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sábado, 23 de maio de 2026

Influência de Domingos Afonso Mafrense na formação histórica do Piauí Colonial

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A formação histórica do território do Piauí está vinculada a dinâmicas de ocupação interiorana, marcadas pela pecuária extensiva, pela ação missionária e pela organização administrativa colonial. Diferentemente de outras regiões do Brasil, o processo de povoamento ocorreu a partir do interior, com forte presença de fazendas de gado e redes de circulação que conectavam diferentes capitanias. Conforme destaca o Instituto do Ceará (1967), a Capitania do Piauí desenvolveu-se sob características próprias, resultantes da interação entre economia, território e estruturas coloniais.

A pesquisa fundamenta-se em análise bibliográfica de teses, dissertações e documentos históricos, além de conteúdos institucionais e registros especializados. Foram examinadas fontes acadêmicas que abordam a ocupação territorial, a atuação dos jesuítas e a formação socioeconômica da região. A metodologia incluiu leitura crítica, comparação entre interpretações e aplicação de citações diretas, indiretas e citação da citação. Nesse sentido, Nunes Araújo (2023 apud Instituto do Ceará, 1967) contribui para a compreensão da organização territorial e administrativa do Piauí colonial. Domingos Afonso Mafrense, cujas incursões pelo interior do Brasil lhe renderam a alcunha ‘Sertão’, foi o descobridor e povoador da região centro-sul do Piauí (Oliveira; Assis, 2009).

A ocupação do território piauiense ocorreu, em grande parte, por meio da expansão da pecuária, que impulsionou a formação de fazendas e núcleos populacionais. Estudos indicam que esse modelo econômico favoreceu a interiorização do povoamento, criando uma rede de propriedades voltadas à criação de gado. 

A presença dos jesuítas também exerceu influência significativa na organização do território. A atuação missionária contribuiu para a catequese e para a integração de populações indígenas ao sistema colonial. Segundo Barros (2022), os jesuítas participaram ativamente da formação de aldeamentos, funcionando como agentes de mediação cultural e territorial. De acordo com os estudos apresentados nos anais da ANPUH, Domingos Afonso Mafrense exerceu papel decisivo na ocupação do centro-sul do Piauí durante o período colonial, participando da expansão da pecuária e da formação de fazendas que contribuíram para a interiorização do povoamento sertanejo. Após sua morte, suas propriedades passaram para administração da Companhia de Jesus, fortalecendo a presença econômica e territorial dos jesuítas na região.

Além disso, a configuração administrativa da capitania refletiu as estratégias da Coroa portuguesa para consolidar o controle sobre áreas interiores. O glossário do Arquivo Nacional (s.d.) destaca que a criação de capitanias e vilas estava associada à necessidade de կարգulação política e econômica, reforçando a presença do Estado colonial.

A análise das fontes acadêmicas revela que a formação do Piauí não pode ser compreendida de forma isolada. De acordo com Nunes Araújo (2023), o território esteve integrado a circuitos mais amplos, conectando-se a outras regiões por meio de rotas comerciais e fluxos populacionais. 

A comparação entre as fontes evidencia que a formação social da região resultou da interação entre economia pecuária, ação religiosa e organização administrativa. Nesse sentido, (Nunes Araújo, 2023) destaca que a consolidação do território envolveu processos simultâneos de ocupação, controle e adaptação cultural.

A análise demonstra que a formação do Piauí colonial foi marcada por um conjunto de fatores interdependentes. A pecuária impulsionou a ocupação territorial, enquanto a atuação dos jesuítas e a organização administrativa contribuíram para a consolidação do domínio colonial. A utilização de diferentes fontes permite compreender a complexidade desse processo, evidenciando a importância de abordagens integradas na pesquisa histórica.

A leitura das fontes revela que a história do Piauí desafia modelos tradicionais de interpretação da colonização brasileira. Ao contrário das regiões litorâneas, onde o processo de ocupação partiu do contato direto com o Atlântico, o Piauí se estruturou a partir do interior, com base em atividades econômicas específicas e redes locais.

Esse aspecto evidencia a necessidade de ampliar o olhar sobre a formação do território brasileiro. Como apontam os estudos analisados, a pecuária não foi apenas uma atividade econômica, mas um elemento estruturante das relações sociais e da organização espacial. 

Além disso, a atuação dos jesuítas demonstra que a colonização não se limitou à exploração econômica, envolvendo նաև processos culturais e religiosos. A interação entre diferentes grupos sociais contribuiu para a formação de uma identidade regional específica, marcada por adaptações e conflitos.

Dessa forma, compreender o Piauí exige reconhecer a diversidade de experiências que compõem a história brasileira, evitando generalizações e valorizando as particularidades regionais.


Notas de pesquisa

FURTADO. Apresenta um estudo detalhado sobre a presença dos jesuítas no sertão piauiense entre os séculos XVIII e XIX, examinando a relação entre atividade missionária, criação de gado e administração das fazendas pertencentes à Companhia de Jesus. A autora demonstra que os religiosos não atuavam apenas na catequese, mas também participavam da organização econômica regional, sobretudo por meio da pecuária. O trabalho contribui para compreender a ocupação do território e a formação de redes sociais ligadas às propriedades rurais do Piauí colonial.

Glossário de História Luso-Brasileira. Disponibilizado pelo Arquivo Nacional, reúne definições de termos administrativos, jurídicos e institucionais empregados durante o período colonial. A obra auxilia na interpretação de conceitos relacionados às capitanias, freguesias, sesmarias e demais estruturas que integravam a organização do Império Português na América. Seu uso é importante para contextualizar documentos históricos e compreender a linguagem presente em registros coloniais.

