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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Descendentes de Seledon Dantas da Rocha de 1909 a 1949



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Seledon Dantas da Rocha, nasceu em 1909 em Patu/RN e se casou com a paraibana Virgínia Maia de Vasconcelos, ela sendo filha de Hermínio Hermenegildo Maia de Vasconcellos e Eliza Idalina Maia de Vasconcellos. No casamento com Joaquim tiveram 11 filhos. São eles:

1. Paulo da Rocha Maia, nasceu aproximadamente em 1932.

2. Alberto Rocha Maia, nasceu em 1934 em Patu/RN e se casou com Vilma Valentim Fontes, ela sendo filha de Arlindo Fernandes Fontes e Marinha Valentim Fontes.

3. Maria Luiza Maia Rocha, nasceu em 1935 em Patu/RN e se casou com Diniz de Azevedo Pinheiro, ele sendo filho de José de Azevedo Pinheiro e Brasilina Augusta Pinheiro.

4. Hermínio Maia Rocha, nasceu aproximadamente em 1937.

5. Maria de Lourdes Maia Rocha, nasceu em 1938 em Patu/RN e se casou com Milton de Azevedo Pinheiro, ele sendo filho de José de Azevedo Pinheiro e Brasilina Augusta Pinheiro.

6. Pedro Maia Sobrinho, nasceu em 1939 em Patu/RN e se casou com Linda de Souza Miranda, ela sendo filha de Armando Branco de Miranda e Adalgisa de Souza.

7. João Maia Rocha, nasceu aproximadamente em 1941.

8. José Maia Rocha, nasceu aproximadamente em 1941.

9. José Maia Rocha, nasceu em 1943 em Campina Grande/PB.

10. Raimundo Maia Rocha, nasceu aproximadamente em 1944.

11. Adalberto Maia Rocha, nasceu aproximadamente em 1946.

 

Patu/RN

A cidade de Patu, localizada no estado do Rio Grande do Norte, possui uma formação histórica e cultural marcada pela relação entre memória, identidade e tradição. Inicialmente habitada por povos indígenas cariris, a localidade recebeu o nome associado à serra predominante na paisagem, interpretado como “planalto” ou “terra alta”, elemento que contribuiu para a construção simbólica do município ao longo do tempo.

A constituição histórica de Patu pode ser compreendida a partir das narrativas preservadas pelos moradores e registradas em obras locais. Nesse sentido, a monografia "Memória e Identidade: Patu-Terra Alta", reúne relatos que ajudam a compreender a origem e o desenvolvimento do município, funcionando como um registro cultural das experiências coletivas. Conforme descrito na monografia, essas narrativas revelam que a memória local “ressalva a origem de Patu/RN com clareza, se tornando um memorial do patrimônio cultural”.

A memória desempenha papel essencial na construção indenitária do município, pois permite a transmissão de valores e tradições entre gerações. De acordo com Joel Candau, “sem memória o sujeito se esvazia”, evidenciando que a identidade depende da continuidade das lembranças individuais e coletivas (CANDAU, 2011, p. 59). Essa perspectiva ajuda a compreender como as histórias locais contribuem para a formação do sentimento de pertencimento entre os habitantes.

Da mesma forma, Michael Pollak destaca que a memória é um elemento fundamental do sentimento de continuidade e identidade dos grupos (POLLAK, 1989).

No contexto contemporâneo, as transformações sociais também influenciam a identidade cultural. Stuart Hall observa que as identidades são constantemente reconstruídas conforme as mudanças culturais e históricas (HALL, 2003). Esse processo pode ser percebido em Patu, onde tradições, espaços históricos e relatos populares contribuem para manter viva a herança cultural local.

Assim, a cidade de Patu pode ser entendida como um espaço onde memória e identidade se entrelaçam, preservando histórias do passado e reinterpretando-as no presente. A valorização dessas narrativas possibilita compreender a formação cultural do município e reforça a importância da memória coletiva como base da identidade social.


Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.


 


Texto adaptado por Eugênio Pacelly Alves



 

Referências bibliográficas:

ARAÚJO, Danielle Silva. Memória e Identidade: Patu "terra alta". Patu: UERN, 2023.

CANDAU, Joel. Memória e Identidade. Tradução: Maria Letícia Ferreira. São Paulo: Contexto, 2011.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.

HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. Tradução de Beatriz. Sidou. 2ª ed. São Paulo: Centauro, 2013.

POLLAK, Michael. “Memória, esquecimento, silêncio.” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro: vol. 2, nº 3, 1989. 

Seledon Dantas Rocha. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/KLFZ-63G)<. Acessado em 24 de novembro de 2025.

Virgínia Maia de Vasconcelos. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/KLFZ-6D4)<. Acessado em 24 de novembro de 2025.

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