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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Origem do sobrenome Albino e algumas genealogias na região Nordeste do Brasil

 


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Pesquisar a origem do sobrenome Albino exige separar aquilo que pertence à história do nome daquilo que pode ser comprovado para cada família. As fontes consultadas relacionam Albino a diferentes tradições linguísticas europeias e apontam presença em Portugal, Itália, Espanha e no Brasil. A Geneanet afirma que “o sobrenome Albino possui raízes que remontam a diferentes culturas e períodos históricos” (GENEANET, 2022), enquanto sua base indica Portugal como origem apresentada para o sobrenome.

A associação exclusiva do nome a uma única família italiana, portanto, precisa ser tratada com cautela. A Master Cidadania apresenta o sobrenome como italiano e relaciona sua formação a características físicas utilizadas na identificação de pessoas (MASTER CIDADANIA, 2025).

O levantamento foi organizado pela comparação entre quatro bases de referência: uma publicação especializada em cidadania e sobrenomes, uma plataforma genealógica internacional, uma base de genealogia familiar e um serviço de pesquisa histórica de sobrenomes. O objetivo foi identificar origem, significado, distribuição e possibilidades de investigação documental.


Catalogação editorial

N°. 01 | Origem do sobrenome Albino e algumas genealogias na região Nordeste do Brasil | 21 de outubro de 2026 | Genealogia


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A Master Cidadania registra que “o sobrenome Albino é de origem italiana” (MASTER CIDADANIA, 2025), enquanto a Geneanet apresenta uma interpretação mais ampla, incluindo diferentes tradições europeias (GENEANET, 2022).

A GeneaMinas oferece outra perspectiva, baseada no cadastro de pessoas e localidades. Na consulta realizada, aparecem 117 ocorrências do sobrenome Albino e registros associados a municípios brasileiros e também a Coimbra, em Portugal (GENEAMINAS, s.d.).

A principal questão encontrada está na diferença entre origem etimológica do sobrenome e origem de uma determinada família Albino. Um sobrenome pode ter surgido de um nome próprio, apelido, característica física ou tradição linguística e, posteriormente, ser adotado por grupos familiares diferentes.

A Ancestry informa que Albino, em tradições portuguesa, espanhola e do sul da Itália, deriva do nome pessoal Albino e também registra a possibilidade de utilização como apelido descritivo (ANCESTRY, 2022). A própria plataforma informa que sua fonte é o Dictionary of American Family Names, de Patrick Hanks, 2ª edição, publicado em 2022. Assim, em citação da citação, pode-se registrar: Hanks (2022 apud ANCESTRY, 2022).

Esse dado ajuda a compreender por que não é adequado afirmar que todos os brasileiros chamados Albino descendem de um mesmo tronco. A própria Geneanet apresenta variantes como Albini, Albina, Albinus, Arbino e Albin, demonstrando que alterações de grafia devem ser consideradas durante uma investigação familiar (GENEANET, 2022).

Outro elemento relevante aparece na GeneaMinas. Os registros de Albino estão distribuídos por localidades como Conselheiro Lafaiete, Cataguases, Belo Horizonte, Oliveira, Luz, Viçosa, Recife e Coimbra, entre outras (GENEAMINAS, s.d.). Isso demonstra que a pesquisa não deve partir apenas de uma suposta nacionalidade, mas também de localidades, casamentos, batismos, óbitos e deslocamentos familiares.

A genealogia da família Albino não pode ser construída somente pelo significado do sobrenome. As fontes apontam diferentes caminhos para sua formação e mostram que o nome possui circulação internacional.

Para descobrir a origem de um ramo específico, o pesquisador deve começar pelo antepassado mais recente cuja filiação esteja comprovada e avançar progressivamente pelos registros civis, paroquiais, listas populacionais, documentos de imigração e outras fontes. A comparação entre Geneanet, GeneaMinas e bases como Ancestry pode auxiliar na localização de pistas, mas não substitui a documentação original.

O sobrenome Albino é um bom exemplo de como uma pesquisa genealógica pode mudar quando se abandona a ideia de que todo sobrenome possui uma única história. Uma explicação etimológica ajuda a formular perguntas, mas não resolve, sozinha, a trajetória de uma família.

