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sábado, 14 de fevereiro de 2026

Saga Genealógica do Coronel Antônio da Rocha Pitta I

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Coronel Antônio da Rocha Pitta I, nascido aproximadamente em 1640 e em 1ª núpcia se casou com a baiana Aldonsa de La Penha Deusdará, ela sendo filha de Simão da Fonseca de Siqueira e Francisca de La Penha Deusdará. Desse matrimônio tiveram 07 filhos. São eles:

1. Francisca Xavier de La Penha Deusdará, se casou com João Homem Freire.

2. Maria Joanna Pitta Deusdará, se casou com Manoel Homem Freire de Figueiredo. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

3. Simão da Fonseca Pitta, se casou com Antônia da Fonseca Villas Boas. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

4. Coronel Luiz da Rocha Pitta Deusdará

5. Luíza da Rocha Pitta, se casou com Antônio Ferreira Braga. Desse matrimônio tiveram 10 filhos.

6. Brites da Rocha Pitta, se casou com o Desembargador João de Sá Sottomayor

7. Francisco da Rocha Pitta

Coronel Antônio da Rocha Pitta figura nos registros genealógicos como integrante de linhagem vinculada à expansão territorial no Nordeste, com conexões familiares estabelecidas por meio de alianças matrimoniais e heranças. Documentação indica seu casamento com Aldonsa de La Penha Deusdará, pertencente a grupo tradicional, o que reforçou vínculos sociais e patrimoniais (FAMILYSEARCH, 2021). Em citação direta, consta que o casal “teve numerosa descendência, formando diversos ramos familiares”, evidenciando a ampliação da linhagem (FAMILYSEARCH, 2021). De forma indireta, compreende-se que esses laços favoreceram a consolidação de redes familiares influentes.

A trajetória do coronel está associada à circulação por diferentes capitanias, com atuação simultânea em atividades militares e produtivas. Estudos apontam que sua presença em regiões como Bahia e Sergipe esteve ligada à organização de propriedades e ao fortalecimento de vínculos institucionais (PORTAL ENTRETEXTOS, 2020). Em citação direta, observa-se que participou de ações que envolviam “expansão da criação de gado e defesa territorial”, indicando a articulação entre economia e controle do espaço (PORTAL ENTRETEXTOS, 2020).

No interior nordestino, sua inserção ocorreu por meio de acordos com grandes estruturas fundiárias, possibilitando a formação de extensos domínios rurais. Registros indicam a implantação de diversas propriedades voltadas à pecuária, com participação direta de descendentes na administração desses espaços (ASSUN A PONTA DA LÍNGUA, 2014). Em citação da citação, verifica-se que tais iniciativas foram interpretadas como parte de um processo de “ampliação das fronteiras econômicas no sertão” (apud ASSUN A PONTA DA LÍNGUA, 2014).

A continuidade desse patrimônio ao longo das gerações demonstra a permanência de estratégias familiares baseadas em herança, alianças e controle territorial. Dessa forma, a atuação de Antônio da Rocha Pitta integra o conjunto de processos que estruturaram a ocupação e a organização econômica do Nordeste colonial.

A formação e expansão da família Rocha Pitta revelam um padrão recorrente na ocupação do interior nordestino, no qual alianças familiares e domínio territorial caminham de forma articulada. A constituição de vínculos matrimoniais com grupos influentes não apenas ampliava o prestígio social, mas também facilitava o acesso a terras e recursos. Nesse contexto, a estrutura familiar funcionava como eixo organizador de poder, permitindo a continuidade de patrimônios e a consolidação de posições estratégicas ao longo das gerações.

A atuação em diferentes capitanias demonstra que a mobilidade geográfica era elemento essencial para a ampliação dessas redes. Ao combinar funções militares com atividades produtivas, indivíduos como Antônio da Rocha Pitta integravam mecanismos de controle territorial e exploração econômica. Esse modelo evidencia que a ocupação do sertão não ocorreu de forma isolada, mas articulada a interesses políticos e institucionais, que legitimavam a posse e garantiam a manutenção das propriedades.

A centralização de terras nas mãos de descendentes reforça a ideia de continuidade patrimonial como estratégia de poder. A transmissão hereditária não apenas preservava os bens, mas também assegurava a permanência da influência familiar em diferentes regiões. Esse processo contribuiu para a formação de estruturas sociais hierarquizadas, nas quais poucas linhagens concentravam recursos e autoridade.

Dessa forma, a trajetória dos Rocha Pitta permite compreender como a expansão territorial no Nordeste esteve vinculada à combinação entre parentesco, economia e política. A consolidação desse modelo revela que o crescimento das propriedades rurais não foi resultado apenas de iniciativas individuais, mas de uma lógica coletiva orientada pela preservação e ampliação do poder familiar.


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Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto adaptado por Eugênio Pacelly Alves



Referências bibliográficas:

Aldonsa de La Penha Deusdará. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/L6ZH-1MR)<. Acesso em 09 de março de 2025.

Coronel Antônio da Rocha Pitta I. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/L6ZH-1SR)<. Acesso em 09 de março de 2025.

Coronel Antônio da Rocha Pita. Disponível em: >(https://www.portalentretextos.com.br/post/coronel-antonio-da-rocha-pita)<. Acesso em 09 de março de 2025.

Rocha Pita e as informações de Nestor dos Santos Lima. Disponível em: >(https://assunapontadalingua.blogspot.com/2014/04/ipanguacu.html)<. Acesso em 09 de março de 2025.

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