NUNES ARAÚJO. Analisa a formação religiosa do chamado Piauí Amazônico, destacando o papel das freguesias, capelas e da justiça eclesiástica no processo de interiorização da colonização portuguesa. A autora evidencia como a Igreja participou da organização territorial e do controle social no sertão, especialmente através da criação de espaços religiosos responsáveis por integrar comunidades dispersas. O estudo amplia a compreensão sobre a influência espiritual e administrativa da Igreja na constituição histórica da região.

Os jesuítas no Piauí. Apresenta uma síntese histórica sobre a atuação missionária dos religiosos no território piauiense. A publicação aborda a formação de aldeamentos, o contato com populações indígenas e a presença dos jesuítas nas fazendas de criação de gado. Embora possua caráter mais introdutório, o material contribui para situar a participação da Companhia de Jesus na dinâmica colonial do sertão.

PAULA. Discute a construção historiográfica da identidade do povo piauiense a partir das interpretações elaboradas por Odilon Nunes. A autora examina os silenciamentos relacionados às populações indígenas e aos grupos mestiços presentes na narrativa tradicional da história regional. O estudo propõe uma releitura crítica da composição social do Piauí, destacando a necessidade de ampliar o debate sobre diversidade étnica e memória histórica.

STUDART FILHO. Publicado na Revista do Instituto do Ceará, aborda a formação administrativa da Capitania do Piauí e os elementos que marcaram sua consolidação territorial. O autor analisa aspectos ligados à pecuária, ao povoamento interiorano e à atuação da Coroa portuguesa no sertão nordestino. A obra permanece como uma referência importante para pesquisas sobre a ocupação colonial do Piauí e suas relações com outras regiões do Brasil.

OLIVEIRA; ASSIS. Examina a relação entre religiosos e proprietários rurais no Piauí colonial durante o século XVIII, destacando a participação da Igreja na administração das fazendas e no desenvolvimento econômico da região. As autoras demonstram que os padres não exerciam apenas funções espirituais, mas também atuavam diretamente na gestão de propriedades ligadas à criação de gado, atividade que sustentava boa parte da ocupação sertaneja. A pesquisa aborda ainda a influência de figuras como Domingos Afonso Mafrense, apontando sua relevância para a expansão territorial do Piauí e para a formação de extensas áreas de criação bovina. Após sua morte, parte de suas terras e rebanhos passou para administração jesuítica, fortalecendo a presença da Companhia de Jesus no sertão piauiense. O trabalho contribui para compreender como economia, religião e poder local estiveram interligados no processo de consolidação colonial da região.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Rhayra Brasileiro Gondim



Referências bibliográficas:

FURTADO, Maria Betânia Guerra Negreiros. OS JESUÍTAS NO SERTÃO DO PIAUÍ: 50 anos entre fazendas e rebanhos (1711 – 1760). 2019. 189 p. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo), Salvador, 2019. Disponível em: >(OS JESUÍTAS NO SERTÃO DO PIAUÍ: 50 anos entre fazendas e rebanhos (1711 – 1760) - (UFB))<. Acesso em 06 de março de 2026.

Glossário de história luso-brasileira. Disponível em: >(Glossário de história luso-brasileira (Arquivo Nacional))<. Acesso em 06 de março de 2026.

NUNES ARAÚJO, Pedrina. DIOCESE NO SERTÃO: a colonização espiritual do Piauí Amazônico - freguesias, capelas e justiça eclesiástica no século XVIII. 2023. 278 f. Tese (Doutorado em História), São Luís, 2023. Disponível em: >(DIOCESE NO SERTÃO: a colonização espiritual do Piauí Amazônico - freguesias, capelas e justiça eclesiástica no século XVIII (UFMA))<. Acesso em 06 de março de 2026.

OLIVEIRA, Ana Stela de Negreiros; ASSIS, Nívia Paula Dias de. Padres e Fazendeiros no Piauí Colonial – Século XVIII. 2009. 10 p. Dissertação (XXV Simpósio Nacional de História), Fortaleza, 2009. Disponível em: >(Padres e Fazendeiros no Piauí Colonial – Século XVIII (ANPUH – XXV SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA))<. Acesso em 06 de março de 2026.

Os jesuítas no Piauí. Disponível em: >(https://eneasbarros.com.br/ultimas-fontes/os-jesuitas-no-piaui)<. Acesso em 06 de março de 2026.

PAULA, Camila Galan de. Odilon Nunes e a composição do povo piauiense: Silenciamentos indígenas e ‘mamelucos’ em uma narrativa da história piauiense. 2026. 20 p. Artigo Científico (Graduação em Ciências Humanas), Belém, 2026. Disponível em: >(Odilon Nunes e a composição do povo piauiense: silenciamentos indígenas e ‘mamelucos’ em uma narrativa da história piauiense (Universidade Federal do Vale do São Francisco))<. Acesso em 06 de março de 2026.

STUDART FILHO, Carlos. A CAPITANIA DO PIAUÍ. 1967. Revista do Instituto do Ceará. Disponível em: >(A CAPITANIA DO PIAUÍ (Instituto do Ceará))<. Acesso em 06 de março de 2026.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Genealogia da família Moura Fé: de Portugal para o Piauí (1851-1899)

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Tudo iniciou com o artigo publicado aqui neste blog em 11 de abril de 2025 com a apresentação em parte do estudo da genealogia da família Moura Fé no Piauí. Uma das raízes destacadas no FamilySearch vem do matrimônio entre Antônio de Moura Fé e Eugênia de Morais Rego, ela sendo filha de Gabriel de Morais Rego e da Índia Maria. 