Para o pesquisador brasileiro, o caminho mais seguro é transformar o sobrenome em ponto de partida. A partir dele, devem ser procurados nomes completos, municípios, profissões, cônjuges, pais e filhos. É nesse cruzamento que uma possibilidade genealógica começa a adquirir sustentação documental.

Também merece atenção a grafia. Albino, Albini e outras formas semelhantes podem aparecer em registros de diferentes épocas e localidades. Nem toda variação representa o mesmo grupo familiar, assim como duas pessoas com o mesmo sobrenome não necessariamente possuem ancestralidade comum.


Algumas genealogias na região Nordeste do Brasil

Oferecemos este breve ensaio genealógico da prole Albino na Paraíba, tendo como ponto de partida, José Nicomedes Albino, nascido em 1876 em Cabeçeiras/PB e se casou com Belmira Eulália de Araújo, ela sendo filha do pernambucano Francisco Eleotério dos Prazeres e da paraibana Eulália Maria do Amor Divino. Desse matrimônio tiveram 05 filhos. São eles:

1. Severino Urcizino Albino, nascido aproximadamente em 1924 e se casou com a paraibana Berenice Silva Albino, ela sendo filha de Amaro Plácido da Silva e Maria Anunciada Silva.

2. Osvaldo Albino de Araújo, nascido em 1926 em Boqueirão/PB e se casou com a paraibana Alice Anunciada de Araújo.

3. Amaro Albino de Souza

4. Otacílio Albino de Souza

5. Sebastião Albino de Souza


Com a intenção de ampliar as pesquisas sobre possíveis ascendentes estrangeiros com sobrenome Albino na região Nordeste do Brasil, seguem mais alguns dados relevantes:

Bahia: Maria da Abadia Albino, nascida aproximadamente em 1920 e se casou com o baiano Inocêcio Fernandes Rebouças, ele sendo filho dos baianos Francisco Fernandes Pereira e Maria Rosa Rebouças.

Sergipe: Arlindo Albino, nascido aproximadamente em 1928 e se casou com a espanhola Aparecida Maria Foubeli, ela sendo filha de José Foubeli e da paulista Maria Barreiro. 

Alagoas: Rosália Albino, se casou com Vicente Pereira. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

Pernambuco: Cícera Maria Albino, nascida aproximadamente em 1948 e se casou com o pernambucano Valdemar Alves Leite, ele sendo filho dos pernambucanos Bevenuto Alves da Cruz e Ursulina Maria Andrade. Desse matrimônio tiveram 01 filha.

Paraíba: Francisca Romana Albino, nascida aproximadamente em 1856 e se casou com Manoel Albino da Cunha, ele sendo filho de José Albino da Cunha e Arcanja Maria de Jesus. Desse matrimônio tiveram 09 filhos.

Rio Grande do Norte: Antônio Albino, nascido aproximadamente em 1810 e se casou com a potiguar Martha Maria da Penha. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

Ceará: Severino Pereira Albino, nascido em 1858 em Pindoretama/CE e se casou com a cearense Marcionilia Maria da Conceição, ela sendo filha de José Ferreira e Anna Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 12 filhos.

Piauí: Maria Albino, nascida aproximadamente em 1840 e se casou com o piauiense Manoel Cabral da Silva, ele sendo filho de José Albino da Cunha e Arcanja Maria de Jesus. Desse matrimônio tiveram 01 filho.

Maranhão: Odete Ferreira Albino, nascida aproximadamente em 1920 e se casou com o maranhense Lourival Oliveira da Silva, ele sendo filho de Theobaldo Souza da Silva e Joana Paula de Oliveira e Silva. Desse matrimônio tiveram 04 filhos.


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Notas de pesquisa

Master Cidadania. Apresenta o sobrenome Albino como italiano e relaciona sua formação a características físicas e à história dos sobrenomes.

Geneanet. Reúne informações sobre origem, variantes, distribuição geográfica e registros associados ao sobrenome Albino, utilizando como referência o Dictionary of American Family Names.

Ancestry. Relaciona Albino ao nome pessoal de origem portuguesa, espanhola e sul-italiana e disponibiliza registros históricos para investigação genealógica.

GeneaMinas. Apresenta ocorrências, localidades e pessoas relacionadas ao sobrenome Albino em sua base de genealogia mineira.


Fontes primárias

  • Registros civis de nascimento, casamento e óbito;

  • Registros paroquiais de batismo, casamento e sepultamento;

  • Listas de imigração e passageiros;

  • Censos e listas populacionais;

  • Documentos cartoriais relacionados às famílias Albino.


