aproximadamente em 1798 e se casou com João Francisco da Silva. Desse matrimônio tiveram 01 filha. É ela:

1.1.5.1.3.1. Izabel, nascida em 1820 em Quixeramobim/CE.


1.1.5.1.4. Manoel, nascido aproximadamente em 1805.

1.1.5.1.5. Izabel Ribeiro de Vasconcellos, nascida aproximadamente em 1810.

1.1.5.1.6. Josefa Ribeiro de Vasconcelos, nascida aproximadamente em 1815 e se casou com Ignácio Gomes Parente.

1.1.5.1.7. Antônia Ribeiro de Vasconcelos, se casou com Manoel da Costa Lima. Desse matrimônio tiveram 01 filha. É ela:

1.1.5.1.7.1. Sabina Ribeiro de Vasconcelos, se casou com José Mathias Gomes, ele sendo filho de Mathias Gomes de Andrade e Francisca Maria de Jesus.


1.1.5.1.8. Thomaz Soares de Aquino, se casou com Thereza Maria de Jesus, ela sendo filha de Izabel da Cruz. Desse matrimônio tiveram 02 filhos. São eles:

1.1.5.1.8.1. João Francisco Gonçalves, nascido em 1844 em São João do Cariri/PB e se casou com Emília Maria da Conceição, ela sendo filha de Gabriel Xavier da Costa e Vicência Thereza de Lima. Desse matrimônio tiveram 05 filhos.

1.1.5.1.8.2. Sebastião Soares Aquino


Filhos da Thereza de Jesus Vasconcellos e Joaquim da Silva Lira:

1.2.1.1.1. Maria Francisca de Jesus, nascida aproximadamente em 1796 e se casou com Antônio Garcia de Sá Barroso, ele sendo filho de Teresa de Jesus. Desse matrimônio tiveram 11 filhos. São eles:

1.2.1.1.1.1. Theresa Garcia de Jesus, nascida aproximadamente em 1815.

1.2.1.1.1.2. José Garcia de Sá Barroso, nascido em 1818 em Seridó/RN.

1.2.1.1.1.3. Anna Garcia de Jesus, nascida em 1819 em Seridó/RN.

1.2.1.1.1.4. Francisco Garcia, nascido aproximadamente em 1820.

1.2.1.1.1.5. Bernardino Garcia, nascido em 1821 em Caicó/RN.

1.2.1.1.1.6. Maria Garcia de Jesus, nascida em 1826 em Seridó/RN.

1.2.1.1.1.7. André Garcia da Silva, nascido em 1831 em Seridó/RN e se casou com Maria Joaquina da Conceição, ela sendo filha de Francisco Corrêa de Medeiros e Antônia Francelina de Morais. Desse matrimônio tiveram 10 filhos.

1.2.1.1.1.8. Miguel Garcia, nascido em 1832 em Caicó/RN.

1.2.1.1.1.9. Antônio Garcia, nascido em 1834 em Seridó/RN.

1.2.1.1.1.10. Josefa Garcia, nascida em 1836 em Seridó/RN.

1.2.1.1.1.11. Silvina Garcia, nascida em 1837 em Seridó/RN.


1.2.1.1.2. Anna Maria de Jesus, nascida aproximadamente em 1797.

1.2.1.1.3. Josefa Maria de Jesus, nascida aproximadamente em 1799 e se casou com João da Silva Carvalho, ele sendo filho de Francisco da Silva de Carvalho e Antônia de Torres. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. São eles:

1.2.1.1.3.1. Manoel, nascido aproximadamente em 1818.

1.2.1.1.3.2. Antônio da Silva, nascido aproximadamente em 1819.

1.2.1.1.3.3. Anna, nascida aproximadamente em 1820.


1.2.1.1.4. José Vicente Ferreira, nascido aproximadamente em 1803 e se casou com Angélica Maria da Conceição, ela sendo filha de José Gomes de Souza e Anna Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 09 filhos. São eles:

1.2.1.1.4.1. José Antônio da Silva, nascido aproximadamente em 1832 e em 1ª núpcia se casou com Damiana Francisca de Morais, ela sendo filha de Afonso de Albuquerque Silva e Joaquina Francisca de Morais.

José Antônio em 2ª núpcia se casou com Antônia Rita Leopoldina, ela sendo filha de Antônio Cardoso Batalha Junior e Úrsula Carneiro de Albuquerque. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

1.2.1.1.4.2. Joaquim José da Silva, nascido aproximadamente em 1834 e se casou com Joanna Maria da Conceição, ela sendo filha de Antônio Cardoso Batalha Júnior e Úrsula Carneiro de Albuquerque.

1.2.1.1.4.3. Francisco Targino da Silva, nascido aproximadamente em 1835 e se casou com Guilhermina Maria da Conceição, ela sendo filha de Manoel Gomes da Silva e Mariana de Torres. Desse matrimônio tiveram 01 filha.

1.2.1.1.4.4. Francisco Ferreira, nascido aproximadamente em 1837.

1.2.1.1.4.5. Manoel Vicente de Maria, nascido aproximadamente em 1837 e se casou com Rosaria Maria da Guia, ela sendo filha de Antônio Cardoso Batalha Júnior e Úrsula Carneiro de Albuquerque. Desse matrimônio tiveram 01 filha.

