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(Texto compartilhado no dia 26 de janeiro de 2026 por Sérgio Barreto)
Porcina Augusta Barreto, nasceu aproximadamente em 1863 e se casou com Joaquim de Souza Lima, ele sendo filho de Cleodato de Sousa Lima e Manuela de Sousa. Porcina Augusta é filha de Miguel Antônio de Mello Barreto e Marianna Augusta de Vasconcellos. No casamento com Joaquim tiveram 12 filhos. São eles:
1. Maria Barreto Lima, nascida em 1881 em Sobral/CE.
2. Julio Barreto Lima, nascido em 1882 em Crateús/CE e em 09 de julho de 1910 se casou com Maria Carolina Feijão, ela sendo filha de Vicente Gonçalves Feijão e Maria José de Jesus. Desse matrimônio tiveram 08 filhos que herdaram o sobrenome Bezerra e Barreto Lima.
3. Deolindo Barreto Lima, nascido em 1884 em Crateús/CE e em 28 de outubro de 1905 se casou com Maria Brasil, ela sendo filha de João Gomes Brasil e Petronilla Augusta Barreto Brasil. Desse matrimônio tiveram 08 filhos que herdaram o sobrenome Brasil Lima e Barreto Lima.
4. Joanna Barreto Lima, nascida em 1888 em Sobral/CE e se casou com Pedro Coelho, ele sendo filho de Manuel Coelho Lima e Francisca Coelho Lima. Desse matrimônio tiveram 07 filhos que herdaram o sobrenome Lima Coelho.
5. Leonor Barreto Lima, nascida em 1891 em Sobral/CE.
6. Manuela Barreto Lima, nascida em 1893 em Crateús/CE e em 22 de novembro de 1912 se casou com Ataliba Daltro Barreto, ele sendo filho do Coronel Aristides de Mello Barreto e Rita Ferreira da Costa. Desse matrimônio tiveram 05 filhos que herdaram o sobrenome Barreto.
7. Maximino Barreto Lima, nascido em 1895 em Independência/CE e em 18 de setembro de 1920 se casou com Maria Antonieta Sólon, ela sendo filha de Luís Solon de Aguiar e Antonieta Augusta de Paula. Desse matrimônio tiveram 04 filhos que herdaram o sobrenome Barreto Lima.
8. José Barreto Lima, nascido aproximadamente em 1897.
9. Francisco das Chagas Barreto Lima, nascido em 1898 em Sobral/CE e se casou com Maria Cesarina Lopes, ela sendo filha de Cesário Lopes Freire e Vicência Teixeira Lopes. Desse matrimônio tiveram 08 filhos que herdaram o sobrenome Barreto e Barreto Lima.
10. Joaquim Barreto Lima
11. Noca Barreto Lima
12. Raimundo Barreto Lima
Ancestralidade paterna de Porcina Augusta:
Avós: Antônio Gomes Barreto (aproximadamente 1802) e Bernardina Francisca de Mello (aproximadamente 1800).
Bisavós: Manoel Gomes Barreto e Anna Thereza de Jesus; Francisco de Mello Barreto (aproximadamente 1760) e Maria Thereza de Jesus (aproximadamente 1769).
Trisavós: Capitão Antônio Gomes Barreto e Escolástica Maria de Melo; Antônio Fernandes da Silva Peixoto (aproximadamente 1740) e Maria Manoela de Farias Ramos (aproximadamente 1746); João Carvalho (aproximadamente 1740) e Theresa de Jesus (aproximadamente 1740).
Tetravós: português Coronel Manoel Gomes Barreto e Maria Pessoa da Silva; Felisberto Correia de Melo (aproximadamente 1700) e Antônia Maria de Melo (aproximadamente 1712); português Sargento-mor José Fernandes da Silva (aproximadamente 1704) e a brasileira Isabel Peixoto da Silva Távora (aproximadamente 1720); Manuel Pessoa da Silva (aproximadamente 1726) e Maria de Farias Ramos (aproximadamente 1726).
5° avós: portugueses Matias Gomes Barreto (aproximadamente 1670) e Maria dos Santos (aproximadamente 1670); português Manoel Pessoa da Silva (aproximadamente 1675) e a brasileira Francisca de Sousa Montes (aproximadamente 1702).