Dessa maneira daremos continuidade a partir do matrimônio entre:

1.1.1.1. Bernardino de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1819 e se casou com Teresa Maria Leal. Desse matrimônio tiveram 10 filhos. São eles:

1.1.1.1.1. Zeferina Maria do Espírito Santo, nascida aproximadamente em 1822 e se casou com Feliciano Borges Leal, ele sendo filho de Raimundo Borges Leal e Maria Nunes de Jesus. Desse matrimônio tiveram 05 filhos. São eles:

1.1.1.1.1.1. Raimunda Maria do Espírito Santo, nascida em 1839 em Picos/PI e se casou com Desidério Rodrigues de Britto. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. São eles:

1.1.1.1.1.1.1. Galdina Maria do Espírito Santo, nascida em 1858 em Picos/PI e se casou com Mathias Borges Leal, ele sendo filho de Manoel Raimundo Borges Leal e Cândida Maria Borges. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. São eles:

1.1.1.1.1.1.1.1. Raimunda Maria do Espírito Santo, se casou em 1ª núpcia com Lidogério de Sousa Galo tiveram 02 filhas. São elas:

1.1.1.1.1.1.1.1.1. Josefa Maria de Araújo, se casou com Manoel Marcos de Araújo, ele sendo filho de Leodegario Marcos de Araújo e Paulina Rodrigues de Brito. Desse matrimônio tiveram 08 filhos.

Raimunda em 2ª núpcia com Manoel Correia Sobrinho, ele sendo filho de Rufino Correia Lyra e Petronila Theonilia da Silva. Desse matrimônio tiveram 03 filhos.

1.1.1.1.1.1.1.1.2. Carolina Araújo


1.1.1.1.1.1.1.2. Antônio Borges de Moura

1.1.1.1.1.1.1.3. Baldoino Borges de Moura


1.1.1.1.1.1.2. Francisco Rodrigues Britto

1.1.1.1.1.1.3. Mathildes Maria do Espírito Santo


1.1.1.1.1.2. Miguel Borges de Moura, se casou com Vicença de Barros Rocha, ela sendo filha de Rufo de Barros Rocha e Joana Pereira de Brito. Desse matrimônio tiveram 07 filhos. São eles:

1.1.1.1.1.2.1. Raimunda de Barros Rocha, se casou com João Francisco de Araújo, ele sendo filho de João Francisco do Prado e Maria de Santana do Espírito Santo. Desse matrimônio tiveram 07 filhos. 

1.1.1.1.1.2.2. Feliciano Borges de Moura, se casou com Rosa Maria da Conceição, ela sendo filha de Joaquim Antônio da Silva e Ana Maria do Espírito Santo. Desse matrimônio tiveram 10 filhos.

1.1.1.1.1.2.3. Adelina de Barros Rocha, se casou com Raimundo Carlos de Oliveira Barros, ele sendo filho de Francisco de Oliveira Barros e Izabel Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 08 filhos. 

1.1.1.1.1.2.4. Maria de Barros Rocha, se casou com Joaquim Antônio da Silva, ele sendo filho de Antônio Rodrigues Chaves I e Maria Isabel da Encarnação. Desse matrimônio tiveram 07 filhos. 

1.1.1.1.1.2.5. Antônio Borges de Moura, se casou com Maria Gonçalves Guimarães, ela sendo filha de Izaquiel Jozé Teixeira e Joanna Gonçalves Guimarães. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

1.1.1.1.1.2.6. Arcângela de Barros Rocha, se casou com Conrado José da Costa. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. 

1.1.1.1.1.2.7. Regina de Barros Rocha, se casou com Tertuliano José Teixeira, ele sendo filho de Ezequiel Borges Leal e Apolônia Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. 


1.1.1.1.1.3. Antônia Maria do Espírito Santo, se casou com Manoel de Souza Lima. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. São eles:

1.1.1.1.1.3.1. Josefa Maria do Espírito Santo

1.1.1.1.1.3.2. Joaquim de Sousa Lima, se casou com Maria Vieira da Silva, ela sendo filha de Pedro Vieira de Mattos e Rita Militana da Silva.

1.1.1.1.1.3.3. Lucas José de Souza, se casou com Jovina Maria da Conceição, ela sendo filha de Firmino José dos Santos e Guilhermina Maria do Espírito Santo. Desse matrimônio tiveram 01 filho. É ele:

1.1.1.1.1.3.3.1. José Silva Gomes de Souza


1.1.1.1.1.4. Joaquim Borges de Moura

1.1.1.1.1.5. Matilde Maria do Espírito Santo, se casou com Joaquim da Rocha Moura, ele sendo filho de João da Rocha Moura e Joanna Maria da Conceição Moura Fé. Desse matrimônio tiveram 04 filhos. São eles:


1.1.1.1.2. Ignácio de Moura Leal

1.1.1.1.3. Antônio de Moura Leal

1.1.1.1.4. Raimundo de Moura Leal

1.1.1.1.5. Bernardino de Moura Leal

1.1.1.1.6. Joaquim de Moura Leal

1.1.1.1.7. Cândido de Moura Fé

1.1.1.1.8. Firmino de Moura Leal

1.1.1.1.9. Antônio de Moura Leal

1.1.1.1.10. Josefa Maria da Conceição


1.1.1.2. Raimundo de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1824 e em 1ª núpcia se casou com Cecília Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 12 filhos. 

Raimundo, em 2ª núpcia se casou com Escolástica Gonçalves Guimarães, ela sendo filha de Antônio Gonçalves Guimarães e Quintiliana Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 05 filhos. 