Fontes secundárias

  • Master Cidadania;

  • HANKS;

  • Dictionary of American Family Names.


Fontes terciárias

  • Geneanet;

  • Ancestry;

  • GeneaMinas.


Hipóteses ou suposições

  • Possível relação entre diferentes ramos Albino somente quando confirmada por documentação independente;

  • Eventuais equivalências entre Albino, Albini, Albinus e outras variantes precisam ser verificadas caso a caso;

  • Transcrições de árvores genealógicas digitais, inclusive aquelas eventualmente encontradas no FamilySearch, devem ser consideradas pistas até que sejam confrontadas com documentos primários.


Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Eugênio Pacelly Alves



Referências bibliográficas:

Albino: História e Origem do Sobrenome. Disponível em: >(Albino: História e Origem do Sobrenome)<. Acesso em10 de março de 2026.

Antônio Albino. Disponível em: >(Antônio Albino)<. Acesso em 19 de março de 2026. 

Arlindo Albino. Disponível em: >(Arlindo Albino)<. Acesso em 19 de março de 2026. 

Cicera Maria Albino. Disponível em: >(Cicera Maria Albino)<. Acesso em 19 de março de 2026. 

Francisca Romana Albino. Disponível em: >(Francisca Romana Albino)<. Acesso em 10 de março de 2026.

Fontes de pesquisa com cadastros de pessoas com o sobrenome Albino. Disponível em: >(Fontes de pesquisa com cadastros de pessoas com o sobrenome Albino)<. Acesso em 10 de março de 2026.

José Nicomedes Albino. Disponível em: >(José Nicomedes Albino)<. Acesso em 19 de março de 2026. 

Maria Albino. Disponível em: >(Maria Albino)<. Acesso em 19 de março de 2026. 

Maria da Abadia Albino. Disponível em: >(Maria da Abadia Albino)<. Acesso em 19 de março de 2026. 

Odete Ferreira Albino. Disponível em: >(Odete Ferreira Albino)<. Acesso em 10 de março de 2026.

Origem, popularidade e significado do sobrenome ALBINO. Disponível em: >(Origem, popularidade e significado do sobrenome ALBINO)<. Acesso em 19 de março de 2026. 

Rosália Albino. Disponível em: >(Rosália Albino)<. Acesso em 10 de março de 2026.

Severino Pereira Albino. Disponível em: >(Severino Pereira Albino)<. Acesso em 19 de março de 2026. 

Significado do sobrenome Albino. Disponível em: >(Significado do sobrenome Albino)<. Acesso em10 de março de 2026.

terça-feira, 20 de outubro de 2026

Manoel Cesário da Silva Brasileiro e a Revolta da Armada: Genealogia, história militar e Primeira República


APOIO CULTURAL

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A pesquisa sobre Manoel Cesário da Silva Brasileiro aproxima genealogia e história política brasileira. O perfil disponibilizado pelo FamilySearch identifica o personagem e apresenta sua trajetória dentro de uma árvore genealógica, mas a página pública consultada não permite confirmar todas as informações biográficas atribuídas a ele (FAMILYSEARCH, s.d.).

Quando uma pessoa aparece associada a um período marcado por conflitos militares e mudanças institucionais, a pesquisa familiar ganha outra dimensão. Nesse sentido, a Revolta da Armada constitui importante contexto para compreender a sociedade brasileira durante os primeiros anos republicanos.

O procedimento consiste em confrontar o registro genealógico digital com uma fonte de história geral sobre a Revolta da Armada. O FamilySearch é utilizado como ponto de localização do indivíduo, enquanto o Portal São Francisco oferece o contexto histórico do conflito (FAMILYSEARCH, s.d.; PORTAL SÃO FRANCISCO, s.d.).


Catalogação editorial

N°. 01 | Manoel Cesário da Silva Brasileiro e a Revolta da Armada: Genealogia, história militar e Primeira República | 20 de outubro de 2026 | Genealogia


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A fonte histórica descreve a Revolta da Armada como uma rebelião promovida por unidades da Marinha contra o governo de Floriano Peixoto. O movimento começou no Rio de Janeiro e alcançou a região Sul, articulando-se posteriormente com a Revolução Federalista.

