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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Descendentes do Capitão Antônio Vieira de Torres Bandeira de Pombal/PB de 1818 a 1850

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Capitão Antônio Vieira de Torres Bandeira, nascido aproximadamente em 1818 em Pombal/PB e se casou com Francisca Ursulina do Amor Divino. Desse matrimônio tiveram 12 filhos. São eles:

1. João Vicente de Torres Bandeira, nascido em 1823 e se casou com Maria Lourença de Torres Bandeira. Desse matrimônio tiveram 13 filhos. São eles:

1.1. Manuel de Torres Bandeira, nascido em 1837.

1.2. Benedito Cavalcante de Torres Bandeira, nascido em 1844 em Pombal/PB.

1.3. Rita de Torres Bandeira, nascida em 1848 em Sousa/PB.

1.4. José Cavalcante de Torres Bandeira

1.5. Joaquina Clara de Torres Bandeira

1.6. Coriolano Cavalcante de Torres Bandeira

1.7. Horácio Macena de Torres Bandeira

1.8. Bernardino Cavalcanti de Torres Bandeira

1.9. Maria Florença de Torres Bandeira

1.10. Aureliano Cavalcante de Torres Bandeira

1.11. Maria de Torres Bandeira

1.12. Manoel de Torres Bandeira

1.13. Maria Cavalcante de Torres


2. Margarida Vieira de Torres Bandeira, nascida em 1844.

3. Rita Vieira de Torres Bandeira, nascida em 1845.

4. Maria Vieira de Torres Bandeira, nascida em 1847 em Sousa/PB.

5. Manoel Vieira de Torres Bandeira, nascido em 1848 em Sousa/PB.

6. João Vieira de Torres, nascido em 1849 em Sousa/PB.

7. Cândida Vieira de Torres Bandeira, nascida em 1850 em Sousa/PB.

8. Francisca Maria do Amor Divino, nascida em 1858 em Pombal/PB.

9. Theodolina Maria da Conceição, nascida aproximadamente em 1860.

10. Enedina Vieira de Torres Bandeira,  nascida aproximadamente em 1862.

11. Manoel Antônio Vieira, nascido aproximadamente em 1864.

12. Maria Joana de Torres Bandeira, nascida aproximadamente em 1870.


Pombal/PB

Em 1695, o capitão-mor Teodósio de Oliveira Ledo encontrava-se na região rural das Piranhas, num local chamado Arraial do Piancó, tentando estabelecer uma nova comunidade. O maior obstáculo eram as tribos indígenas tapuias, especificamente os Tarairiús, Curemas e Panatis, que viviam na área.

No ano de 1697, Teodósio viajou até a capital da Província e pediu ao governador Manoel Soaresde Albergaria, soldados, suprimentos, armamentos e munições para remover os indígenas da área. Após receber o apoio, Oliveira Ledo voltou e obteve "bom sucesso" contra os nativos, fundando em 27 de julho de 1698 a nova povoação de Nossa Senhora do Bom Sucesso do Piancó (Pombal); há 325 anos.


Sousa/PB

A colonização inicial da região oeste da Paraíba, nas proximidades do rio do Peixe, por imigrantes oriundos da Bahia, Pernambuco e São Paulo, teve início no final do século XVII, após estabelecerem laços de amizade com a tribo indígena Icós. A exploração das áreas interiores durante os séculos XVI e XVII foi um processo lento, exigindo que os desbravadores realizassem um grande trabalho para conquistar terras menos conhecidas e mais distantes da costa. Entre esses exploradores, estava o sertanista Sargento-mor Antônio José da Cunha, que em 1691 encontrou um pequeno riacho chamado "Peixe", habitado pela nação indígena Icó Pequeno. Em 1708, José da Cunha solicitou uma sesmaria e recebeu apoio do governador João da Maia da Gama, o que permitiu que outros desbravadores se estabelecessem na região com suas propriedades rurais. O franciscano Frei João de Matos Serra assumiu, no início dos anos 1700, a tarefa de agrupar os indígenas sobreviventes, iniciando assim a formação da futura Vila.