1.1.1.3. Domingos de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1826 e se casou com Francisca Mendes Pinheiro, ela sendo filha do Capitão Manoel de Oliveira Lopes e Thereza Pinheiro da Conceição. Desse matrimônio tiveram 06 filhos. 

1.1.1.4. Cândida Borges de Moura, nasceu aproximadamente em 1827 e se casou com Marcos Borges Leal. Desse matrimônio tiveram 13 filhos. 

1.1.1.5. Estevão de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1833 e se casou. Desse matrimônio tiveram 01 filho. 


1.1.3.2. Maria Januária de Moura, nasceu aproximadamente em 1824 e se casou com Sergio de Barros Conegunes. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. 

1.1.3.3. Antônio José de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1825.

1.1.3.4. Josepha Maria de Moura, nasceu aproximadamente em 1825 e se casou com Antônio Ferreira. Desse matrimônio tiveram 01 filho.

1.1.3.5. Joanna Maria de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1827.

1.1.3.6. Maria Branca de Moura, nasceu aproximadamente em 1828.

1.1.3.7. Isabel Maria de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1829.

1.1.3.8. João de Moura Fé, nasceu em 1830 em Picos/PI e se casou com Josepha Firmina do Nascimento, ela sendo filha de Pedro Alexandre do Nascimento e Maria Francisca da Silva. Desse matrimônio tiveram 10 filhos.

1.1.3.9. Mariano de  Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1830 e se casou com Teodora Maria da Encarnação, ela sendo filha de Francisco Raimundo da Silva e Josefa Maria da Encarnação. Desse matrimônio tiveram 18 filhos.

1.1.3.10. Joaquim de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1831 e se casou com Donata Ricardina do Amor Divino, ela sendo filha de José Rodrigues da Rocha e Ana Felidoria do Carmo. Desse matrimônio tiveram 03 filhos.

1.1.3.11. Agostinho de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1832 e se casou com Umbelina Maria de São José. Desse matrimônio tiveram 13 filhos.

1.1.3.12. Maria Januária de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1833.

1.1.3.13. Miguel de Sousa Moura, nasceu aproximadamente em 1833 e se casou com Antônia Maria de Moura. Desse matrimônio tiveram 07 filhos.

1.1.3.14. Josepha Maria de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1835.

1.1.3.15. Maria Branca de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1838.

1.1.3.16. Félix de Moura Fé, em 1ª núpcia se casou com Cesária de Barros e Silva, ela sendo filha de Victor de Barros e Silva e Joaquina. Desse matrimônio tiveram 13 filhos. Félix, em 2ª núpcia se casou com Alexandrina Ferreira dos Anjos. Desse matrimônio tiveram 04 filhos.

José de Moura Fé, em 2ª núpcia se casou com Luíza Maria de França. Desse matrimônio teve 01 filha. É ela:

1.1.3.17. Isabel Maria de Moura, nasceu aproximadamente em 1850 e se casou com Vitalino de Barros Cavalcante. Desse matrimônio tiveram 07 filhos.


1.1.4.1. João Félix de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1822.

1.1.4.2. Manoel José de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1825.

1.1.4.3. Manoel Eloy de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1827.

1.1.4.4. José Gabriel de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1829.


1.1.5.1. Hermenegildo de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1836 e em 1ª núpcia se casou com Senhora Moura Fé. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. 

Hermenegildo, em 2ª núpcia se casou com Umbelina Maria de São José.


1.1.5.2. José de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1837 e se casou com Idalina de Moura Fé, ela sendo filha de Félix de Moura Fé e Cesária de Barros e Silva. Desse matrimônio tiveram 11 filhos. 

1.1.5.3. Alexandrina Maria da Conceição, nasceu aproximadamente em 1838.

1.1.5.4. Joanna de Moura, nasceu em 1842 em Oeiras/PI.

Elias, em 2ª núpcia se casou com Mariana Francisca de Moura Fé. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. 
Elias, em 3ª núpcia se casou com Januária de Barros e Silva, ela sendo filha de Miguel Pacheco da Silva e Ponciana de Barros Rocha. 


1.1.8.1. Gonçalo de Moura, se casou com Maria Ribeiro Sepúlveda. Desse matrimônio tiveram 01 filho.

1.1.8.2. Vicente Ferreira de Moura, se casou. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

1.1.8.3. Belizário José de Moura

1.1.8.4. Cândido José de Moura

1.1.8.5. Antônio José de Moura, se casou. Desse matrimônio tiveram 04 filhos.

1.1.8.6. Joaquim José de Moura

1.1.8.7. Jezuína Maria de Moura, se casou com o Capitão Sebastião Pereira de Alencar, ele sendo filho de David Pereira de Alencar e Innocência Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 04 filhos. 

1.1.8.8. Cândido José de Moura

1.1.8.9. Antônio José de Moura

1.1.8.10. Joaquim José de Moura


1.1.9.1. Teodora Maria da Encarnação, nasceu aproximadamente em 1832 e se casou com Mariano de Moura Fé, ele sendo filho de José de Moura Fé e Januária de Barros e Silva. Desse matrimônio tiveram 18 filhos. 

1.1.9.2. Antônia Maria da Encarnação, nasceu aproximadamente em 1815 e se casou com Francisco Raimundo da Silva, ele sendo filho de Manoel Sousa Pereira e Rosa Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 05 filhos.

1.1.9.3. Leandro Francisco da Silva, se casou com Miquelina Maria do Espírito Santo, ela sendo filha de Innocêncio Pereira da Silva e Jesuína Maria do Espírito Santo. Desse matrimônio tiveram 03 filhos.