A relação entre Manoel Cesário da Silva Brasileiro e esse episódio deve ser tratada com cautela. O perfil genealógico fornecido pelo FamilySearch não apresenta, na versão acessível para esta pesquisa, documentação suficiente para afirmar que o personagem participou diretamente da revolta ou ocupou determinada função militar (FAMILYSEARCH, s.d.).

Por outro lado, o contexto histórico é bem definido. O Portal São Francisco informa que parte da oficialidade da Marinha se rebelou contra Floriano Peixoto, questionando sua permanência no poder e exigindo novas eleições. O movimento contou com nomes como Custódio de Melo e Saldanha da Gama, embora a adesão à revolta não tenha abrangido toda a Marinha. (PORTAL SÃO FRANCISCO, s.d.).

Em citação direta, a fonte caracteriza o episódio como uma “rebelião promovida por algumas unidades da Marinha brasileira contra o governo de Floriano Peixoto” (PORTAL SÃO FRANCISCO, s.d.). A formulação é útil porque evita atribuir a todo o corpo naval uma participação que, segundo a própria fonte, foi restrita.

A narrativa histórica também permite compreender a dimensão territorial do conflito. Segundo o Portal São Francisco, os revoltosos encontraram pouco apoio no Rio de Janeiro e deslocaram forças para o Sul, onde buscaram aproximação com os federalistas. O conflito acabou envolvendo Santa Catarina e Paraná, além do Rio Grande do Sul, devido à Revolução Federalista (PORTAL SÃO FRANCISCO, s.d.).

Esse contexto é relevante para uma pesquisa genealógica porque acontecimentos militares podem provocar deslocamentos, mudanças de residência, alterações profissionais e interrupções nos registros familiares. Uma pessoa envolvida direta ou indiretamente em determinado conflito pode aparecer posteriormente em outra localidade, tornando necessário ampliar a busca documental.

Como citação da citação, entretanto, não há nas duas referências fornecidas uma relação documental segura que permita atribuir a outro autor uma afirmação sobre Manoel Cesário da Silva Brasileiro. 

A pesquisa demonstra que o perfil de Manoel Cesário da Silva Brasileiro pode servir como ponto de partida para uma investigação genealógica, mas não permite, sozinho, estabelecer uma ligação comprovada com a Revolta da Armada.

O caminho mais seguro é procurar registros militares, jornais, documentos civis, listas de passageiros, alistamentos, correspondências e registros paroquiais que possam esclarecer sua profissão, local de residência e possíveis deslocamentos.

A genealogia da Primeira República brasileira pode revelar trajetórias individuais que permanecem escondidas em grandes acontecimentos políticos. Porém, a conexão entre uma pessoa e um episódio histórico precisa ser demonstrada por documentos, não apenas pela coincidência temporal.

Para esta colunista, o principal cuidado desta pesquisa está em não confundir contexto histórico com biografia comprovada. O fato de Manoel Cesário da Silva Brasileiro pertencer a uma geração que viveu os primeiros anos da República não significa, automaticamente, que tenha participado de acontecimentos militares daquele período.

O FamilySearch é valioso para localizar pessoas e possíveis relações familiares, mas uma árvore digital precisa ser acompanhada de documentação. Uma certidão, um registro militar ou um jornal contemporâneo ao fato pode modificar completamente a interpretação inicial.

Nesse tipo de investigação, a dúvida não é um problema. Ela indica exatamente onde a pesquisa deve continuar. No caso de Manoel Cesário, a principal tarefa é descobrir quais documentos podem estabelecer sua profissão, residência, vínculos familiares e eventual relação com a vida militar.


Ascendência e descendência

Manoel Cesário da Silva Brasileiro, nascido aproximadamente em 1862 em Pernambuco, filho dos pernambucanos Antônio Cesário da Silva Brasileiro e Maria Pinheiro da Silva Burgos. Casou-se com Maria do Carmo da Silva Brasileiro, ela sendo filha dos pernambucanos Desembargador José Antônio Correia da Silva e de Joana Celestino Barreto da Silva. Desse matrimônio tiveram 05 filhos. São eles:

1. Oscar Edgar da Silva Brasileiro, nascido em 1890 em Recife/PE e se casou com a paraibana Maria Otília Guedes Sobral, ela sendo filha do paraibano Major Joaquim Guedes da Silva Sobral e da pernambucana Francisca Cabral de Mello.