6° avós: portugueses Manoel Gomes e Maria Francisca Gomes Barreto; portugueses Manoel João dos Santos (aproximadamente 1650) e Maria João dos Santos (aproximadamente 1650).
Ancestralidade materna de Porcina Augusta:
Avós: Manoel Alexandre de Vasconcelos (aproximadamente 1800) e Catharina Maria de Jesus (aproximadamente 1803).
Bisavós: Alexandre Pereira de Castro (aproximadamente 1767) e Mariana Axioles de Vasconcelos (aproximadamente 1776) ;
Trisavós: português Capitão Francisco Pereira de Sá e Miranda (aproximadamente 1715) e Maria Francisca Fernandes da Silva (aproximadamente 1740); André Accioly de Vasconcelos (aproximadamente 1720) e Maria Roza Félix (aproximadamente 1725);
Tetravós: portugueses Estevão Pereira de Lomba e Ângela de Sá Barbosa Barcelar (aproximadamente 1677); português Sargento-mor José Fernandes da Silva (aproximadamente 1704) e Isabel Peixoto da Silva Távora (aproximadamente 1720);
IMPORTANTE: Anna Tereza de Jesus e Maria Thereza de Jesus eram irmãs, sendo bisnetas dos patriarcas dos Peixoto Távora da Ribeira do Jaguaribe, o Sargento-mor Manuel Peixoto da Silva Távora – O Peixotão casado com Genoveva da Assunção Fonseca Ferreira [Paes Botão].
Sobre Porcina:
Segundo LIMA (2018): “Porcina era muito retacada, dedicada e vivia a cuidar dos afazeres domésticos e da vida da extensa prole. Dizem [...] que era muito dada a leitura; lia e escrevia muito. Foi provavelmente, quem despertou e incutiu nos filhos o valor da educação, da leitura e da escrita.” Podemos concluir que a ligação dos Barretos de Sobral, no Ceará, como os Barretos da Ribeira do Jaguaribe, em Jaguaribe, Ceará, se dá através de Marianna Augusta de Vasconcellos (que era tia trisavó de Sérgio Barreto), e mãe de Porcina Augusta Barreto.
Epaminondas Barreto, avô materno de Sérgio Barreto, sempre ia a Sobral.
Quando criança, uma vez, perguntamos o motivo dessa viagem e então nos respondeu: “vou
visitar o meu primo Joaquim Barreto.” Epaminondas era filho de Emília Alcina Barreto, neto de Afro Pereira Cabuty, que era
irmão de Marianna Augusta de Vasconcellos.
Sobral/CE:
A cidade foi estabelecida por famílias que escapavam do conflito contra os holandeses no século dezessete. Em 1772, foi promovida a vila distinta e real de Sobral, e em 1841 recebeu o status de cidade. Desde 1871, Sobral se destacou como um importante centro abolicionista no Ceará. Quando a abolição da escravidão foi anunciada em 1888, não havia mais pessoas escravizadas na cidade, conforme relatado pela mídia da época.
Cerca de cinquenta anos atrás, a localidade se firmou como o principal centro comercial do norte do estado. Na segunda metade do século dezenove, o progresso de Sobral superou o da capital, Fortaleza, fazendo dela uma das mais relevantes cidades do Ceará, ao lado de Icó e Aracati.
Em 1919, Sobral, junto com a Ilha do Príncipe em São Tomé e Príncipe, foi o cenário de uma importante validação científica. A Expedição Britânica do Eclipse Solar, sob a liderança de Arthur Stanley Eddington, se dirigiu a esses locais para verificar, por meio do eclipse, como a luz é desviada ao alcançar a Terra. Com essa confirmação, Albert Einstein pôde validar sua Teoria da Relatividade. No dia do eclipse, a Ilha do Príncipe enfrentou péssimas condições climáticas, o que prejudicou a coleta de dados. O céu estava muito encoberto, resultando em apenas duas dentre várias imagens de estrelas. Em contraste, as condições em Sobral foram muito mais favoráveis, onde foram registradas sete imagens de qualidade do fenômeno.
Em celebração a esse evento, foi erguido um monumento na praça da Igreja de Nossa Senhora do Patrocínio, que mais tarde se transformou em um museu conhecido como Museu do Eclipse, em homenagem à cidade e aos físicos e astrônomos que contribuíram para essa descoberta.
Texto adaptado por Eugênio Pacelly Alves
Referências bibliográficas:

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