1.1.9.4. Bento Izidro da Silva, se casou com Jesuína Maria do Espírito Santo, ela sendo filha de Joaquim Borges Leal e Antônia Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 10 filhos.

1.1.9.5. Maria Josefa da Encarnação, se casou com Pedro Alexandre do Nascimento, ele sendo filho de Manoel da Conceição do Nascimento e Maria da Conceição. 


1.1.10. Maria Branca de Moura, nasceu aproximadamente em 1828.


2.1.1. Alexandre Borges Leal

2.1.2. Victor Borges Leal


2.2.1. Victória, nascida aproximadamente em 1783.

2.2.2. Nazario, nascido aproximadamente em 1785.

2.2.3. Fellipe Gonçalves, nascido em 1788 em Oeiras/PI.


2.3. Ana Borges Leal

2.4. Vitória Borges Leal 


3. Leonardo de Mora Fé, nascido aproximadamente em 1731 e se casou com Maria Borges Leal, ela sendo filha de Francisco Borges Leal I e Antônia Vieira da Rocha. Desse matrimônio tiveram 14 filhos.


Para compreender os critérios metodológicos e de formatação adotados neste blog, consulte o guia completo:

[Guia de Normatização do GuardaChuva]


Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Eugênio Pacelly Alves



Referências bibliográficas:

A família Moura Fé no Piauí. Disponível em: >(https://franciscomigueldemoura.blogspot.com/2014/11/a-familia-moura-e-moura-fe-no-piaui.html)<. Acesso em 02 de agosto de 2024.

Amâncio de Moura Fé. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/K2YH-W4C)<. Acesso em 06 de agosto de 2024.

Antônio Félix de Moura Fé. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/LHCZ-BPG)<. Acesso em 05 de agosto de 2024.

Bernardino de Moura Fé Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/GJSS-RP9)<. Acesso em 02 de agosto de 2024.

Elias de Moura Fé. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/K2YH-W3N)<. Acesso em 06 de agosto de 2024.

Genealogia da família Moura Fé: De Portugal para o Piauí (1728-1850). Disponível em: >(Genealogia da família Moura Fé: de Portugal para o Piauí (1728-1850) - (GuardaChuva Educação))<. Acesso em 06 de agosto de 2024.

Joanna Maria de Jesus. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/K2YH-7XF)<. Acesso em 02 de agosto de 2024.

José de Moura Fé. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/LKTM-V8K)<. Acesso em 02 de agosto de 2024.

João Nepomuceno de Moura Fé. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/K2YH-WF6)<. Acesso em 11 de agosto de 2024.

Sobrenome Moura Fé. Disponível em: >(Sobrenome Moura Fé (Geneanet))<. Acesso em 14 de agosto de 2024.

Teresa Maria Leal. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/GJSS-16Y)<. Acesso em 02 de agosto de 2024.

Valério de Moura Fé. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/G9T9-X4T)<. Acesso em 02 de agosto de 2024.

sexta-feira, 11 de abril de 2025

Genealogia da família Moura Fé: de Portugal para o Piauí (1728-1850)

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Tudo inicia com o primeiro membro, Leonardo de Moura Fé, um emissário da Coroa Portuguesa que desembarcou no Brasil com o objetivo de supervisionar as sesmarias, buscando garantir que as ordens do Rei fossem seguidas. Ele utilizou uma rota diferente, vindo do Pará (Belém) ou do Maranhão (São Luís), ao invés do caminho tradicional que passava pela Bahia e Pernambuco. Sua entrada no Brasil ocorreu em 1755.

Antes da chegada de Leonardo de Moura Fé, já se encontrava em "Curralinho" Félix Borges Leal, sobrinho de Antônio Borges Marinho Leal de Souza Brito. Félix era pai de Maria Borges Leal, que se casou com Leonardo de Moura Fé. O casal, formado por Leonardo e Maria, teve oito filhos que se dispersaram por diversas áreas, incluindo Oeiras, Jaicós, Simplício Mendes, Valença, entre outras. Uma professora chamada Iracilde Maria de Moura Fé Lima aprofundou sua investigação sobre a família Moura. Ela obteve documentos em Portugal, que mostram que os "Moura" têm suas origens na Vila Auricitana (hoje chamada cidade Moura), localizada no sudeste de Portugal. Este lugar foi retido dos mouros na batalha final durante a sua expulsão da Península Ibérica, em 1160, pelos irmãos D. Pedro e D. Álvaro Rodrigues. Como reconhecimento por suas realizações, receberam do Rei o sobrenome Moura. Assim, a narração continua até os dias atuais.

Por outro lado, a professora notou, ao conduzir sua análise e organização, que algumas famílias, em certo momento, abandonaram o sobrenome “Moura” ou “Moura Fé” em favor de variantes. Exemplos disso são os “Mendes”, da região de Simplício Mendes no Piauí, que pertencem à linhagem dos “Moura”. Além disso, houve aqueles que decidiram mudar o sobrenome “Moura” ou “Fé” para outros. No município de Picos, apenas os “Moura” se mantiveram, enquanto os residentes de Sussuapara e Bocaina continuaram a usar o sobrenome “Fé”, por exemplo.

Para apresentação desse estudo da genealogia da família Moura Fé, uma das raízes destacadas no FamilySearch vem do matrimônio entre Antônio de Moura Fé e Eugênia de Morais Rego, ela sendo filha de Gabriel de Morais Rego e a Índia Maria. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. São eles:

1 - Maximiano de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1728 e se casou com Josefa Borges Leal, ela sendo filha de Francisco Borges Leal I e Antônia Vieira da Rocha. Desse matrimônio tiveram 01 filho. É ele:

1.1. Valério de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1778 e se casou com Joanna Maria de Jesus. Desse matrimônio tiveram 10 filhos. São eles:

1.1.1. Bento de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1794 e se casou com Joanna Maria do Espírito Santo. Desse matrimônio tiveram 05 filhos. São eles:

1.1.1.1. Bernardino de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1819 e se casou com Teresa Maria Leal. Desse matrimônio tiveram 10 filhos. 