2. Maria do Carmoda Silva Brasileiro, nascida em 1891 e se casou com o pernambucano José Alves Correa.

3. Osvaldo Brasileiro, nascido em 1892.

4. Julieta da Silva Brasileiro, nascida em 1898.

5. Maria Angelina Brasileiro, nascida em 1905.


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Notas de pesquisa

FamilySearch. Registra o perfil genealógico de Manoel Cesário da Silva Brasileiro, constituindo ponto de partida para localizar relações familiares e documentos associados.

Portal São Francisco. Apresenta uma síntese histórica da Revolta da Armada, explicando suas lideranças, causas políticas, deslocamento para o Sul e relação com a Revolução Federalista.


Fontes primárias

  • Registros civis de nascimento, casamento e óbito;

  • Registros paroquiais;

  • Documentação militar;

  • Listas de alistamento e recrutamento;

  • Jornais publicados no período;

  • Correspondências e documentos pessoais de Manoel Cesário da Silva Brasileiro, caso localizados.


Fontes secundárias

  • Estudos históricos sobre a Revolta da Armada;

  • Obras sobre Floriano Peixoto e a formação da República;

  • Pesquisas sobre a Marinha brasileira na Primeira República.


Fontes terciárias

  • FamilySearch;

  • Portal São Francisco;

  • Índices genealógicos digitais;

  • Catálogos de registros históricos.


Hipóteses ou suposições

  • Possível participação de Manoel Cesário da Silva Brasileiro em atividades militares, ainda não comprovada pelas fontes consultadas;

  • Eventual deslocamento geográfico relacionado ao contexto político-militar do período;

  • Informações transcritas no FamilySearch que necessitem ser confrontadas com imagens de documentos originais;

  • Possível relação entre a trajetória individual de Manoel Cesário e acontecimentos da Primeira República, ainda sem comprovação documental.


Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Natália Cardoso



Referências bibliográficas:

Julieta da Silva Brasileiro. Disponível em: >(Julieta da Silva Brasileiro)<. Acesso em 10 de março de 2026.

Maria Angelina Brasileiro. Disponível em: >(Maria Angelina Brasileiro)<. Acesso em 10 de março de 2026.

Maria do Carmo Silva Brasileiro. Disponível em: >(Maria do Carmo Silva Brasileiro)<. Acesso em 10 de março de 2026.

Manoel Cesário da Silva Brasileiro. Disponível em: >(Manoel Cesário da Silva Brasileiro)<. Acesso em 10 de março de 2026.

Oscar Edgar da Silva Brasileiro. Disponível em: >(Oscar Edgar da Silva Brasileiro)<. Acesso em 10 de março de 2026.

Osvaldo Brasileiro. Disponível em: >(Osvaldo Brasileiro)<. Acesso em 10 de março de 2026.

Revolta da Armada. Disponível em: >(Revolta da Armada)<. Acesso em 19 de março de 2026.

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Genealogia da família Rego Barros em Pernambuco: Origem, parentesco e história no Nordeste do Brasil


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A família Rego Barros ocupa lugar relevante nas pesquisas sobre genealogia pernambucana, sobretudo quando o sobrenome é analisado junto às relações de parentesco, patrimônio, cargos públicos e circulação entre diferentes áreas do Nordeste. A documentação reunida por Ana Lunara da Silva Morais demonstra que a trajetória familiar esteve ligada ao funcionamento da Fazenda Real e à administração de Pernambuco (MORAIS, 2023).

A pesquisa genealógica, nesse caso, não deve se limitar à montagem de uma árvore familiar. Os registros permitem observar casamentos, sucessões, propriedades, ofícios e relações políticas que ajudam a compreender como determinados ramos familiares se consolidaram socialmente. O estudo de Dantas (2014) amplia essa perspectiva ao examinar a propriedade de ofícios e sua relação com patrimônio e prestígio.

O procedimento adotado consiste no cruzamento entre estudos acadêmicos, bases genealógicas, registros históricos digitalizados e obras de referência. Morais (2023) emprega documentação do Arquivo Histórico Ultramarino, da Biblioteca Nacional e do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, demonstrando a importância de comparar fundos documentais diferentes.