1.2.1.1.4.6. Antônio José da Silva, nascido aproximadamente em 1838 e se casou com Josefa Maria da Guia, ela sendo filha de José Domingues da Silva e Mariana de Torres de Oliveira. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

1.2.1.1.4.7. Belarmina Maria da Conceição Ferreira, se casou com Joaquim Soares da Silva, ele sendo filho de José Soares da Silva e Rosalina Maria da Conceição.

1.2.1.1.4.8. Mariana Joaquina de Jesus, se casou com Joaquim Félix Ferreira. Desse matrimônio tiveram 01 filho.

1.2.1.1.4.9. Vitória Maria da Conceição, se casou com Vicente Ferreira de Vasconcellos, ele sendo filho de Mathias Soares da Costa e Ana Isabel de Padilha.


1.2.1.1.5. Ignácia Francisca Xavier

1.2.1.1.6. Maria Joaquina da Silva

1.2.1.1.7. Afonso de Albuquerque da Silva

1.2.1.1.8. Mariana de Torres de Oliveira

1.2.1.1.9. Cosma Maria da Conceição

1.2.1.1.10. Victória Maria da Conceição

1.2.1.1.11. Joaquim Lira

1.2.1.1.12. Agostinho da Silva Lira

1.2.1.1.13. Antônio Xavier Cavalcante


Filho da Antônia Barbosa de Albuquerque e Manoel Francisco de Padilha:

1.2.1.2.1. Francisco Antônio de Albuquerque


Filhos do José Soares de Albuquerque e Isabel Pereira da Cunha:

1.2.1.3.1. Anna

1.2.1.3.2. Maria Francisca de Jesus

1.2.1.3.3. Anna

1.2.1.3.4. Manoel Soares de Vasconcellos

1.2.1.3.5. Antônio Soares de Albuquerque

1.2.1.3.6. Joaquim do Ó de Albuquerque

1.2.1.3.7. Joanna Pereira de Albuquerque


Durante a leitura das linhagens apresentadas proponho analisar um movimento contínuo de deslocamento entre diferentes regiões do Nordeste, articulado por vínculos familiares e pela busca de inserção social. A presença de sobrenomes como Castello Branco, Silveira, Vasconcelos e Barroso em localidades distintas indica que os descendentes não permaneceram restritos a um único núcleo, mas expandiram suas redes por áreas como sertão cearense, região do Jaguaribe, Baturité e zonas do Rio Grande do Norte e Paraíba. Esse espalhamento sugere que a mobilidade estava associada tanto à ocupação de novas terras quanto à consolidação de alianças matrimoniais.

Os casamentos registrados entre famílias de diferentes localidades funcionaram como eixo de conexão territorial. Ao unir grupos oriundos de espaços distintos, essas alianças criaram pontes que facilitaram a circulação de indivíduos e a formação de novos núcleos familiares. Observa-se que descendentes de um mesmo tronco aparecem em regiões diversas, o que indica deslocamentos planejados ou condicionados por oportunidades econômicas e sociais. A repetição de determinados sobrenomes em diferentes pontos reforça a ideia de continuidade, ainda que adaptada a novos contextos.

Outro elemento relevante é a formação de famílias numerosas, frequentemente associada à ocupação de áreas rurais. A presença de múltiplos filhos ampliava as possibilidades de migração interna, uma vez que parte da descendência permanecia na localidade de origem enquanto outros membros buscavam estabelecer-se em novos espaços. Esse padrão contribuiu para a disseminação das linhagens, permitindo que os vínculos de parentesco se estendessem por diferentes territórios ao longo das gerações.

A circulação entre regiões também evidencia a integração entre áreas do Ceará e estados vizinhos. Registros de indivíduos ligados ao Seridó, ao Cariri e a núcleos do interior paraibano demonstram que as fronteiras administrativas não impediram a mobilidade. Ao contrário, as conexões familiares favoreceram a construção de redes que ultrapassavam limites geográficos, mantendo relações de parentesco ativas mesmo à distância.

Esse conjunto de evidências aponta para um processo migratório marcado pela adaptação e pela continuidade. Os descendentes dessas linhagens não apenas se deslocaram, mas reconstruíram suas bases sociais em novos ambientes, preservando nomes e relações que garantiam reconhecimento e pertencimento. A genealogia, nesse contexto, permite identificar não apenas quem foram esses indivíduos, mas como suas trajetórias contribuíram para a formação de diferentes comunidades no Nordeste.


Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Eugênio Pacelly Alves



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_________Antônio de Góis Nogueira. Ancestralidade de Antônio de Góis Nogueira2022. Imagem colorida. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/G4RJ-M3H)<. Acesso em 28 de outubro de 2024.

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Marçal Gomes da Silveira. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/MLVW-XKQ)<. Acesso em 29 de outubro de 2024.

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Rosa Francisca da Silveira Vasconcelos. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/GBK7-1WZ)<. Acesso em 29 de outubro de 2024.

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Silvestre Gomes da Silveira. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/GSQL-8NJ)<. Acesso em 28 de outubro de 2024.

Thereza de Jesus Vasconcellos. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/G38K-N62)<. Acesso em 29 de outubro de 2024.