1.1.1.2. Raimundo de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1824 e em 1ª núpcia se casou com Cecília Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 12 filhos. 

Raimundo, em 2ª núpcia se casou com Escolástica Gonçalves Guimarães, ela sendo filha de Antônio Gonçalves Guimarães e Quintiliana Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 05 filhos. 

1.1.1.3. Domingos de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1826 e se casou com Francisca Mendes Pinheiro, ela sendo filha do Capitão Manoel de Oliveira Lopes e Thereza Pinheiro da Conceição. Desse matrimônio tiveram 06 filhos. 

1.1.1.4. Cândida Borges de Moura, nasceu aproximadamente em 1827 e se casou com Marcos Borges Leal. Desse matrimônio tiveram 13 filhos. 

1.1.1.5. Estevão de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1833 e se casou. Desse matrimônio tiveram 01 filho. 


1.1.2. Theodozia, nasceu aproximadamente em 1798.

1.1.3. José de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1800 e em 1ª núpcia se casou com Januária de Barros e Silva, ela sendo filha de Miguel Pacheco da Silva e Ponciana de Barros Rocha. Desse matrimônio tiveram 16 filhos. São eles:

1.1.3.1. Pedro Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1823.

1.1.3.2. Maria Januária de Moura, nasceu aproximadamente em 1824 e se casou com Sergio de Barros Conegunes. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. 

1.1.3.3. Antônio José de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1825.

1.1.3.4. Josepha Maria de Moura, nasceu aproximadamente em 1825 e se casou com Antônio Ferreira. Desse matrimônio tiveram 01 filho.

1.1.3.5. Joanna Maria de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1827.

1.1.3.6. Maria Branca de Moura, nasceu aproximadamente em 1828.

1.1.3.7. Isabel Maria de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1829.

1.1.3.8. João de Moura Fé, nasceu em 1830 em Picos/PI e se casou com Josepha Firmina do Nascimento, ela sendo filha de Pedro Alexandre do Nascimento e Maria Francisca da Silva. Desse matrimônio tiveram 10 filhos.

1.1.3.9. Mariano de  Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1830 e se casou com Teodora Maria da Encarnação, ela sendo filha de Francisco Raimundo da Silva e Josefa Maria da Encarnação. Desse matrimônio tiveram 18 filhos.

1.1.3.10. Joaquim de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1831 e se casou com Donata Ricardina do Amor Divino, ela sendo filha de José Rodrigues da Rocha e Ana Felidoria do Carmo. Desse matrimônio tiveram 03 filhos.

1.1.3.11. Agostinho de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1832 e se casou com Umbelina Maria de São José. Desse matrimônio tiveram 13 filhos.

1.1.3.12. Maria Januária de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1833.

1.1.3.13. Miguel de Sousa Moura, nasceu aproximadamente em 1833 e se casou com Antônia Maria de Moura. Desse matrimônio tiveram 07 filhos.

1.1.3.14. Josepha Maria de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1835.

1.1.3.15. Maria Branca de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1838.

1.1.3.16. Félix de Moura Fé, em 1ª núpcia se casou com Cesária de Barros e Silva, ela sendo filha de Victor de Barros e Silva e Joaquina. Desse matrimônio tiveram 13 filhos. Félix, em 2ª núpcia se casou com Alexandrina Ferreira dos Anjos. Desse matrimônio tiveram 04 filhos.

José de Moura Fé, em 2ª núpcia se casou com Luíza Maria de França. Desse matrimônio teve 01 filha. É ela:

1.1.3.17. Isabel Maria de Moura, nasceu aproximadamente em 1850 e se casou com Vitalino de Barros Cavalcante. Desse matrimônio tiveram 07 filhos.


1.1.4. Antônio Félix de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1802 e se casou com Francisca Marta de Moura Fé. Desse matrimônio tiveram 04 filhos. São eles:

1.1.4.1. João Félix de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1822.

1.1.4.2. Manoel José de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1825.

1.1.4.3. Manoel Eloy de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1827.

1.1.4.4. José Gabriel de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1829.


1.1.5. Elias de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1808 e em 1ª núpcia se casou com Felícia Marta da Conceição. Desse matrimônio tiveram 04 filhos. São eles:

1.1.5.1. Hermenegildo de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1836 e em 1ª núpcia se casou com Senhora Moura Fé. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. 

Hermenegildo, em 2ª núpcia se casou com Umbelina Maria de São José.


1.1.5.2. José de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1837 e se casou com Idalina de Moura Fé, ela sendo filha de Félix de Moura Fé e Cesária de Barros e Silva. Desse matrimônio tiveram 11 filhos. 

1.1.5.3. Alexandrina Maria da Conceição, nasceu aproximadamente em 1838.

1.1.5.4. Joanna de Moura, nasceu em 1842 em Oeiras/PI.

Elias, em 2ª núpcia se casou com Mariana Francisca de Moura Fé. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. 
Elias, em 3ª núpcia se casou com Januária de Barros e Silva, ela sendo filha de Miguel Pacheco da Silva e Ponciana de Barros Rocha. 