Catalogação editorial

N°. 01 | Genealogia da família Rego Barros em Pernambuco: Origem, parentesco e história no Nordeste do Brasil | 16 de outubro de 2026 | Genealogia


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Como complemento, a genealogia de Luís do Rego Barros apresentada pela base Amorese associa o personagem a Viana, em Portugal, e a Olinda, registrando filiação, casamento e descendência (AMORESE, s.d.). Já a base Parentesco permite acompanhar gerações posteriores e relações envolvendo Francisco do Rego Barros e famílias Cavalcanti de Albuquerque (PARENTESCO, s.d.).

A documentação indica que a família Rego Barros construiu sua presença em Pernambuco mediante a combinação de patrimônio, relações familiares e participação administrativa. Morais (2023) mostra que a propriedade da Provedoria da Fazenda Real esteve diretamente relacionada à manutenção econômica e social do grupo. A autora ressalta que essa trajetória não deve ser separada da administração fiscal da capitania.

Dantas (2014), por sua vez, analisa a patrimonialização dos ofícios e mostra como determinadas funções administrativas podiam integrar estratégias familiares de continuidade. Em uma leitura por citação da citação, Dantas (2014, apud MORAIS, 2023) é apresentado pela autora como pesquisador que examinou a venalidade dos ofícios em Pernambuco e a participação dos Rego Barros nesse processo.

A documentação genealógica também conduz a personagens específicos. O registro de António de Barros Rego no BRASILHIS relaciona sua atuação militar à conquista da Paraíba e apresenta referências documentais do Arquivo Histórico Ultramarino (BRASILHIS, s.d.). O FamilySearch, entretanto, deve ser tratado como ponto de partida para conferência, pois o registro de Cristóvão de Barros Rêgo não apresenta, na página consultada, elementos suficientes para validar sozinho todas as relações genealógicas atribuídas ao personagem (FAMILYSEARCH, s.d.).

A obra de Antônio Bezerra oferece outro caminho metodológico. Ao defender a utilização de documentos para revisar narrativas sobre a ocupação do Ceará, o autor afirma que “não há tradição, por mais razoável que pareça, que não seja uma mentira totalmente inventada” (BEZERRA, 2009). A afirmação deve ser compreendida no contexto crítico da obra, como defesa do exame documental, e não como regra para desconsiderar automaticamente a tradição oral.

A documentação disponível no acervo cultural do Rio Grande do Norte também deve ser incorporada à pesquisa quando apresentar registros relacionados às famílias estudadas (ACERVO CULTURAL DO RN, s.d.). Da mesma maneira, a página de Rostand Medeiros reúne referências históricas sobre Francisco do Rego Barros e sua relação com a história urbana e política de Pernambuco (MEDEIROS, s.d.).

A genealogia da família Rego Barros ganha maior consistência quando sobrenomes são examinados em conjunto com documentos administrativos, registros familiares, patrimônio e relações de parentesco. A comparação entre fontes acadêmicas e bases genealógicas permite separar informações documentadas de afirmações que ainda precisam de confirmação.

A presença de diferentes ramos, personagens e conexões familiares mostra que a história dos Rego Barros não deve ser pesquisada como uma sequência isolada de nomes. Ela integra redes sociais e econômicas que atravessaram Pernambuco e outras áreas do Nordeste.

Para este colunista, a principal contribuição dessa pesquisa está em mostrar que genealogia e história regional podem caminhar juntas. Um sobrenome ganha significado quando conseguimos localizar seus portadores, seus parentes, propriedades, ocupações e deslocamentos.

O pesquisador precisa resistir à tentação de transformar uma árvore genealógica publicada na internet em verdade definitiva. FamilySearch, bases familiares e compilações são ferramentas úteis para localizar pistas, mas devem ser confrontadas com documentos independentes.

No caso dos Rego Barros, o cruzamento das fontes permite enxergar uma família inserida nas estruturas administrativas, econômicas e sociais de Pernambuco. É justamente essa combinação entre parentesco e contexto histórico que torna a pesquisa genealógica mais segura e interessante.


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Notas de pesquisa

MORAIS. Estudo acadêmico central sobre a família Rego Barros e sua atuação na Provedoria da Fazenda Real de Pernambuco, baseado no cruzamento de diversos fundos documentais.

DANTAS. Analisa a propriedade dos ofícios administrativos em Pernambuco e as estratégias familiares de preservação desse patrimônio.

Amorese. Apresenta dados genealógicos de Luís do Rego Barros, incluindo filiação, casamento, localização e descendência.