No ano de 1723, os padres Francisco e Teodósio de Oliveira Ledo chegaram ao local, transferiram a posse do território para a Casa da Torre da Bahia e tornaram-se proprietários das áreas banhadas pelos rios do Peixe e Piranhas. A ocupação do espaço ocorreu de forma gradual, com os habitantes das margens dos rios e os paulistas que chegavam para estabelecer suas fazendas com gado e cultivos. Nessa época, o vilarejo já possuía uma população de 780 pessoas.

A riqueza da terra despertou o interesse de habitantes que queriam cultivá-la. Nessa área, BentoFreire de Sousa e José Gomes de Sá também estabeleceram suas propriedades rurais. Assim, a comunidade foi se desenvolvendo e, em 1730, contava com 1.468 moradores, conforme registros do Cabido de Olinda. O aumento populacional chamou a atenção de Bento Freire, que residia na Fazenda Jardim e decidiu organizar a comunidade. Ele solicitou uma concessão, viajando à Bahia para obter da Casa da Torre a doação da sesmaria, cujas terras seriam destinadas a Nossa Senhora dos Remédios. Com a aprovação da solicitação, Bento Freire construiu a primeira capela em homenagem a Nossa Senhora dos Remédios, que é atualmente conhecida como Igreja do Rosário dos Pretos. Ele tornou-se o primeiro responsável pelo patrimônio da "Freguesia de Nossa Senhora dos Remédios do Jardim do Rio do Peixe", elevando-a à condição de povoado.

As terras do antigo Jardim do Peixe eram de propriedade do Coronel Francisco Dias D'Ávila e sua mãe, D. Inácia D'Araújo Pereira, pertencentes a uma família nobre da Casa da Torre da Bahia, que as doaram ao patrimônio de Nossa Senhora dos Remédios a pedido de Bento Freire em 1740. Entretanto, esse processo se prolongou até 1756, com muitas idas e vindas de Bento Freire à Bahia, até que finalmente, em 1760, ele conseguiu uma decisão que legalizou de forma definitiva a criação do patrimônio de Nossa Senhora dos Remédios. Bento Freire supervisionou o patrimônio até 1765, culminando com êxito uma luta de quase cinquenta anos para construir o que viria a ser o município de Sousa.

A localidade conhecida como Jardim do Rio do Peixe, seu nome original, foi promovida à condição de Vila por uma decisão real, formalizada pela Carta-Régia datada de 22 de julho de 1766. Embora tivesse o status de distrito, a localidade manteve sua denominação original. Em 1784, a Matriz de Nossa Senhora dos Remédios foi separada da Nossa Senhora do Bom Sucesso de Pombal.

No dia 04 de junho de 1800, o Ouvidor Geral José da Silva Coutinho estabeleceu oficialmente a Vila Nova de Sousa, por meio de uma Resolução do governador de Pernambuco datada de 26 de março de 1800, após solicitação da comunidade liderada por Patrício Joséde Almeida, Matias de Figueiredo Rocha e Pe. Manoel Vieira da Silva. Um dia antes, o Capitão Alexandre Pereira de Sousa fez uma doação de terrenos para ajudar o desenvolvimento da localidade em crescimento. Através da Lei Provincial nº 28, de 10 de julho de 1854, a Vila de Sousa foi elevada a cidade, passando então a se chamar Sousa, que atualmente é conhecida como "Cidade Sorriso".




Texto de Eugênio Pacelly Alves



Referências bibliográficas:

Capitão Antônio Vieira de Torres Bandeira. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/G4HS-ZH1)<. Acesso em 04 de março de 2025.

Francisca Ursulina do Amor Divino. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/G2MH-ZX8)<. Acesso em 04 de março de 2025.

O alvorecer da república em Pombal/PB. Disponível em: >(http://cariricangaco.blogspot.com/2018/08/o-alvorecer-da-republica-em-pombal.html)<. Acesso em 04 de março de 2025.

Pombal/PB. Disponível em: >(https://www.pombal.pb.gov.br/historia/)<. Acesso em 04 de março de 2025.

Sousa/PB. Disponível em: >(https://www.sousa.pb.gov.br/cont.php?termo=historia)<. Acesso em 04 de março de 2025.

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