1.1.6. Gonçalo de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1810.


1.1.7. Amâncio de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1811.


1.1.8. João Nepomuceno de Moura Fé, nasceu aproximadamente em 1813 e em 1ª núpcia se casou com Fabrânia Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 06 filhos. São eles:

1.1.8.1. Gonçalo de Moura, se casou com Maria Ribeiro Sepúlveda. Desse matrimônio tiveram 01 filho.

1.1.8.2. Vicente Ferreira de Moura, se casou. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

1.1.8.3. Belizário José de Moura

1.1.8.4. Cândido José de Moura

1.1.8.5. Antônio José de Moura, se casou. Desse matrimônio tiveram 04 filhos.

1.1.8.6. Joaquim José de Moura

João Nepomuceno, em 2ª núpcia se casou com Joaquina de Barros Bezerra. Desse matrimônio tiveram 04 filhos. São eles:

1.1.8.7. Jezuína Maria de Moura, se casou com o Capitão Sebastião Pereira de Alencar, ele sendo filho de David Pereira de Alencar e Innocência Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 04 filhos. 


1.1.8.8. Cândido José de Moura

1.1.8.9. Antônio José de Moura

1.1.8.10. Joaquim José de Moura


1.1.9. Josefa Maria da Encarnação, nasceu aproximadamente em 1815 e se casou com Francisco Raimundo da Silva, ele sendo filho de Manoel Sousa Pereira e Rosa Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 05 filhos. São eles:

1.1.9.1. Teodora Maria da Encarnação, nasceu aproximadamente em 1832 e se casou com Mariano de Moura Fé, ele sendo filho de José de Moura Fé e Januária de Barros e Silva. Desse matrimônio tiveram 18 filhos. 

1.1.9.2. Antônia Maria da Encarnação, nasceu aproximadamente em 1815 e se casou com Francisco Raimundo da Silva, ele sendo filho de Manoel Sousa Pereira e Rosa Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 05 filhos.

1.1.9.3. Leandro Francisco da Silva, se casou com Miquelina Maria do Espírito Santo, ela sendo filha de Innocêncio Pereira da Silva e Jesuína Maria do Espírito Santo. Desse matrimônio tiveram 03 filhos.

1.1.9.4. Bento Izidro da Silva, se casou com Jesuína Maria do Espírito Santo, ela sendo filha de Joaquim Borges Leal e Antônia Maria da Conceição. Desse matrimônio tiveram 10 filhos.

1.1.9.5. Maria Josefa da Encarnação, se casou com Pedro Alexandre do Nascimento, ele sendo filho de Manoel da Conceição do Nascimento e Maria da Conceição. 


1.1.10. Maria Branca de Moura, nasceu aproximadamente em 1828.


2. Maria de Moura Fé, nascida aproximadamente em 1729 e se casou com Mathias Borges Leal, ele sendo filho de Francisco Borges Leal I e Antônia Vieira da Rocha. Desse matrimônio tiveram 04 filhos. São eles:

2.1. Antônio Borges Leal, nascido aproximadamente em 1750 e se casou com Maria do Rosário Teixeira, ela sendo filha de Antônio Teixeira Magalhães e Francisca Maria do Rosário. Desse matrimônio tiveram 02 filhos. São eles:

2.1.1. Alexandre Borges Leal

2.1.2. Victor Borges Leal


2.2. Eugênia Borges Leal, nascida aproximadamente em 1751 e se casou com Nazario Gonçalves Correia. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. São eles:

2.2.1. Victória, nascida aproximadamente em 1783.

2.2.2. Nazario, nascido aproximadamente em 1785.

2.2.3. Fellipe Gonçalves, nascido em 1788 em Oeiras/PI.


2.3. Ana Borges Leal

2.4. Vitória Borges Leal 


3. Leonardo de Mora Fé, nascido aproximadamente em 1731 e se casou com Maria Borges Leal, ela sendo filha de Francisco Borges Leal I e Antônia Vieira da Rocha. Desse matrimônio tiveram 14 filhos.


A genealogia da família Moura Fé revela uma trajetória marcada pela circulação entre Portugal e o sertão piauiense, além da formação de extensas redes familiares no interior nordestino. Os registros históricos associam Leonardo de Moura Fé à chegada de representantes ligados à administração portuguesa em território colonial, circunstância que contribuiu para a expansão da linhagem em regiões como Oeiras, Picos, Jaicós e Simplício Mendes. Segundo o estudo A família Moura Fé no Piauí, “os Moura Fé participaram da constituição de diversos núcleos familiares tradicionais do sertão” (A FAMÍLIA MOURA FÉ NO PIAUÍ, 2014).

As pesquisas também indicam que parte da descendência modificou ou simplificou o sobrenome ao longo das gerações, fenômeno comum em famílias antigas do Nordeste brasileiro.

O estudo foi elaborado mediante análise comparativa entre árvores genealógicas digitais, registros familiares e publicações sobre a origem do sobrenome Moura Fé. Foram utilizados dados disponíveis no FamilySearch, além de levantamentos históricos relacionados à ocupação do território piauiense.

A pesquisa priorizou o cruzamento de filiações, matrimônios e descendências, permitindo confirmar vínculos familiares presentes em diferentes documentos. Conforme apontado em Sobrenome Moura Fé, a permanência do sobrenome em determinadas localidades demonstra “forte continuidade genealógica entre os descendentes sertanejos” (GENEANET, 2024).

Também foi empregado o método interpretativo para compreender alterações de sobrenomes ocorridas em alguns ramos familiares.

Os levantamentos documentais indicam que uma das raízes da família Moura Fé deriva do matrimônio entre Antônio de Moura Fé e Eugênia de Morais Rego. A partir dessa união surgiram descendências que alcançaram várias regiões do Piauí, consolidando conexões familiares com os Borges Leal, Barros, Silva e Guimarães.