Parentesco. Reúne informações genealógicas sobre Francisco do Rego Barros e seus vínculos familiares posteriores.

BRASILHIS. Registra Antônio de Barros Rego, sua atuação militar e referências documentais relacionadas à Paraíba.

Scribd. Reproduz o estudo sobre propriedade de ofícios na Capitania de Pernambuco e a atuação dos Rego Barros.

Acervo Cultural do RN. Documento digital indicado para investigação complementar sobre registros históricos e genealógicos.

FamilySearch. Registro genealógico de Cristóvão de Barros Rêgo; deve ser utilizado como pista documental a ser conferida em fontes independentes.

BEZERRA. Obra de referência sobre a história do Ceará, valorizando documentos cartoriais para revisão de narrativas históricas.

MEDEIROS. Reúne conteúdos históricos sobre Francisco do Rego Barros e outros personagens relacionados à história pernambucana.


Fontes primárias

  • Arquivo Histórico Ultramarino (AHU);

  • Documentos Históricos da Biblioteca Nacional;

  • Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT);

  • Registros documentais do Acervo Cultural do Rio Grande do Norte;

  • Registros paroquiais e cartoriais quando localizados;

  • Documentos históricos associados aos personagens pesquisados.


Fontes secundárias

  • MORAIS;

  • DANTAS;

  • BEZERRA;

  • MEDEIROS.


Fontes terciárias

  • FamilySearch;

  • Amorese – árvore genealógica;

  • Parentesco;

  • BRASILHIS;

  • Scribd.


Hipóteses ou suposições

  • Relações genealógicas apresentadas em árvores digitais que ainda não tenham confirmação documental independente;

  • Transcrições ou vínculos familiares atribuídos pelo FamilySearch sem documentação primária visível;

  • Possíveis conexões entre diferentes ramos dos Rego Barros que dependam de registros paroquiais, cartoriais ou sucessórios ainda não confrontados.


Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Rhayra Brasileiro Gondim



Referências bibliográficas:

A família Rego Barros: uma centúria na provedoria da Fazenda Real de Pernambuco, Brasil (1675-1770). Disponível em: >(A família Rego Barros: uma centúria na provedoria da Fazenda Real de Pernambuco, Brasil (1675-1770))<. Acesso em 10 de março de 2026.

A família Rego Barros. Disponível em: >(A família Rego Barros: uma centúria na provedoria da Fazenda Real de Pernambuco, Brasil (1675-1770))<. Acesso em 10 de março de 2026.

A família Rego Barros: uma centúria na provedoria da Fazenda Real de Pernambuco. Disponível em: >(A família Rego Barros: uma centúria na provedoria da Fazenda Real de Pernambuco)<. Acesso em10 de março de 2026.

Antônio de Barros Rego. Disponível em: >(Antônio de Barros Rego)<. Acesso em 19 de março de 2026. 

BEZERRA, Antônio. Algumas origens do Ceará. Coleção Biblioteca Básica Cearense. Fortaleza: FWA, 2009. Disponível em: >(https://www.fwa.org.br/livros/algumas-origens-do-ceara.pdf)<. Acesso em 10 de março de 2026.

Francisco do Rego Barros. Disponível em: >(Francisco do Rego Barros)<. Acesso em 19 de março de 2026. 

Governador Cristovão de Barros Rêgo. Disponível em: >(Governador Cristovão de Barros Rêgo)<. Acesso em 19 de março de 2026. 

História de Francisco do Rego Barros [6°]. Disponível em: >(https://www.parentesco.com.br/index.php?apg=pessoa&idp=2795)<. Acesso em10 de março de 2026.

Joaquim José do Rego Barros. Disponível em: >(Joaquim José do Rego Barros)<. Acesso em 19 de março de 2026. 

Luís do Rego Barros.  Disponível em: >( Luís do Rego Barros)<.  Acesso em10 de março de 2026.

MEU OFÍCIO, MOEDA E SUSTENTO: PROPRIEDADE DE OFÍCIOS NA CAPITANIA DE PERNAMBUCO NO PERÍODO POST-BELLUM. Disponível em: >(MEU OFÍCIO, MOEDA E SUSTENTO: PROPRIEDADE DE OFÍCIOS NA CAPITANIA DE PERNAMBUCO NO PERÍODO POST-BELLUM)<. Acesso em 10 de março de 2026.