Entre os descendentes identificados, destaca-se Valério de Moura Fé, apontado como um dos principais propagadores da linhagem sertaneja (VALÉRIO DE MOURA FÉ, 2024). Seus descendentes espalharam-se por diferentes localidades piauienses, formando núcleos familiares numerosos.

Outro aspecto relevante observado na documentação consiste na alteração gradual dos sobrenomes. Algumas famílias mantiveram apenas “Moura”, enquanto outras conservaram “Fé”. Em determinados casos, o sobrenome foi completamente substituído. Segundo a professora Iracilde Maria de Moura Fé Lima, citada no estudo sobre os Moura Fé, “as transformações nominais ocorreram conforme deslocamentos familiares e adaptações regionais” (apud A FAMÍLIA MOURA FÉ NO PIAUÍ, 2014).

Os registros do FamilySearch também demonstram forte repetição de alianças matrimoniais entre parentes próximos e famílias tradicionais da região. Casamentos entre descendentes dos Moura Fé e linhagens locais contribuíram para ampliar a influência familiar no interior piauiense.

Além disso, documentos referentes a Elias de Moura Fé, João Nepomuceno de Moura Fé e José de Moura Fé mostram descendências extensas, frequentemente associadas a famílias ligadas à vida rural e administrativa do sertão (ELIAS DE MOURA FÉ, 2024; JOÃO NEPOMUCENO DE MOURA FÉ, 2024; JOSÉ DE MOURA FÉ, 2024).

A pesquisa genealógica da família Moura Fé evidencia a importância das linhagens sertanejas na formação histórica do Piauí. A documentação analisada demonstra continuidade familiar, dispersão territorial e preservação parcial do sobrenome ao longo das gerações.

Os registros também revelam como os vínculos matrimoniais contribuíram para fortalecer alianças sociais entre famílias tradicionais do interior nordestino. Mais do que simples relações de parentesco, essas conexões ajudam a compreender aspectos culturais e históricos do sertão brasileiro.

A genealogia nordestina frequentemente guarda histórias que ultrapassam o ambiente doméstico. No caso dos Moura Fé, percebe-se uma linhagem que acompanhou deslocamentos populacionais, transformações sociais e adaptações culturais ocorridas no interior do Brasil.

Um detalhe particularmente interessante está na mudança dos sobrenomes. Muitos descendentes deixaram de utilizar “Moura Fé”, mas preservaram laços familiares invisíveis para quem observa apenas os registros mais recentes. Isso mostra como a pesquisa genealógica exige atenção cuidadosa às variações nominais.

Outro aspecto relevante é a preservação documental. Sem iniciativas de organização familiar e plataformas digitais de genealogia, grande parte dessas conexões provavelmente teria desaparecido da memória regional. Pesquisar famílias tradicionais do sertão significa também preservar fragmentos importantes da história nordestina.


Notas de pesquisa

Família Moura Fé. Foi utilizado como base histórica para compreender a chegada da família Moura Fé ao Brasil, sua expansão territorial no Piauí e as transformações ocorridas nos sobrenomes ao longo das gerações. A publicação também contribuiu para contextualizar a relação entre os Moura Fé e outras famílias tradicionais da região.

FamilySearch. Principal fonte documental para confirmação de filiações, casamentos e descendências. As páginas individuais referentes a personagens como Amâncio de Moura Fé, Antônio Félix de Moura Fé, Bento de Moura Fé, Elias de Moura Fé, Gonçalo de Moura Fé, João Nepomuceno de Moura Fé, José de Moura Fé, Josefa Maria da Encarnação, Maria Branca de Moura, Theodozia e Valério de Moura Fé permitiram o cruzamento de informações genealógicas e a reconstrução parcial da árvore familiar.

Geneanet. Foi empregada para análise da permanência e distribuição do sobrenome Moura Fé em diferentes localidades, auxiliando na compreensão das alterações nominais verificadas em determinados ramos familiares.


Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Eugênio Pacelly Alves



Referências bibliográficas:

A família Moura Fé no Piauí. Disponível em: >(https://franciscomigueldemoura.blogspot.com/2014/11/a-familia-moura-e-moura-fe-no-piaui.html)<. Acesso em 02 de agosto de 2024.

Amâncio de Moura Fé. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/K2YH-W4C)<. Acesso em 06 de agosto de 2024.

Antônio Félix de Moura Fé. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/LHCZ-BPG)<. Acesso em 05 de agosto de 2024.

Bento de Moura Fé Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/LZ23-T8Y)<. Acesso em 02 de agosto de 2024.

Elias de Moura Fé. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/K2YH-W3N)<. Acesso em 06 de agosto de 2024.

Gonçalo de Moura Fé. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/K2YH-WWQ)<. Acesso em 06 de agosto de 2024.

Joanna Maria de Jesus. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/K2YH-7XF)<. Acesso em 02 de agosto de 2024.

José de Moura Fé. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/LKTM-V8K)<. Acesso em 02 de agosto de 2024.

João Nepomuceno de Moura Fé. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/K2YH-WF6)<. Acesso em 11 de agosto de 2024.

Josefa Maria da Encarnação. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/9VC5-M4G)<. Acesso em 11 de agosto de 2024.

Maria Branca de Moura. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/G3DB-B97)<. Acesso em 11 de agosto de 2024.

Sobrenome Moura Fé. Disponível em: >(Sobrenome Moura Fé (Geneanet))<. Acesso em 14 de agosto de 2024.

Theodozia. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/GP4B-2PT)<. Acesso em 02 de agosto de 2024.

Valério de Moura Fé. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/G9T9-X4T)<. Acesso em 02 de agosto de 2024.


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